8 de junho de 2026

As novas músicas de resistência contra o golpe

Enviado por Vânia

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De PRIMAVERA DAS MULHERES

Atenção, atenção…
Ultrapassaram a fronteira rumo ao Estado de Exceção
Os golpes começam assim
Golpe fundo, golpe assustado, virando do avesso o mundo virado
Golpe de ódio, golpe de dor
Golpe no tempo
Não sei onde estou
Tem muito deja vue nessa história
Golpe em 64, golpe agora…?
A fiesp e as marchas, golpe agora
Golpe midiático em 89, e agora…
Getulio, 54?
Juscelino que não caiu mas quase..
E agora?
Golpe de ódio, golpe de dor
Golpe no tempo
Não sei onde estou
Atenção, atenção…É na Rua que acontece nossa mobilização
Atenção atenção…
É na Luta que acontece nossa indignação
Atenção, atenção…
Vai ter luta!
Não vai ter Golpe não!

Composição: Laura Castro

Redação

Curadoria de notícias, reportagens, artigos de opinião, entrevistas e conteúdos colaborativos da equipe de Redação do Jornal GGN

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9 Comentários
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  1. altamiro souza

    3 de abril de 2016 11:06 pm

    atenção, muita atenção…
    com

    atenção, muita atenção…

    com arte, é preciso resisitr, com arte….

    permanecer integral e organicamente na luta…

  2. Ilton marques

    3 de abril de 2016 11:17 pm

    Nova musica de protesto

    Canção de luta, cançao de alerta, canção que movimenta os movimentos, canção d’alma. Golpe,nunca mais!

  3. Murilo Guimarães

    4 de abril de 2016 12:21 am

    nós vamos ser ouvidos

    Também produzi uma música para animar a massa o/ o/o/

    Discurso: Mabel (retirado de https://youtu.be/J27LDAaWQ88 )

    dance enquanto luta !!!

     

    https://soundcloud.com/rgmurilo/ouvidos-rgmurilo

  4. Jeferson Paz

    4 de abril de 2016 1:00 am

    “Coloque uma banda na rua…

    “Coloque uma banda na rua e o povo a seguirá, para a festa ou para a guerra!”.

  5. Laura Macedo

    4 de abril de 2016 1:12 am

    Maravilha!!

  6. Nilva de Souza

    4 de abril de 2016 2:05 am

    Sensacional!
    Sensacional!

  7. José Muladeiro

    4 de abril de 2016 10:56 pm

    De todos os ingredientes com os quais se fazem as grandes..

    transformações sociais, um dos menos estudados pelo historiadores é a música. No entanto, em todas as grandes movimentações dos oprimidos, sempre houve um fundo musical. Não necessariamente uma música militar ou de protesto. Na Revolução Mexicana os revoltosos iam para a frente de batalha cantando a música romantica Adelita (imperdível na voz de Nat King Cole).  Na Revolução dos Cravos, Grandola, terra morena.  E por aí vai. Bem, por aqui quem viveu pode dizer as músicas dos 68, as músicas das Diretas Já.  O movimento sem sua música de fundo é tudo, menos rebelião.

    O mesmo se aplica às outras artes. 

  8. matheus castro

    6 de abril de 2016 2:29 am

    baile de favela para a

    baile de favela para a luta

    https://www.facebook.com/brigadas.populares/videos/938440969586532/

  9. José Muladeiro

    13 de abril de 2016 3:10 am

    Não posso negar o valor artístico da composição, da música e

    das cantoras.  No entanto nem de longe esta é a canção que precisamos. Não tem o “revolution appeal”  suficiente para eletrizar uma multidão, Muito amor, falta um pouco de ódio que garanta a esperança. 

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