13 de junho de 2026

PSOL oficializa chapa Boulos/Erundina para eleição em SP

Convenção foi realizada neste sábado; discursos marcaram prioridade à periferia e críticas a Jair Bolsonaro, João Doria e Bruno Covas
Guilherme Boulos, candidato do PSOL à Prefeitura de São Paulo. Foto: Reprodução

Jornal GGN – O PSOL oficializou a candidatura da chapa Guilherme Boulos/Luiza Erundina em convenção realizada na noite deste sábado em São Paulo, com discursos que priorizaram o combate à corrupção e à população das periferias, além de referências ao presidente Jair Bolsonaro (sem partido), o governador João Doria e o prefeito Bruno Covas, ambos do PSDB.

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Segundo o jornal O Estado de São Paulo, o presidente nacional do partido, Juliano Medeiros, defendeu que a campanha em São Paulo tente resgatar parte do eleitorado pobre que votou em Jair Bolsonaro. “A última grande decepção atende pelo nome Jair Bolsonaro. Nem todo mundo que votou no Bolsonaro é fascista. Nós temos que resgatar esse pessoal”, disse.

Os presentes também mencionaram o alto número de mortos e infectados pelo novo coronavírus e culparam os governos federal, estadual e municipal. Em seu discurso, Guilherme Boulos lembrou que só um dos quatro hospitais de campanha abertos em São Paulo fica na periferia, que a cidade é a segunda do mundo em número de mortos (perdendo para Nova York) e que o índice de óbitos é maior nas regiões pobres do que nos de classe média e alta.

Citando o governo Erundina, que construiu seis hospitais com um orçamento menor do que o atual, Boulos disse que é possível realizar benfeitorias caso não ocorram desvios, e citou diversos escândalos ocorridos em governos tucanos, como a máfia da merenda, os desvios na construção do Rodoanel e nas linhas de trens e metrô.

 

 

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1 Comentário
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  1. Yuri

    7 de setembro de 2020 9:33 am

    Uma vitória Boulos/Erundina deixaria até anarquistas com esperança por um mundo melhor. Talvez isso seja ruim, pois o Estadismo jamais pode criar ordem por dedução filosófica e lógica, visto que é baseado em ações coercitivas (coação) que nunca é um Direito, não importa quantos juristas apoiem ou escrevam regras que iludem as pessoas de que privilégios são direitos – não são. Só o voluntariado e a distribuição de consciência, com cada um sendo um monarca interno, governante de si, pode haver verdadeira ordem. Entre todos, Boulos é quem mais entende isso, apesar de defender o estadismo. Que dúvida! Vida longa a Boulos e Erundina!!!!!!

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