Sul de Minas se levanta contra o desmonte da Previdência
->Que em vez de uma aristocracia, temos, na verdade, uma oligarquia, composta por “eternos nouveaux riches… de geração em geração”
-> por supostamente falar mal o francês
nunca tivemos uma elite, e sim uma corja que enriqueceu. não há acordo com esta corja, a não ser o da lâmina da guilhotina com o pescoço dela, já que estamos com referência no francês.
quando eu ainda viajava muito pelo mundo, antes de me entocar no mato, descobri que minhas tentativas de “falar bem” o inglês eram desnecessárias. quanto mais eu esmerava na pronúncia e na correta estruturação das frases, menos as pessoas comuns me entendiam, mesmo nos EUA e em Londres, por exemplo.
constatei que no dia a dia o inglês internacional é apenas utilitário, sem qualquer compromisso com a “norma culta”.
lembro-me também de um fato cômico, e revelador.
estava uma vez numa noite bastante fria em Manhattan, com aquele vento gélido. tinha um cara com a gente, em sua primeira visita a Nova Iorque. eu avisara para ele usar um casaco com punhos e gola bem fechados, por causa do vento. pois bem, o bacana resolveu sair de blazer. perguntei qual era daquilo. ele respondeu que era um blazer de lã, e muito elegante… apenas dei um sorriso debochado.
logo após caminhar não mais do que umas três quadras, ele se encarquilhou todo. saiu disparado correndo, como um louco das ruas. e se meteu numa biboquinha perto de Times Square. saiu cheio de luvas, cachecol, gorros e um casacão tipo daqueles do Harlem.
arkx
18 de março de 2017 11:23 amSul de Minas se levanta contra o desmonte da Previdência
->Que em vez de uma aristocracia, temos, na verdade, uma oligarquia, composta por “eternos nouveaux riches… de geração em geração”
-> por supostamente falar mal o francês
nunca tivemos uma elite, e sim uma corja que enriqueceu. não há acordo com esta corja, a não ser o da lâmina da guilhotina com o pescoço dela, já que estamos com referência no francês.
quando eu ainda viajava muito pelo mundo, antes de me entocar no mato, descobri que minhas tentativas de “falar bem” o inglês eram desnecessárias. quanto mais eu esmerava na pronúncia e na correta estruturação das frases, menos as pessoas comuns me entendiam, mesmo nos EUA e em Londres, por exemplo.
constatei que no dia a dia o inglês internacional é apenas utilitário, sem qualquer compromisso com a “norma culta”.
lembro-me também de um fato cômico, e revelador.
estava uma vez numa noite bastante fria em Manhattan, com aquele vento gélido. tinha um cara com a gente, em sua primeira visita a Nova Iorque. eu avisara para ele usar um casaco com punhos e gola bem fechados, por causa do vento. pois bem, o bacana resolveu sair de blazer. perguntei qual era daquilo. ele respondeu que era um blazer de lã, e muito elegante… apenas dei um sorriso debochado.
logo após caminhar não mais do que umas três quadras, ele se encarquilhou todo. saiu disparado correndo, como um louco das ruas. e se meteu numa biboquinha perto de Times Square. saiu cheio de luvas, cachecol, gorros e um casacão tipo daqueles do Harlem.
é isso! muita pose, pouca eficácia.
abraços
.
romulus
19 de março de 2017 11:15 am>> nunca tivemos uma elite, e
>> nunca tivemos uma elite, e sim uma corja que enriqueceu.
Falou e disse.