17 de junho de 2026

Jean Wyllys: Presidente do Brasil

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Por Mestre Yoda

Você não sente nem vê

Mas eu não posso deixar de dizer, meu amigo

Que uma nova mudança em breve vai acontecer

E o que há algum tempo era jovem novo

Hoje é antigo, e precisamos todos rejuvenescer (Belchior)

 

                Não! Não é uma afirmação ingênua ou descolada da realidade! E antes de sentenciar que é ridícula, atente para os argumentos.

                Muitos dos que proclamam as idéias novas como ridículas ou absurdas integram, em geral, a classe beneficiada pelo ideário atual. Identificou-se? Pergunto a você também, que apesar de integrar o status quo, acredita-se comunista e revolucionário. Sim, você, que contribuiu para a emergência de uma nova forma de pensar, para um novo modo de fazer política, já compreendeu que aquele projeto, levado a cabo pelo núcleo duro do PT, desde a década de 80, hoje amarga uma crise sem precedentes? Se não compreendeu isso ainda, normal, a história nos mostra que os defensores de determinado projeto, de determinado ideário, ainda que este enfrente uma crise, são os primeiros a defendê-lo com unhas e dentes, de modo até dogmático.

                Com base em que afirmo isso? Diversos cientistas, historiadores, sociólogos, entre outros, buscaram construir modelos teóricos para explicar processos envolvidos nas mudanças sociais e históricas dos modos de ser e pensar e aqui, falo, particularmente, do epistemólogo Thomas Kuhn, por sua fama, e de Ludwik Fleck[1], por sua originalidade. Concluiram eles, que os “paradigmas” (segundo Kuhn) ou “estilos de pensamento” (para Fleck), costumam acontecer acomodando-se a certas fases. Daqui em diante, passarei a adotar o esquema explicativo de Fleck, que, além de anteceder Kuhn, no tempo, vai além do âmbito das ciências e representa o arcabouço, a fundamentação lógica do esquema kuhniano que, como disse, é mais restrito.

                Para o pensador polonês, o estilo de pensamento (EP), entre outras coisas,

consiste numa determinada atmosfera e sua realização. Uma atmosfera possui dois lados inseparáveis: ela é a disposição para um sentir seletivo e para um agir direcionado correspondente. Ela gera formas de expressão adequadas: religião, ciência, arte, costumes, guerra, etc. (…) Podemos definir, portanto, o estilo de pensamento como percepção direcionada em conjunção com o processamento correspondente no plano mental e objetivo.

 

               Após sua emergência (para Fleck, sua instauração), o EP se difundiria (extensão) e, por fim, entraria em declínio (complicação). O pensador dá como exemplo, a história da sífilis que, segundo ele, passou de um EP “místico-terapêutico” (influenciado pela Astrologia, na Idade Média) a um EP imunologico-quimioterápico (vacinas e remédios), instaurado a partir da invenção do microscópio (no início do século XVIII). A mudança no modo como esta doença passou a ser encarada e tratada foi lenta e gradual, ocorrendo ao longo de mais de um século, mas após sua instauração, ganhou adeptos e se disseminou.

              Já trazendo esta história para o nosso contexto, assim como os pioneiros da Microbiologia compreendiam, desde fins do século XVII, que a posição dos astros nada tinha a ver com o tratamento da sífilis, alguns políticos do século XXI já compreenderam que o atual EP judaico-cristão, com seus valores éticos, hoje hegemônicos, enfrenta uma crise sem precedentes. Mais do que isso, este novo EP instaurado, inaugura um novo modo de fazer política de esquerda no Brasil, mais ligada a movimentos sociais dos LGBTT, de mulheres, de negr@s e indígenas, com novo modus operandi e descolado da velha tradição marxista-leninista ortodoxa.

              Este novo EP, que é encarnado, em grande medida, pelo projeto nacional do PSOL, e, pela figura pública do Jean Wyllys, em particular, tem ganhado muitos adeptos. Neste ano, por exemplo, o PSOL conta com uma bancada federal composta por 5 deputados (3 no RJ, 1 no PA e outro em SP), com 10 deputados estaduais (4 no RJ e os demais em SP, AP, PE, CE e RS), uma prefeitura (Itaocara-RJ) e expressiva votação em importantes capitais, como Rio de Janeiro e Belém (o PSOL é também o partido com o maior número de candidatos a prefeito no Brasil), além de ter eleito 49 vereadores em todas as regiões do Brasil, muitos dos quais em importantes capitais.

             Apesar deste crescimento, segundo a teoria fleckiana, o antigo lutará com todas as forças contra o novo. A tendência à persistência de um EP, apontada por Fleck, revela-se no modo incisivo e agressivo como a figura política do Jean Wyllys é combatida, quer por ser gay, quer por ser negro, quer por ser nordestino, quer por ser “radical de esquerda”, agora… convenhamos, na verdade, o que incomoda é, sobretudo seu sucesso. A este respeito, diz a importante filósofa Márcia Tiburi:

É impressionante como a figura do Jean Wyllys desperta o ódio fascista. E o que tem o Jean Wyllys que as pessoas não gostam? O fascista em potencial não gosta de alguém aberto à conversa; não gosta de alguém feliz; não gosta de alguém corajoso; não gosta de alguém que mostra que o que ele pensa não faz sentido. E não gosta, também, de saber que a sexualidade de outra pessoa a deixa feliz”.

