4 de junho de 2026

Bolsonaro visita comércios e cumprimenta pessoas no Distrito Federal

"Eu vou para o meio do povo. Eu vou. Porque eu sou povo. E assim, no meu entender, deve se comportar um chefe de Estado", disparou

Jornal GGN – Em mais uma aparição pública que ajuda a disseminar o coronavírus para a população, Jair Bolsonaro decidiu visitar comércios abertos neste domingo (29) em alguns bairros do Distrito Federal.

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O presidente fez questão de publicar nas redes sociais os vídeos que mostram ele cumprimentando trabalhadores independentes e outros populares. Adultos jovens e crianças de colo também são vistos nas aglomerações que se formaram em torno do presidente.

Mais tarde, em frente ao Palácio do Alvorada, Bolsonaro disse que a situação que viu nas ruas é “desesperadora”. “Temos de cuidar dos mais velhos, as pessoas em grupo de risco. Agora, o emprego é essencial.”

“Eu vou para o meio do povo. Eu vou. Porque eu sou povo. E assim, no meu entender, deve se comportar um chefe de Estado”, disparou. “Meu trabalho é esse e vou continuar fazendo da maneira que eu acho que tenho que fazer.”

Bolsonaro disse ainda que por ser domingo, hoje teria pouca gente na rua. “Eu não juntei ninguém. Fui reconhecido. Não teve nenhum grito por parte da população. O mais emocionante foi Taguatinga, o senhor vendendo churrasquinho de gato para sobreviver. Vai mandar esse cara dentro de casa?”

Na manhã de sábado, Mandetta aproveitou uma reunião ministerial para pedir que Bolsonaro pare de confrontar as medidas do Ministério da Saúde para priorizar a economia. Depois, o ministro concedeu uma entrevista coletiva marcando posição contra o isolamento vertical.

Bolsonaro também visitou Ceilândia e Sobradinho.

 

Redação

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8 Comentários
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  1. Anônimo

    29 de março de 2020 1:55 pm

    Quase todos não estão usando máscara.

  2. Lauri Guerra

    29 de março de 2020 2:09 pm

    Chefe de estado????
    Apenas chefe de milícia.

  3. Nender...o tal

    29 de março de 2020 2:18 pm

    O momento é de extrema gravidade.
    As provocações do Bozo parecem explícitas e colocam à mesa uma escolha de Sophia para a sociedade atônita:
    Por pior que sejam as provocações, a sugestão de uma drástica ruptura e destituição de um presidente em tempos de guerra sanitária é um cenário assustador.

    O Bozo chantageia com essa constatação.

    Ninguém do meio político que colocar o guizo no gato, e tal como Hitler, que anexou os Sudetos, Alsácia-Lorena, no plano externo, depois de, no plano interno, queimar o Reichstag, e do expurgo dos SA (algo muito parecido com o que o Bozo parace acenar agora para seus “aliados” da sua SA), o Bozo vai esticando a corda.

    Não há futuro para ele, e ele sabe disso, a não ser que consiga se impor como única alternativa viável, por pior que pareça.

    Como já disse ontem, o medo das elites da restauração democrática, com o resgate de ideias políticas que ameacem o desmonte promovido por elas, pós-golpe, anexado aos vetos e incongruências que cada grupo político hoje mantém em relação ao seu vizinho, dada a fragmentação promovida pelos Bozo e pelas elites que o apoiaram, dificultam e ou impedem a elaboração de um consenso mínimo.

    Bozo sabe disso também.

    O outro passo possível também é impensável, como apoiar uma intervenção de uma junta militar emergencial, com fechamento óbvio do regime.

    Só uma comoção popular gigantestca poderia apear o Bozo e seus minions do poder, mas até essa conjuntura pode trazer conflitos violentos, que tenderiam acirrar o já complicado quadro.

