23 de junho de 2026

Coletivo pede para MPF investigar conduta de grupos contrários a ocupações de escolas

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Enviado por Romulus & Giselle Mathias

COLETIVO DE ADVOGADAS E ADVOGADOS POPULARES NO DF, UNE, UBES E ENTIDADES DA SOCIEDADE CIVIL PROTOCOLAM REPRESENTAÇÃO NA PFDC DO MPF PARA INVESTIGAR OS MOVIMENTOS “DESOCUPA JÁ” e OUTROS GRUPOS POR SUPOSTA PRÁTICA DE CRIMES NO PAÍS

Nesta sexta-feira, dia 11, o coletivo de advogadas e advogados populares protocolou representação na Procuradoria Federal dos Direitos do Cidadão (PFDC) No Ministério Público Federal para que sejam investigadas eventuais práticas de racismo, manifestações de ódio, ameaça de violência sexual contra mulheres e LGBT’s, violência física, exercício arbitrário das próprias razões  com a desocupação forçada (artigo 345 do Código Penal Brasileiro) e outras violações de direitos humanos promovidas e/ou incentivadas por grupos contrários às ocupações no Distrito Federal e em outras localidades do país, como Bahia, Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro e Maranhão, entre outros.

A representação está voltada para que a PFDC inicie investigações acerca da conduta de grupos de extrema direita como Movimento Brasil Livre (MBL), Distrito Liberal (DL), Instituo Liberal do Centro Oeste (ILCO), Movimento Reação e outros grupos que estariam à frente do movimento “desocupa já”, valendo-se da violência física e psicológica, por meio das redes sociais, aplicativos e presencialmente, para criar ambiente de confronto e perigo à integridade física de crianças, adolescentes e jovens nas escolas e universidades, assim como cerceando e coagindo o livre exercício de seus direitos políticos.

Brasília, 11/11/2016.
Assessoria de comunicação CAAP-DF

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7 Comentários
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  1. Fabio !

    12 de novembro de 2016 2:52 pm

    MBL

    Dá uma olhada nisso : 

    [video:https://www.youtube.com/watch?v=loNZTutC7KE align:center]

     

    1. Ivan de Union

      12 de novembro de 2016 3:46 pm

      Que eu saiba, isso eh ilegal.

      Que eu saiba, isso eh ilegal.  Ponto final.

    2. Andre B

      12 de novembro de 2016 5:04 pm

      Não deveriam nem ter aberto a

      Não deveriam nem ter aberto a porta nem falado com o fascistinha. Não é hora de dar oportunidade para provocadores. A democracia morreu e não dá para ser democrático com fascistas.

    3. Andre B

      12 de novembro de 2016 5:09 pm

      Só completanto, depois de ver

      Só completanto, depois de ver o video todo: o professor, mais experiente fez o certo, virou as costas para o fascista e foi embora sem dar uma palavara.

    4. Renato Lazzari

      13 de novembro de 2016 2:17 am

      Esse grupo de golpistas do

      Esse grupo de golpistas do MBL não podiam ter escolhido nome melhor para si mesmos: “Mamãe falei”, é mole?

  2. Andre B

    12 de novembro de 2016 3:53 pm

    E ainda tem gente ignorante

    E ainda tem gente ignorante ou mal intencionada no Brasil que acha que MBL e Bolsonaro nada tem a ver com o novo presidente neonazista do EUA, Donald Trump.

  3. arivaldo couto caldas

    12 de novembro de 2016 11:54 pm

    ocupações

    Essa questão, inclusive posta pelo Temer  –  os ocupantes não sabem o que é a PEC – é impertinente,

    Há muitos anos, convidado por um colega, fui pela primeira vez a uma assembleia do sindicato dos bancários em S. Paulo, onde morava então. O assunto? Discutir a possibilidade de dissídio coletivo. E eu não sabia o que era um dissídio.

    Mas, a partir daí, fui crescendo em minha formação política. Como militante da Ação Popular, dei minha modesta contribuição na luta contra a ditadura. Procurei aprofundar meus conhecimentos, lendo Marx e vários outros pensadores.

    O Temer talvez não saiba que o grande formador nos movimentos populares é a própria luta. Se não me engano, Marx afirma isto.

    Os anos foram passando, hoje tenho 71, e, de uma forma ou de outra, sempre estive na militância política. E espero que os excluídos fracos e abandonados um dia conquistem aquilo que por direito é seu, mesmo que eu não venha testemunhá-lo pessoalmente

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