               Aos críticos, lamento informar, não há mais volta ao armário, à senzala, à cozinha, aos paus-de-arara (nem o do transporte de trabalhadores rurais nem o dos torturadores), ao obscurantismo. O EP ora instaurado levará, sem dúvidas, alguns anos, talvez décadas, para tornar-se hegemônico, mas um futuro melhor para mulheres, negr@s, indígenas, gays, lesbicas, transexuais, intersexuais, nordestinos, empregad@s doméstic@s, um Brasil melhor, multiétnico, com várias línguas oficiais, com respeito aos direitos humanos, com respeito e superando a mentirosa “cordialidade”, já nasceu e enche de esperanças milhões de brasileiros.

              Este projeto de futuro é o projeto político de Jean Wyllys, Presidente do Brasil!


[1] Conhecido médico e microbiologista polonês (e judeu), em sua principal obra “Gênese e desenvolvimento de um fato científico”, fornece um esquema explicativo para a sociogênese do conhecimento, de ampla repercussão no campo da história e filosofia da ciência e que influenciou, sobremaneira, a epistemologia de Thomas Kuhn.

 

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Curadoria de notícias, reportagens, artigos de opinião, entrevistas e conteúdos colaborativos da equipe de Redação do Jornal GGN

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  1. alexis

    27 de dezembro de 2015 11:37 am

    Voada intelectual

    Faltou apenas iniciar este exercício acadêmico com uma frase em latim, ao estilo do Michel Temer.

    O Autor do post eleva ao papel de “novidade” um movimento histórico de reação de minorias, com viés comportamental e não político. A novidade nestes tempos é que o próprio sistema global parou de discriminar essas minorias e, pelo contrário, a grande mídia parece agora até apoiar o seu desenvolvimento. É uma esquerda que a direita gosta; que se esquece do país nação e autônomo, das prioridades sociais, mas que deseja liberdades especiais e até (permitam-me rir) “com várias línguas oficiais”, como diz o Autor do texto acima.

    E o que tem o Jean Wyllys que as pessoas não gostam?

    Pergunta errada no blog errado. Aqui a grande maioria das pessoas gosta do Wyllys e do seu trabalho no congresso. Foi uma grata surpresa no legislativo. Mas, fazer dele um líder nacional e ainda candidato a Presidente a distancia é muito grande.

    O legítimo direito de fazer destas minorias um projeto de poder esbarra com os direitos da maioria. O único ponto onde estas forças convergem é quando paramos de pensar em nossos próprios problemas e procuramos discutir um projeto de nação para todos, onde estas minorias possam estar inseridas. O PSol, não é mais que uma ala de ultra esquerda (embora comportamental) que saiu do próprio PT, ao não poder impor a sua minoria acima da maioria do partido. Agora querem se impor sobre o Brasil inteiro?

    Falta humildade aqui, dentro do pequeno espaço político que todas as ideias de um pequeno partido inteiro ocupam. O PT, aqui criticado, criou secretarias especiais para lidar com assuntos que configuram o universo inteiro do PSol, mas, o restante dos trabalhos “chatos” de governar Brasil ninguém quer, não é? O PT leva o ônus de ter que fazer esse trabalho intenso de construção com um Brasil dividido, em diversos aspectos e, mesmo assim, conseguir melhorar a vida de milhões de brasileiros, cujas reais prioridades poderiam ser enumeradas em caderno de 100 páginas, de quadrinho pequeno, por frente e verso, onde apenas na última página apareceriam alguns dos “valores” que o PSol discute aqui como sendo da maior urgência, como sendo a razão de existência e a prioridade de uma nação de 200 milhões de habitantes, colonizados há mais de 500 anos.

    1. Ale Nogueira

      27 de dezembro de 2015 1:23 pm

      Não estão impondo, apenas

      Não estão impondo, apenas estão aberto a quem quiser aderir. Romperam com o conceito anterior de onde se originaram, não são cópia do mesmo. No futuro terão formado um novo paradigma que, por sua vez, também será quebrado em algum momento.

    2. Mestre Yoda

      27 de dezembro de 2015 2:32 pm

      O que se aponta no texto é

      O que se aponta no texto é exatamente a diferença entre uma visão política que integra comportamento à política e outra, que dicotomiza. Quanto à esta visão de “acolhimento”, nunca falei da mídia, que, claro, começa, tangencialmente, a inserir uma nova visão que seria hegemônica, no máximo (duvido muito), na classe media. Nos demais extratos, o buraco é mais embaixo.

