Enviado por Vânia
De PRIMAVERA DAS MULHERES

Atenção, atenção…
Ultrapassaram a fronteira rumo ao Estado de Exceção
Os golpes começam assim
Golpe fundo, golpe assustado, virando do avesso o mundo virado
Golpe de ódio, golpe de dor
Golpe no tempo
Não sei onde estou
Tem muito deja vue nessa história
Golpe em 64, golpe agora…?
A fiesp e as marchas, golpe agora
Golpe midiático em 89, e agora…
Getulio, 54?
Juscelino que não caiu mas quase..
E agora?
Golpe de ódio, golpe de dor
Golpe no tempo
Não sei onde estou
Atenção, atenção…É na Rua que acontece nossa mobilização
Atenção atenção…
É na Luta que acontece nossa indignação
Atenção, atenção…
Vai ter luta!
Não vai ter Golpe não!
Composição: Laura Castro
altamiro souza
3 de abril de 2016 11:06 pmatenção, muita atenção…
com
atenção, muita atenção…
com arte, é preciso resisitr, com arte….
permanecer integral e organicamente na luta…
Ilton marques
3 de abril de 2016 11:17 pmNova musica de protesto
Canção de luta, cançao de alerta, canção que movimenta os movimentos, canção d’alma. Golpe,nunca mais!
Murilo Guimarães
4 de abril de 2016 12:21 amnós vamos ser ouvidos
Também produzi uma música para animar a massa o/ o/o/
Discurso: Mabel (retirado de https://youtu.be/J27LDAaWQ88 )
dance enquanto luta !!!
https://soundcloud.com/rgmurilo/ouvidos-rgmurilo
Jeferson Paz
4 de abril de 2016 1:00 am“Coloque uma banda na rua…
“Coloque uma banda na rua e o povo a seguirá, para a festa ou para a guerra!”.
Laura Macedo
4 de abril de 2016 1:12 amMaravilha!!
Nilva de Souza
4 de abril de 2016 2:05 amSensacional!
Sensacional!
José Muladeiro
4 de abril de 2016 10:56 pmDe todos os ingredientes com os quais se fazem as grandes..
transformações sociais, um dos menos estudados pelo historiadores é a música. No entanto, em todas as grandes movimentações dos oprimidos, sempre houve um fundo musical. Não necessariamente uma música militar ou de protesto. Na Revolução Mexicana os revoltosos iam para a frente de batalha cantando a música romantica Adelita (imperdível na voz de Nat King Cole). Na Revolução dos Cravos, Grandola, terra morena. E por aí vai. Bem, por aqui quem viveu pode dizer as músicas dos 68, as músicas das Diretas Já. O movimento sem sua música de fundo é tudo, menos rebelião.
O mesmo se aplica às outras artes.
matheus castro
6 de abril de 2016 2:29 ambaile de favela para a
baile de favela para a luta
https://www.facebook.com/brigadas.populares/videos/938440969586532/
José Muladeiro
13 de abril de 2016 3:10 amNão posso negar o valor artístico da composição, da música e
das cantoras. No entanto nem de longe esta é a canção que precisamos. Não tem o “revolution appeal” suficiente para eletrizar uma multidão, Muito amor, falta um pouco de ódio que garanta a esperança.