Jornal GGN – O Superior Tribunal de Justiça (STJ) recentemente foi alvo de um ataque hacker que paralisou suas atividades. E a empresa que mais recebeu dinheiro público é investigada pela polícia por tráfico de influência.
Reportagem da BBC News explica que a empresa Globalweb Outsourcing foi a que mais recebeu dinheiro do STJ neste ano – até o último dia 05 de novembro, foram pagos R$ 13,72 milhões como parte de dois contratos de prestação de serviços firmados em 2017 e 2018, que foram posteriormente prorrogados.
Uma das fundadoras da Globalweb é Maria Cristina Boner Leo, ex-mulher do advogado Frederick Wassef, que defendeu o senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ) no caso das “rachadinhas” até meados deste ano. Sua filha, Bruna Boner Leo, atualmente é uma das sócias da empresa.
A Globalweb é alvo de investigação pelo Tribunal de Contas da União (TCU) desde o mês de setembro. A investigação busca apurar se a empresa está envolvida com o crime de tráfico de influência, por conta do repentino aumento de seus contratos com o governo federal durante o governo de Jair Bolsonaro.
Na tarde de terça-feira (03/11), o STJ acionou a Polícia Federal para tentar elucidar o ataque que vinha sofrendo desde o dia anterior. Durante a semana, hackers criptografaram toda a base de dados do tribunal, inviabilizando o acesso às informações pelos servidores, juízes, advogados e pessoas envolvidas com a operação.
Dentre os julgamentos interrompidos, está o pedido de defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva no caso do tríplex do Guarujá.
Rui Ribeiro
7 de novembro de 2020 1:46 amÉ dindin no balde
Lá no Tio Sam, parece que tem segundo turno, a ser disputado no tapetão
Talvez no tapetão, a Novata Suprema, quem sabe, seja Bidenista e o derrotado saia vencedor
Nada é impossível
andre rs t
7 de novembro de 2020 4:50 amo mesmo STJ que se juntou ao Moro pra perseguir Lula em todo e qualquer processo sem provas e sem fundamento juridico.
Por isso o Brasil acabou