5 de junho de 2026

Em nota, Ministério da Justiça esclarece sobre matérias de Folha e Veja

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Jornal GGN – A assessoria de comunicação do Ministério da Justiça enviou nota de esclarecimento rebatendo duas matérias veiculadas neste final de semana. A primeira da Folha, com o título “Assessor de Ministério da Justiça foi à PF pedir dados sobre Marina” e, a segunda, da revista Veja, “A Máquina do PT contra Marina”.

A Folha veiculou que o chefe da Secretaria Nacional de Justiça esteve na sede da Polícia Federal para pedir informações sobre inquérito que poderia atingir Marina Silva. Descreveu o objeto da investigação e também disse que o inquérito, que foi instaurado para apurar suspeita de corrução e de prevaricação no Ministério do Meio Ambiente por ocasião do comando de Marina, foi arquivado em 2012. A Folha buscou ligar Paulo Abrão, o chefe da Secretaria, a um complô para prejudicar Marina. A Folha utilizou o velho recurso de um bom título para esquentar uma notícia morna, e a Veja trilhou o mesmo caminho.

Leia a nota do MJ.

Nota de esclarecimento

A respeito das matérias veiculadas, no dia de hoje, no Jornal Folha de São Paulo (“Assessor de Ministério da Justiça foi à PF pedir dados sobre Marina”) e na revista Veja (“A Máquina do PT contra Marina”), o Ministério da Justiça informa e esclarece que:

1- No dia 5 de setembro o jornalista Cláudio Dantas da Revista Istoé, procurou a Secretaria Nacional de Justiça pedindo informações sobre a existência de algum pedido de cooperação internacional feito no inquérito n. 12092010, aberto para apurar eventual crime de contrabando praticado pela empresa estrangeira Natural Source. Na oportunidade, indagou se os autos deste inquérito seriam de acesso público ou se estariam submetidos a alguma forma de sigilo legal, solicitando ainda que, se possível, pudesse obter aquelas informações naquele mesmo dia.

2- Sendo a Secretaria Nacional de Justiça o órgão responsável no Ministério da Justiça pelas cooperações internacionais, inclusive em matéria penal, em estrito atendimento ao solicitado por aquele órgão de imprensa, diligenciando internamente, constatou que não existia nenhum pedido de cooperação internacional requerido a respeito. Como não dispusesse de informações sobre a situação do referido inquérito, a Secretaria Nacional de Justiça, buscando atender ao órgão de imprensa solicitante, em despacho entre os dirigentes destes órgãos e esclarecendo que se tratava de uma pergunta da revista Isto É, pediu as informações solicitadas ao Departamento de Polícia Federal.

3- Em atendimento imediato a esta solicitação, o Diretor do Departamento de Polícia Federal informou que este inquérito já fora relatado e já fora arquivado em julho de 2012, não sendo público o acesso aos autos.

4- Esta informação foi prontamente repassada ao jornalista, sem quaisquer outros esclarecimentos adicionais. Naturalmente, nem o jornalista e nem o Secretário Nacional de Justiça tiveram acesso aos autos do inquérito.

5- É importante observar que a Secretaria Nacional de Justiça e a Polícia Federal possuem atividades funcionais em comum, tais como a cooperação policial internacional, a recuperação de ativos, a imigração e estrangeiros, sendo, portanto, muito frequente e de praxe que autoridades e servidores destes dois órgãos mantenham despachos rotineiros para atendimento de demandas gerais.

6- O Ministério da Justiça reafirma, assim, que, no caso, apenas foi cumprida a sua obrigação de atender à demanda solicitada por um órgão de imprensa. Os procedimentos legais foram rigorosamente atendidos, não havendo nenhuma razão plausível para que se pretenda dar ao caso a dimensão de uma busca persecutória motivada por razões eleitorais ou pessoais.

Assessoria de Comunicação Social
Ministério da Justiça

Lourdes Nassif

Redatora-chefe no GGN

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Repórter do GGN há 9 anos. Especializada em produção de conteúdo para as redes sociais.

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6 Comentários
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  1. Flics

    29 de setembro de 2014 4:05 pm

    Ingenuos ou mal-intencionados?

    … sim, esses do Ministério chefiado pelo  “homem que foi à Itália a serviço do Orelhudo”… tava na cara que o objetivo da reporter era outro que não a busca da verdade… e os idiotas (ou não, digo, os espertinhos) cairam como patinhos ou, felizes, fizeram o joguinho dela…

    É o que eu digo: fechar o nariz e votar 13… pode ser que a “comadre Dilma” cai na real.

  2. emerson57

    29 de setembro de 2014 4:18 pm

    Sem validade

    Nota de esclarecimento sobre matéria veiculada na imprensa só é eficaz e tem validade quando veiculada no mesmo espaço e com a mesma ênfase da original.

    O resto são chorumelas.

  3. Arnaldo Costa

    29 de setembro de 2014 4:19 pm

    Esses picaretas do lixo Veja,
    Esses picaretas do lixo Veja, revista de fuchicos, apontam o dedo para os outros para acusar das pilantragens que ela pratica. São esses puias, junto com a máfia demotucana infiltrada em diversos órgãos do governo, que espionam, subornam, fazem negociatas para defenderem seus interesses e de seus comparsas. Bando de mau caráter os fanfarrões dessa MERCAdoria.

  4. vera lucia venturini

    29 de setembro de 2014 4:21 pm

    Mandar apurar e punir quem

    Mandar apurar e punir quem passou a informação “meia verdadeira” para a Folha e a Veja não dá, não é? Esse ministro morre de medo dessa aparelhada Polícia Federal que é “republicana” só para ferrar o PT e a presidente. Até hoje não vi ninguém punido por vazar as operações da Petrobrás para uso político. Quando é que serão punidos os policiais federais que, sem mandato, invadiram o avião do Lobão Filho? Não, eu não sou a favor de Lobão, Sarney ou políticos do gênero. Mas uma corporação policial tem que obedecer normas e preceitos judiciais.

  5. Severino Januário

    29 de setembro de 2014 5:36 pm

    Precisamos chamar o Renan

    Precisamos chamar o Renan Calheiros. Foi o único ministro da justiça que fez uma devassa na Polícia Federal e demitiu mais dez delagados.

  6. BRAGA-BH

    29 de setembro de 2014 5:49 pm

    Onde vamos parar? O

    Onde vamos parar? O Ministério da Justiça tendo que dar explicações por causa de notícias falaciosas publicadas pela mídia de oposição. Não era hora do próprio Ministério abrir uma ação para danos contra estas pseudo-reportagens? Ficar nessa de Geni já está cansando!!

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