Jornal GGN – O desvio de verbas públicas para o combate ao coronavírus chega a R$ 2 bilhões, segundo indícios apurados pela Polícia Federal. Os levantamentos consideram de suspeitas de fraudes a superfaturamento na compra de equipamentos, além da aquisição de insumos com empresas de fechada.
Desde abril, foram realizadas 52 operações em 19 estados, que somaram 11 prisões preventivas, 120 detenções temporárias e 929 mandados de busca e apreensão. Uma parte dessas investigações teve como base auditorias e relatórios da Controladoria-Geral da União (CGU). Agora, o foco é apurar quanto desse montante de R$ 2 bilhões foi efetivamente desviado.
Um exemplo é a ação em torno de um esquema de corrupção no Rio de Janeiro, que acabou por afastar o governador Wilson Witzel (PSC) do cargo, além de outras operações contra governadores, autorizadas pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ). Contudo, a maioria dos casos correu na primeira instância.
O montante de recursos desviados pode ser ainda maior, por conta das investigações realizadas em âmbito estadual – como as operações conduzidas Ministério Público do Distrito Federal e Territórios, além da investigação pela Polícia Civil da Bahia em torno da compra de respiradores por R$ 48 milhões. As informações são do jornal O Globo.
Bo Sahl
25 de outubro de 2020 2:56 pmOntem o despresidente adolinquente, em entrevista ) publicamente gravada declarou (mentiu) que a
(h)cloroquina tem 100% de cura, se tomada “antes”.
Então conclui-se que já temos a VACINA desde o início da pandemia, e o declarante (vomitante?), um PhD e
prêmio Nobel, deveria advertir severamente o mundo sobre a desnecessária morte de mais de 1,1 milhão de pessoas e os danos à economia mundial.
W olha que ele investiu alguns milhões nesta “solução”, desvia do foco e recursos no combate e na reação popular adequada.
Afinal, um presidente está autorizado a mentir publica e repetidamente, inclusive sobre assuntos que levam à
desinformação e risco de morte ou isto é um dos muitos crimes de responsabilidade cometidos por ele?
Qual a cumplicidade de Maia?
Um médico, seja ele verdadeiro ou falso, charlatão, pode fazer afirmações deste tipo e não ser processado?
Nem as emas do palácio acreditam no mitosco:
Eu hein! (grasnou a ema ao dar no pé, digo, nas patas).