Jornal GGN – O ministro do Meio Ambiente de Jair Bolsonaro (sem partido), Ricardo Sales, voltou a defender a tese do “boi bombeiro” para controlar as queimadas no Pantanal e afirmou que “proibição de tudo a qualquer momento” não é “preservação e sim exagero”. As informações são da Folha de S. Paulo.
As declarações foram dadas durante audiência virtual da comissão especial do Senado, que acompanha as respostas do governo sobre as queimadas que destroem o Pantanal.
Para Salles, a tese do “boi bombeiro” é o melhor para evitar novos incêndios. A ideia consiste na criação de gados na região, para que eles comam o capim e assim reduzam a “massa orgânica” que propaga o fogo.
“Há medidas que nós podemos e continuaremos fazendo, para não só prevenir. Para isso, [devemos] fazer os aceiros, permitir a criação de gado no Pantanal, como forma de reduzir a massa orgânica, permitir que seja feita a queima controlada, o uso do fogo frio, e não ter isso como algo a ser indiretamente boicotado por algumas visões que não acreditam nesse formato”, disse Salles.
Além disso, na defesa de suas medidas, Salles criticou acadêmicos. “O que não pode haver é um suposto grupo de cientistas ou da academia, que na verdade é uma visão unilateral ou unidimensional, só uma opinião, em geral uma opinião que é pela proibição de tudo a qualquer momento. Isso não é preservação, isso é exagero”, afirmou.
Luis Armidoro
13 de outubro de 2020 6:08 pmO MP, esse bando de juízes à toa, que são ligeiros para dar um cana em todo mundo, estão esperando o que para trancar esse BANDIDO? Esperar a Amazônia virar pó e o Pantanal um pasto sem fim?
Zé Sérgio
13 de outubro de 2020 9:12 pmO imbecil do Ambientalista de Shopping Center, tivesse ido alguma vez à alguma Área Rural, saberia que aquilo que o Ministro diz, só é o conhecimento das pessoas da Região. É lógico que Pasto ou Mata pisada por gado não pega fogo. Ou se pega, ele se alastra com enorme dificuldade e de forma vagarosa. Nos EUA nos anos de 1990 foi proibido o uso de fogo nas áreas rurais. Descobriu-se mais tarde, que além de prejudicial para a Natureza. Esta falta de queimadas potencializava Incêndios futuros. Houve uma enorme tragédia com Bombeiros tentando apagar Incêndios Florestais. Aqui no Brasil, existe Estudos da USP que demonstram que o fogo regenera e amplia a diversidade de áreas atingidas. Mas o que se quer salvar na realidade são os Nababescos Salários e Benefícios de IBAMA ou ICMBio e Fortunas Milionárias de Receitas administradas por tais “Salvadores da Natureza”. Entendemos.
Eduardo
13 de outubro de 2020 6:22 pmO ministro está certo, se é para evitar incêndio o negócio é soltar o gado no pantanal, na amazônia, em todos os locais onde se quer evitar o fogo. Alguém já viu deserto pegar fogo ?
Jackson da Viola
13 de outubro de 2020 6:24 pmBoimbeiro……
https://www.zupimages.net/up/20/42/wpkm.jpeg
peregrino
13 de outubro de 2020 11:07 pmÉ preciso ser muito cruel para escolher alguém com este tipo de visão para cuidar do meio ambiente…
o que muitos pensam ser escolhas da ignorância, mostram-se delas e da crueldade nata
não demora, acredito, teremos safáris de caça aos animais que sobreviveram
e condecorações com medalhas do boi de família, da bala e do turismo de abate dos contrários
Rui Ribeiro
14 de outubro de 2020 7:46 amParece com a idéia (de jirico) do George Bush Junior: Desertificar o planeta para evitar incêndios.
Busca-se evitar os incêndios a fim de que a flora e a fauna sejam preservadas. Ora, a fim de transformar as matas em pastagens é necessário o desmatamento.
Esse governo só tem jênios.
Carlos Elisio
14 de outubro de 2020 7:49 amSe cada morador da região diariamente fizesse um xixi na mata também resolveria?
E se não colocassem fogo? Desastres naturais fazem parte do ciclo da natureza, incendios iniciados por facínoras não.
E, claro, expondo a minha certeza a cada vez que este imbecil dublê de ministro aparece por aqui: “a prisao deste sujeito será uma das 10 deste desgoverno que trará imenso prazer”