    Quando eu li que os estadunidenses estavam correndo às lojas de armas, e promovendo um incremento nas vendas e encomendas do setor, eu achei que eles estavam pirando.
    Pensando bem…acho que não.

  4. Anônimo

    29 de março de 2020 2:53 pm

    Contrariando orientações de Mandetta, Bolsonaro visita hospital e comércio(https://www.cnnbrasil.com.br/politica/2020/03/29/presidente-jair-bolsonaro-vai-ao-hospital-das-forcas-armadas-em-brasilia)
    Rudá Moreira e Basília Rodrigues Da CNN, em Brasília—-29 de Março de 2020 às 22:52 | Atualizado 30 de Março de 2020 às 01:20

    O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) foi ao Hospital das Forças Armadas (HFA) na manhã deste domingo (29). A ida não estava programada na agenda oficial do presidente.

    Ele deixou o Palácio da Alvorada por volta das 9h30, por uma entrada lateral – diferente da utilizada pelo preisdente diariamente.

    O comboio passou pelo bairro Sudoeste, onde Bolsonaro desceu do carro e entrou em estabelecimentos comerciais que estavam abertos. De lá, seguiu para o Hospital das Forças Armadas, onde Bolsonaro passou cerca de 15 minutos e foi embora.

    Auxiliares do presidente negam que ele tenha passado por novos exames. Segundo informação, Bolsonaro fez visita ao hospital para “verificar as condições de atendimento” do local.

    Vale lembrar que o hospital está no centro da polêmica do coronavírus, por não ter divulgado os resultados de todas as pessoas que estiveram na comitiva presidencial que viajou aos Estados Unidos, no início de março. Entre os membros da comitiva que testaram positivo para o coronavírus está o ministro Fabio Wajngarten.

    Na época, o hospital utilizou argumento de “segurança nacional” para explicar que não poderia divulgar todos resultados, o que seriam os exames de Bolsonaro e Michelle.

    Em seguida, ele visitou um comércio em Taguatinga, no sul do Distrito Federal e deu entrevista à CNN e a outros veículos de comunicação, contrariando orientações de isolamento.

    https://www.cnnbrasil.com.br/politica/2020/03/29/presidente-jair-bolsonaro-vai-ao-hospital-das-forcas-armadas-em-brasilia

  5. Sergio Navas

    29 de março de 2020 3:00 pm

    Esse idiota sabe que para ele e os seus existe respirador, já para o gado….

  6. Carlos Elisio

    29 de março de 2020 3:03 pm

    O insano foi pra rua atrás de alguma carreata contra isolamento convocada por ele e seus filhos. Se f****.

  7. Carlos Elisio

    29 de março de 2020 4:22 pm

     Ser de luz, após contaminar meia duzia beirando as lagrimas declama que “O mais emocionante foi Taguatinga, o senhor vendendo churrasquinho de gato para sobreviver…”. Imediatamente os céus o iluminam com um insight que o orienta para um decreto que movimentará toda cadeia logistica do churrasquinho: A fabricação dos palitinhos.
    Madeireiros já se movimentam para derrubada de árvores na Amazônia, a atividade mais a montante da cadeia.
    E o mundo não enxerga este ser bestial.

    PS: quem nao está gostando muito é o gato.

  8. Bo Sahl

    29 de março de 2020 6:18 pm

    Algumas variáveis para mantermos em mente:
    1) Ele não tem medo de falar besteiras. Foi assim que eles cresceu (lamentavelmente, né eleitores?).
    2) Ele tem (ou pensa que tem) apoio americano, mais especificamente do ‘beloved” Tump.
    3) Hoje acuado, todo caos é (pode estar enganado) bem vindo (para ele).
    4) Não governa, mantém-se em permanente campanha. Afinal chegou anos-luz mais longe do que sua insana mente mononeuronial poderia imaginar. O ego não poderia estar menor, né não? Hitler acabou por descobrir que ego não se esvazia com um buraquinho na cabeça…

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