Jornal GGN – O ministro da Economia Paulo Guedes deixou escapar, na terça (3), o prazo de validade imposto a ele pelo presidente Jair Bolsonaro: 15 semanas. Segundo o chicago boy, este é o deadline para “mudar o Brasil” aprovando medidas econômicas cujo calendário de execução parece inviável.
Dentro de 15 semanas, Guedes pretende aprovar a PEC do pacto federativo, reforma administrativa e reforma tributária. Mas as medidas tramitam no Congresso num compasso que não atenderá aos anseios do ministro.
“O cronograma parece um tanto inviável: ele prevê, por exemplo, que na segunda semana de julho sejam votadas a PEC 188 (do pacto federativo) em segundo turno no plenário da Câmara, a reforma tributária em segundo turno no plenário do Senado, a reforma administrativa no plenário do Senado e o projeto de lei 6407 (que muda o marco para o gás natural) no plenário do Senado”, anotou O Globo.
O próprio calendário de Guedes expõe os atrasos. A reforma administrativa, por exemplo, deveria ter chegado à Câmara na terceira semana de fevereiro, o que já não aconteceu.
O apelo de Guedes por apoio contra o Congresso ocorreu durante almoço que reuniu representantes dos movimentos que prometem ir às ruas em 15 de março, na casa do secretário especial de Desestatização, Salim Mattar, em Brasília.
Rui Ribeiro
4 de março de 2020 10:58 amE o Pibinho, óóóóó!
É vapt, vupt
Bolsa e seu posto Ypiranga engatarem a ré e estão pisando fundo no acelerador. Mas a culpa é do Corona.
O governo tá com corona
Turk
4 de março de 2020 1:10 pmA culpa é da mocoronga vírus regina duarte.
Lúcio Vieira
4 de março de 2020 2:00 pmA reunião foi na casa do secretário especial de “desestabilização” e dono de locadora de veículos que fatura com a uberização e a venda de veículos, sem ser uma revenda oficial. Assim é fácil ser defensor da meritocracia hipócrita.