
Por Matê da Luz
Olha, não está sendo fácil.
Por diferentes motivos, desde a ansiedade particular à comum a quem paga contas – o dinheiro está parado, economia suspensa, chame como quiser: fato é que a crise, a crise, a crise… Daí você entra na internet, nas redes sociais, pra relaxar. Passeia por aqui e ali e, entre alguma invejinha das moças magras, bonitas e de vida ganha, encontra o Roger.
Socorro, meu pai! Já fui muito fã de Ultraje, considero um rock gostoso, de dançar, de cantar, de ouvir estrada afora. Só que não dá mais. Toda vez que começa um tchananan deles no rádio (ou no iPod, sendo honesta) sou tomada por uma onda de “por que, meu santo, por quê?” que domina meus mais nobres pensamentos.
Todo mundo tem direito a se posicionar politicamente, é fato. Cada um tem não só o direito, mas o dever, de defender sua ideologia, compartilhando, inclusive, o que bem entender nos seus perfis públicos, é pra isso que eles existem, não é mesmo? Mas, gente, por que abusar da não inteligência? Por que se posicionar como uma pessoa limitada em tantos aspectos?
Ano passado, quando houve a incitação à pedofilia no programa Master Chef Junior, com a menina Valentina, o bafafá no twitter envolveu o tal do Roger. Achei absurdo o posicionamento do cara e fui escutar alguns amigos sobre o que achavam, crente de estar contaminada, eu mesma, por meus achismos individuais. Eles, de certa forma, entendiam que o músico tinha escolhido adotar uma postura polêmica em cada assunto que pipoca por aí e, quem sabe, aquilo era marketing.
Já falei que entendo que cada um tem uma esfera de abrangência, que eu chamo de bolha de interesse, que faz com que nos relacionemos com os assuntos que nos rodeiam, né? Entendo que quem trabalhe com comunicação entenda quase tudo como golpe de marketing, maneiras de chamar atenção mas, e talvez por isso tenha saído correndo desse mercado, existe um preço a ser pago por uma opinião. Existe um limite, que ao meu ver é o bom senso, que não faz juz ao posicionamento burro de uns e outros, que seja “só pra aparecer”.
O falem bem ou mal mas falem de mim, nos dias de hoje, têm algum peso, ainda que de certa forma as coisas acabem se perdendo na velocidade online que vida adotou. Não querendo culpar nem desculpar ninguém, mas Roger representa uma nação de gente que propaga a desinformação como arma pra combater seja lá o que couber no seu campo desinteressante de ser.
…e eu que achava que o fim de carreira dele havia se resumido à revista G Magazine, ainda na década de 90. Afe!
Orlando Soares Varêda
27 de abril de 2016 11:20 amTambém. Fcam dando trela pra
Também. Fcam dando trela pra esses merdas! Ora é o imbecil do falecido lobão. A agora me aparece esse roqueiro de segunda mão de merda, e dão gás para as sandices do idiota. É justamente isso que o merda apagado mais necessita.
Orlando
carlos rela
27 de abril de 2016 11:21 am15 minutos
O Roger teve seus 15 minutos de criatividade na década de 1980, com meia duzia de ótimas letras. Depois apagou, deu branco. Hoje ele vive de criar polêmicas para se manter na mídia para conseguir alguma grana. Igual Lobão. Tem gente que gosta, fazer o que?
Ivan de Union
27 de abril de 2016 11:29 amLobao manquee? Uau, pelo
Lobao manquee? Uau, pelo menos fez algo pela propria carreira, ne?
naldo
27 de abril de 2016 11:38 amE dizem que ele tem um qi de
E dizem que ele tem um qi de trocentos e tantos, quanto as boas letras discordo, não tem nenhuma, como ele mesmo diz é inútil, letra ruim, mas autoprofética.
Viviane M
27 de abril de 2016 11:41 amSó uma correção
Roger Flores é aquele (ex?) jogador de futebol que foi casado com a Deborah Secco. O indivíduo ora em pauta é Roger Rocha Moreira (como consta do próprio print do Twitter).
Mas eu assino embaixo do que você escreveu!
Antonio Lobo
27 de abril de 2016 11:44 amConcordo e gênero número e
Concordo e gênero número e grau, mas ele não é o Roger Flores e sim o Roger Moreira. O Flores é o ex-jogador de futebol e agora comentarista de esportes
Ronaldo
27 de abril de 2016 11:54 amComepnsações
Posso estar sendo tolo e até maldoso no meu comentário, mas, cara Matê, tenho certeza que se o Ultraje ainda fizesse aquelas músicas que embalaram uma geração e que tocavam incessantemente nas rádios – quando você não precisaria do seu iPod para garimpar tesouros – Roger não precisaria desse tipo de manifestação pública e desconectada da realidade.
Talvez até ele tivesse o pensamentos semelhantes já naqueles tempos e nós não o sabíamos, pois a era da comunicação on line e instantânea – onde as pessoas expõem com facilidade suas entranhas – ainda não havia chegado, mas tenho certeza quase absoluta que, ocupado com o brilho natural daquilo onde ele sabia trabalhar, não precisaria – e acho até, EVITARIA – se expor a público com pensamentos tacanhos, dignos de quem não sabe viver de forma solidária e comunitária, onde todos importam e meu desta que (burro) não me faz bem algum.
