27 de junho de 2026

Guedes tem 15 semanas para entregar medidas que parecem inviáveis

Ministro revelou o deadline durante encontro com movimentos que prometem ocupar as ruas em 15 de março, para pressionar o Congresso
Foto: Agência Brasil

Jornal GGN – O ministro da Economia Paulo Guedes deixou escapar, na terça (3), o prazo de validade imposto a ele pelo presidente Jair Bolsonaro: 15 semanas. Segundo o chicago boy, este é o deadline para “mudar o Brasil” aprovando medidas econômicas cujo calendário de execução parece inviável.

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Dentro de 15 semanas, Guedes pretende aprovar a PEC do pacto federativo, reforma administrativa e reforma tributária. Mas as medidas tramitam no Congresso num compasso que não atenderá aos anseios do ministro.

“O cronograma parece um tanto inviável: ele prevê, por exemplo, que na segunda semana de julho sejam votadas a PEC 188 (do pacto federativo) em segundo turno no plenário da Câmara, a reforma tributária em segundo turno no plenário do Senado, a reforma administrativa no plenário do Senado e o projeto de lei 6407 (que muda o marco para o gás natural) no plenário do Senado”, anotou O Globo.

O próprio calendário de Guedes expõe os atrasos. A reforma administrativa, por exemplo, deveria ter chegado à Câmara na terceira semana de fevereiro, o que já não aconteceu.

O apelo de Guedes por apoio contra o Congresso ocorreu durante almoço que reuniu representantes dos movimentos que prometem ir às ruas em 15 de março, na casa do secretário especial de Desestatização, Salim Mattar, em Brasília.

Redação

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3 Comentários
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  1. Rui Ribeiro

    4 de março de 2020 10:58 am

    E o Pibinho, óóóóó!
    É vapt, vupt

    Bolsa e seu posto Ypiranga engatarem a ré e estão pisando fundo no acelerador. Mas a culpa é do Corona.
    O governo tá com corona

  2. Turk

    4 de março de 2020 1:10 pm

    A culpa é da mocoronga vírus regina duarte.

  3. Lúcio Vieira

    4 de março de 2020 2:00 pm

    A reunião foi na casa do secretário especial de “desestabilização” e dono de locadora de veículos que fatura com a uberização e a venda de veículos, sem ser uma revenda oficial. Assim é fácil ser defensor da meritocracia hipócrita.

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