Sugestão de MiriamL
do ÓperaMundi
“Occupy Central” leva 80 mil pessoas às ruas de Hong Kong em protestos por mais democracia
Mobilização deverá continuar ao longo desta semana; polícia utilizou gás lacrimogêneo para dispersar multidão
Agência Efe
Estudantes fazem barricadas com restos de cercas de proteção no centro financeiro de Hong Kong
Os manifestantes começaram a se organizar após o anúncio de que será criado um comitê com membros apontados por Pequim para escolher os candidatos ao governo de Hong Kong nas eleições de 2017. Além disso, a comissão manterá controle sobre os candidatos, oferecendo a possibilidade de apenas dois ou três presidenciáveis para o pleito.
As medidas quebram o acordo feito em 1997, quando a cidade deixou de ser colônia britânica e passou a ser controlada pelo governo chinês. O acordo previa que a cidade teria eleições abertas e sufrágio universal em 20 anos.
Para tentar reverter a situação, estão sendo realizados diversos protestos. Para esta semana, os manifestantes planejam mobilizações maiores.
Vários grupos estão se organizando para permanecer na região, inclusive com alimentos e água. Neste sábado, a polícia desocupou a sede do governo da cidade, que havia sido tomada pelos manifestantes, como informou a BBC.
Agência Efe
Policia usa gás lacrimogêneo para conter multidão em Hong Kong
Manifestações são comuns em Hong Kong e costumam ser pacíficas e bem organizadas. Há o temor, no entanto, de que elas possam sair do controle devido à magnitude das convocatórias.
Um porta-voz do escritório para Hong Kong e Macao do governo central chinês manifestou confiança de que Pequim vai lidar com as manifestações de acordo com a lei. Pequim “se opõe firmemente a toda atividade ilegal que prejudique o mandato da lei e ponha em perigo a paz social”, disse o porta-voz mencionado pela agência oficial Xinhua.
Rogério Costa Guiraud
30 de setembro de 2014 9:30 pmA China é aqui!
Parece que as coisas por lá não são muito diferentes das daqui*, já que o texto diz que o governo chinês afirma:
“…será criado um comitê com membros apontados por Pequim para escolher os candidatos ao governo de Hong Kong nas eleições de 2017. Além disso, a comissão manterá controle sobre os candidatos, oferecendo a possibilidade de apenas dois ou três presidenciáveis para o pleito.”
Aqui* quem faz isso, ou seja, a escolha, é um comitê formado pela mídia e financiadores de campanha. Questão de estilo…
No mais a polícia também lembra a PM do Rio e de São Paulo.
Apenas como nota curiosa, a manifestação deste dia tinha mais manifestantes do que todos os ‘militantes’ dos comícios, carreatas e passeatas que o PSDB e o PSB, aliás Rede, aliás Marina juntos já fizeram até aqui, somados!
(*aqui; daqui = democracias ocidentais)
Leider Lincoln
30 de setembro de 2014 10:43 pmHummm
Depois das primaveras, das revioluções coloridas e das jornadas, desconfio demais dessas manidfestações “espontâneas”. Hong Kong tem embaixada dos EUA?
Cristiana Castro
1 de outubro de 2014 12:14 amAcho difícil essa turma se
Acho difícil essa turma se criar em Hong Kong… Acho que o único país que não sacou, de cara, qual era a dessas manifestações “espontâneas” foi o Brasil.
pedro cavalcante
1 de outubro de 2014 12:57 ammayday (maidan)
China não é Ucrania.
IV AVATAR
1 de outubro de 2014 8:38 amO governo chinês de olho em QUEM CONVOCA. Correto
Há o temor, no entanto, de que elas possam sair do controle devido à magnitude das convocatórias.
No Brasil as convocatórias foram feitas pela Globo e cia
http://josecarloslima85.blogspot.com.br/2014/08/a-construcao-do-voto-niilista.html