Uma pena que algumas pessoas brilhantes em determinadas áreas, não sabem manter seu brilho iluminando o caminho, do presente ao futuro.
Perdem-se pelo tempo, deixam de fazer bem o que bem sabem fazer e, para compensar esse ocaso, buscam iluminação artificial, feia e desagradável.
Especialmente desagraqdável àqueles que tanto se enbeveceram com o brilho de outrora. O contraste dói!!
Saber onde atuar – e brilhar – é uma arte.
Um ótimo cozinheiro, pode ser um desastre na música.
Um bom roqueiro, pode produzir asneiras mil, quando se manifesta politicamente.
Não é uma regra!!
Mas uma boa possibilidade.
Enquanto isso… falem, bem ou mal, mas falem de mim!!
GalileoGalilei
27 de abril de 2016 11:58 amRoger Flores?
Não está havendo uma confusão entre os Rogers?
Por outro lado, excetuando a troca de Roger, acho bastante pertinente a frase seguinte:
“(…) mas Roger Flores representa uma nação de gente que propaga a desinformação como arma pra combater seja lá o que couber no seu campo desinteressante de ser.”
Carioca
27 de abril de 2016 12:05 pmEsse tal de Roger é um cara
Esse tal de Roger é um cara de sorte e dona Matê contribui ainda mais… Os do meio artístico vivem de suas imagens. Alguns do que produzem. E assim fazem para serem lembrados porque vendem seus prodrutos. Em tempos de internet alguem espirra em Altamira e em um nonasegundo alguem em Bagé fica sabendo e recomenda canja de galinha e repouso. Peço licença para recordar dois exemplos de tempos e meios diferentes. Cauby não tinha contrato para nada, pegava um fotógrafo, ia pro Galeão, se arruamava todo e posava na escada de um avião qualquer. Manchete da Revista do Rádio: CAUBY PARTE PARA SHOWS NA EUROPA. Aí ficava escondido 30-40 dias na casa de amigos em Bangu (??). Flávio Cavalcanti inventa o “Policial Bom, Poicial Ruim” num show de calouros na TV Tupi. Pega um amigo chamado Zé Vasconcelos para jurado que, “antagonizava” com a boazinha e linda Marcia de Windsor. Congava até o Pavaroti. Uma noite esse senhor diz que “Esse tal de Milton Nascimento não é lá essas coisas e deve desaparecer como outros porque Travessia não é lá essas coisas”. O programa seguiu líder de audiência por muito tempo. Não querendo culpar nem desculpar ninguem, sempre foi e será assim e se dona Matê não falasse dele ….
Jaciara Lopes
27 de abril de 2016 12:08 pmCorreção
O Róger em questão não é o Roger Flores, que se não me engano é o ex-jogador de futebol que jogou pelo Fluminense e Corintians entre outros clubes, mas Róger Rocha Moreira, como consta no print do twitter.
Emma
27 de abril de 2016 12:13 pmCapacidade
Esse moço tem uma capacidade extraordinária de só falar bobagens. Quando a gente pensa que acabou, ele lança outra. É incansável! Se for para polemizar e aparecer é menos mal do que se for por pura asnice mesmo.De minha parte, acho que é a segunda com uma pitada da primeira.
vitor castro
27 de abril de 2016 12:17 pmRoger Flores é o jogador…
Roger Flores é o jogador…
DanielP
27 de abril de 2016 12:53 pmO problema é que hoje em dia
O problema é que hoje em dia todos querem dar palpite sobre tudo. Ai acabam falando um monte de baboseiras.
Mas pelo que entendi, o ponto de vista dele, pode ter sido no sentido de os ciclistar terem visto que estavam havendo ressacas e fosse melhor não passarem pela passarela/ciclovia para não se molharem. É claro que não tinha como eles imaginarem que aquilo iria despencar. Só pode ser isso, aquela coisa, que a gente pensa, mas não fala ou não escreve. ou ele é um jumento completo.
Renato Lazzari
27 de abril de 2016 1:28 pmNão querendo culpar nem
Não querendo culpar nem desculpar ninguém mas será que Roger ainda não percebeu que tanto Roger quanto o Ultraje a Rigor que houve um dia, hoje estão mortos?
Pessoalmente um dia curti o Ultraje. Mas um dia curti também, o “atirei o pau num gato”…
Lembranças… perder ilusões – como toda perda – dói. Mas a partir daí a gente anda mais leve.
Juliano Santos
27 de abril de 2016 2:13 pmEle é inútil, como ele mesmo
Ele é inútil, como ele mesmo auto definiu-se. O que pode fazer um inutil, a não ser divulgar-se através de polêmicas, como o Mainardi? Talvez ele não se satisfaça em ficar participando desses shows revivals do rock anos 80. Ou o cara do ursinho Blau Blau não o convida.
Inutil que se acha é foda. E falando nisso, essa é a unica música realmente boa dele. O resto é bobo e babaca como ele
fernandes
27 de abril de 2016 10:51 pmEsse não é o Flores, é o
Esse não é o Flores, é o Coxinha.