5 de junho de 2026

Desvio de verbas em contratos na pandemia chega a R$ 2 bilhões

Apurações da Polícia Federal envolvem de suspeitas de fraudes a compras com empresas de fechada, além de superfaturamento com equipamentos
Foto: Reprodução

Jornal GGN – O desvio de verbas públicas para o combate ao coronavírus chega a R$ 2 bilhões, segundo indícios apurados pela Polícia Federal. Os levantamentos consideram de suspeitas de fraudes a superfaturamento na compra de equipamentos, além da aquisição de insumos com empresas de fechada.

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Desde abril, foram realizadas 52 operações em 19 estados, que somaram 11 prisões preventivas, 120 detenções temporárias e 929 mandados de busca e apreensão. Uma parte dessas investigações teve como base auditorias e relatórios da Controladoria-Geral da União (CGU). Agora, o foco é apurar quanto desse montante de R$ 2 bilhões foi efetivamente desviado.

Um exemplo é a ação em torno de um esquema de corrupção no Rio de Janeiro, que acabou por afastar o governador Wilson Witzel (PSC) do cargo, além de outras operações contra governadores, autorizadas pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ). Contudo, a maioria dos casos correu na primeira instância.

O montante de recursos desviados pode ser ainda maior, por conta das investigações realizadas em âmbito estadual – como as operações conduzidas Ministério Público do Distrito Federal e Territórios, além da investigação pela Polícia Civil da Bahia em torno da compra de respiradores por R$ 48 milhões. As informações são do jornal O Globo.

 

 

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  1. Bo Sahl

    25 de outubro de 2020 2:56 pm

    Ontem o despresidente adolinquente, em entrevista ) publicamente gravada declarou (mentiu) que a
    (h)cloroquina tem 100% de cura, se tomada “antes”.
    Então conclui-se que já temos a VACINA desde o início da pandemia, e o declarante (vomitante?), um PhD e
    prêmio Nobel, deveria advertir severamente o mundo sobre a desnecessária morte de mais de 1,1 milhão de pessoas e os danos à economia mundial.
    W olha que ele investiu alguns milhões nesta “solução”, desvia do foco e recursos no combate e na reação popular adequada.
    Afinal, um presidente está autorizado a mentir publica e repetidamente, inclusive sobre assuntos que levam à
    desinformação e risco de morte ou isto é um dos muitos crimes de responsabilidade cometidos por ele?
    Qual a cumplicidade de Maia?
    Um médico, seja ele verdadeiro ou falso, charlatão, pode fazer afirmações deste tipo e não ser processado?
    Nem as emas do palácio acreditam no mitosco:
    Eu hein! (grasnou a ema ao dar no pé, digo, nas patas).

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