Jornal GGN – O presidente Jair Bolsonaro voltou a mostrar sua contrariedade com as medidas de isolamento recomendadas pela OMS (Organização Mundial da Saúde), e sinalizou que os servidores públicos podem ficar sem receber caso a paralisação de atividades seja mantida.
“Desde o começo, sozinho, venho falando dos dois problemas: o vírus e o desemprego. O desemprego já se faz presente no seio da sociedade. Os informais cresceram muito, são quase 40 milhões no Brasil”, disse Bolsonaro, em frente aos seus apoiadores em Brasília. “O pessoal celetista também milhões já perderam seus empregos. A economia não roda dessa forma. Vai faltar dinheiro para pagar servidor público, e o Brasil está mergulhando num caos”.
Um dos efeitos da paralisação econômica é a queda de arrecadação tributária. Como forma de lidar com essa questão, estados e municípios pediram à União que compense os governos locais pelas perdas, conforme proposta encaminhada por deputados na semana passada e que tem o apoio do presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ) – mas que foi criticada pelo governo.
Bolsonaro também defendeu a flexibilização das medidas restritivas. Instigando seus apoiadores, o presidente apontou para o Supremo Tribunal Federal (STF), que fica em frente à sede do Executivo, e lembrou que a Corte determinou que cabe aos governadores e prefeitos decretar ações de isolamento social. As informações são do jornal O Globo.
Ugo
19 de abril de 2020 10:24 amO quê impede a este demente com a caneta do poder para implementar as suas ideias?
peregrino
19 de abril de 2020 11:09 amE segue o descompasso entre o falar e o fazer…
é por isso que quem mais se contamina são os ricos, mas os que morrem mais são os pobres
confiram
Pior do que um presidente de araque e falador, é um presidente irresponsável e sem capacidade para medir as consequências das suas palavras
Carlos Elisio
19 de abril de 2020 12:36 pmDisse o anticristo ao empurrar seu rebanho para o matadouro:
“Conhecereis o virus e o virus o libertará” (bozo17.1)
Bo Sahl
19 de abril de 2020 3:37 pmUma das mais evidentes demonstrações de incompetência, irresponsabilidade, imaturidade e necessidade de aparecer do despresidente adolinquente é que:
Em vez de discutir e definir a estratégia e táticas de governo com as instituições que existem para isso (ministérios, outros poderes, seus pares nos estados e municípios, instituições estatais e privadas, etc.),
Discute com e instiga seus apoiadores fanáticos nas ruas (cada vez mais dúzia e meia), exatamente contra aqueles com que deveria estar debatendo e definindo as politicas e ações de governo.
Ou seja, não governa, continua fazendo campanha (ideológica) contra tudo que não seja o que ele pensa (que pensa, pois não pensa, a não ser com o intestino grosso).
Só cria confusão, dúvidas e indefinições no país que pensa governar.
Chega a dizer que “ele” não tem dinheiro para tudo! E os mínions, “compadecidos”, acreditam, sem entender que o dinheiro (seja qual for) é do Estado, da União, dos impostos dos contribuintes, de todos! Completa falta de noção, só age focado no seu umbigo (e dos seus parças do momento, pois muitos já deixaram de sê-lo e outros são indizíveis, como a milicianada real e virtual que age “nas sombras”, mesmo com a falta de um Sol.
É como se o presidente de uma empresa discutisse o tático-estratégico no chão de fábrica ou na obra, inclusive instigando-os contra seu próprio “staff” diretivo-gerencial, inutilizando os papeis de todos e cada um, do estratégico ao operacional.
O pior é que perde cada vez mais o respeito da “base operária”, insinuando que ela deve derrubar a diretoria e gerência, ainda que por “comitês de protesto”.
Quer ajuda para destruir o “modelo organizacional”, o sistema do qual sempre pertenceu e se beneficiou por quase 30 anos (seu custo pessoal oficial: mais de 60 milhões).
Sem sequer contribuir com qualquer coisa relevante.
Um assombro espantoso! (ou seria um espanto assombroso?).