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2 Comentários
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  1. arkx

    18 de março de 2017 11:23 am

    Sul de Minas se levanta contra o desmonte da Previdência

    ->Que em vez de uma aristocracia, temos, na verdade, uma oligarquia, composta por “eternos nouveaux riches… de geração em geração”

    -> por supostamente falar mal o francês

    nunca tivemos uma elite, e sim uma corja que enriqueceu. não há acordo com esta corja, a não ser o da lâmina da guilhotina com o pescoço dela, já que estamos com referência no francês.

    quando eu ainda viajava muito pelo mundo, antes de me entocar no mato, descobri que minhas tentativas de “falar bem” o inglês eram desnecessárias. quanto mais eu esmerava na pronúncia e na correta estruturação das frases, menos as pessoas comuns me entendiam, mesmo nos EUA e em Londres, por exemplo.

    constatei que no dia a dia o inglês internacional é apenas utilitário, sem qualquer compromisso com a “norma culta”.

    lembro-me também de um fato cômico, e revelador.

    estava uma vez numa noite bastante fria em Manhattan, com aquele vento gélido. tinha um cara com a gente, em sua primeira visita a Nova Iorque. eu avisara para ele usar um casaco com punhos e gola bem fechados, por causa do vento. pois bem, o bacana resolveu sair de blazer. perguntei qual era daquilo. ele respondeu que era um blazer de lã, e muito elegante… apenas dei um sorriso debochado.

    logo após caminhar não mais do que umas três quadras, ele se encarquilhou todo. saiu disparado correndo, como um louco das ruas. e se meteu numa biboquinha perto de Times Square. saiu cheio de luvas, cachecol, gorros e um casacão tipo daqueles do Harlem.

    é isso! muita pose, pouca eficácia.

    abraços

    .

    1. romulus

      19 de março de 2017 11:15 am

      >> nunca tivemos uma elite, e

      >> nunca tivemos uma elite, e sim uma corja que enriqueceu.

      Falou e disse.

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