5 de junho de 2026

Twitter adverte para Fake News de Trump, que ameaça com fechar rede social

Trump ameaçou pela primeira vez fechar redes sociais depois que o Twitter emitiu advertência sobre a veracidade de informações publicadas pelo mandatário
Foto: Divulgação

Jornal GGN – Após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, emitir uma suposta Fake News em seu twitter, na noite desta terça (26), a plataforma de rede social emitiu uma advertência, juntamente com seu post, sobre a veracidade destas informações. Como respostas, Trump ameaçou fechar as redes sociais no país. Leia, da reportagem da BBC News:

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Trump ameaça fechar redes sociais após Twitter advertir sobre veracidade de tuíte do presidente

Da BBC News

O presidente americano, Donald Trump, ameaçou pela primeira vez fechar plataformas de redes sociais depois que o Twitter emitiu uma advertência sobre a veracidade de informações publicadas pelo mandatário.

A batalha entre o presidente e as empresas de redes sociais não é de hoje. Mas a escalada retórica de Trump indica que o cenário se acirrará ainda mais com a aproximação das eleições presidenciais dos EUA, em novembro.

Na noite de terça-feira (26/5), tuítes de Trump que apontam supostas fraudes em votações por correio nos Estados Unidos passaram a ser acompanhados de um link para o que o Twitter chamou de “fatos sobre votações por correio”.

Esse link, que não aparecia para todos os usuários da plataforma, leva a uma página que contesta as alegações do presidente a partir de reportagens de dois veículos de mídia que Trump considera inimigos: CNN e Washington Post.

Não demorou muito para que o mandatário reagisse em seu perfil na própria rede social: “O Twitter está agredindo completamente a liberdade de expressão, e eu, como presidente, não vou deixar que isso aconteça”.

Na manhã seguinte, Trump acirrou seu discurso em uma série de tuítes:

“Os republicanos sentem que as plataformas de redes sociais silenciam totalmente vozes conservadoras.”

“Nós vamos regulá-las fortemente, ou fechá-las, antes de permitir que isso aconteça.”

“Vimos o que eles tentaram fazer, mas fracassaram, em 2016 (ano de sua eleição).”

“Não podemos permitir que uma versão mais sofisticada daquilo aconteça de novo, assim como não podemos permitir que votações por correio ocorram em larga escala no país.”

“Isso seria um ‘libera geral’ para trapaças, fraudes e roubo de votos.”

Não foi a primeira vez em que o Twitter atuou contra postagens presidenciais. No fim de março, a plataforma excluiu dois vídeos do presidente brasileiro, Jair Bolsonaro, por violarem as regras de uso ao potencialmente “colocar as pessoas em maior risco de transmitir covid-19”.

Medida semelhante só havia sido tomada antes contra outro líder latino-americano, o mandatário venezuelano, Nicolás Maduro, que indicava uma receita caseira para combater o vírus.

 

Redação

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