      Concordo que uma ala minoritária do PT também possui esta visão, estas preocupações, mas longe de constituir, como projeto nacional, uma nova visão. Como disse, é claro que, diante do novo, aquele que representa o hegemônico vai olhar com desdém, de modo até dogmático, mas, enfim, certamente, o PT contribuiu muito para problematizar, inclusive para fazer emergir o novo,  mas sua origem católica, operária é quase uma camisa-de-força invisível, mas que carrega um conservadorismo de costumes que, portanto, tenta dar a esse aspecto, um caráter secundário.

      Assim, como Jean Wyllys, combato o antipetismo conservador e, diferente dele, já fui petista. Reconheço avanços na administração petista, também nos aspectos referidos no texto, mas, na weltanschauung que emerge com mais força no Rio de Janeiro, mas que respinga, em maior ou menor grau, em todo o Brasil, o espaço para estas questões atualmente tratadas como “marginais” espera-se uma centralidade muito maior.

  2. emerson57

    27 de dezembro de 2015 12:04 pm

    Grande Candidato

    Bom candidato.

    A meu ver vai ter que esperar a vez.

    Antes vem o socialista Haddad.

    ÇERRA45 vice fegacê…viiiiiiixe! …???

    …estes só em 2038, ano em que ficarão prontos os estádios da Copa que não houve. 

    1. Mestre Yoda

      27 de dezembro de 2015 2:35 pm

      kkkk gosto do Haddad, será

      kkkk gosto do Haddad, será páreo duro para o Jean Wyllys. Boa sorte com seu candidato, que eu fico com o meu!

  3. Luiza

    27 de dezembro de 2015 12:36 pm

    Temos que ter estratégia. 2018 está perto demais..

    Acho o Jean um excelente quadro ao lado do Requiao, Flávio Dino, Jandira Feghali, Wadih Damous e tantos outros aí, MAS no momento é o Ciro Gomes, pelo conjunto da obra e sua experiencia, o melhor preparado para encarar o exercício de um cargo político dessa complexidade e invergadura. Prestem atençao no Ciro Gomes !!! Ele representa uma excelente aposta progressista para 2018 e os conservadores já perceberam isso, tanto que já começou uma movimentaçao de bastidor no sentido de dificultar ao máximo a sua exposiçao pública para que a suas idéias, qualidades e experiencia/vivencia na esfera pública nao sejam conhecidas e repercutam entre os que apoiam ou sao simpatizantes de governo progressista. Eles já perceberam que a derrota deles é certa se nós conhecermos de perto quem é Ciro Gomes, o que ele pensa e pretende fazer caso seja presidente do Brasil. Tenho que admitir, os conservadores nao estao errados sobre o Ciro, porque ele resume as espectativas progressistas e pode vencer em 2018 em 1° turno se a sua mensagem tornar-se conhecida no meio do povo.

    Podem acreditar, os conservadores já estao tendo pesadelo com esse nome – Ciro gomes.. Eles sabem que terao muito trabalho pela frente para tentar manobrar uma descontruçao da pessoa e da figura pública dessa cara, porque na sua biografia nao é só a sua experiencia política/pública que é de peso mas, também, a sua dignidade e transparencia no trato com o dinheiro público, Ele nao tem o rabo preso e vai encarar de frente essa gente. Mas nao é só isso, nao. O Ciro também possui uma qualidade fundamental para o cargo de chefe do executivo – o perfil necessariamente político que o cargo exige e isso ele tem de sobra, o que, infelizmente, sempre faltou à Dilma. Em 2014 fui de Dilma porque era a única progressista, mas em 2018 vou de Ciro Gomes sem medo de errar.

    O Jean e o Flávio Dino terao tempo para se preparar para um vôo dessa importancia. Eles terao a sua vez, com toda certeza, mas 2018 está muito perto e a gente precisa usar de estratégia para impedir a volta dos conservadores ao poder, senao…

  4. JigSawJr

    27 de dezembro de 2015 12:54 pm

    “E antes de sentenciar que é

    “E antes de sentenciar que é ridícula…”

     

    Sim, é rídicula…

    1. Mestre Yoda

      27 de dezembro de 2015 4:05 pm

      sem apresentar qualquer

      sem apresentar qualquer argumento é fácil dizer isso

  5. JigSawJr

    27 de dezembro de 2015 1:00 pm

    “já compreendeu que aquele

    “já compreendeu que aquele projeto, levado a cabo pelo núcleo duro do PT, desde a década de 80, hoje amarga uma crise sem precedentes?”

    Eu acho incrível esses esquerdistas que chegam a defender que o ‘PT é direita’.

    O projeto do PT foi o único que realmente deu certo no Brasil (tirando a parte da corrupção): tirou milhões da miséria e colocou milhões nas universidades.

    E sabe porque deu certo? Porque o PT esqueceu essa idéia maluca de esquerdizar tudo. O PT (e principalmente o Lula) percebeu que o capitalismo é o caminho (sem esquecer o social).

    O comunismo e o livre mercado são duas idéia macabras que só funcionam no papel…

    1. Andre B

      27 de dezembro de 2015 3:50 pm

      caminho para o abismo…

      Um partido que acha que o capitalismo é o caminho é um partido de direita, é tão obvio. Partidos que acham que o caminho é outro podem ser reformistas ou revolucionários, mas não acham que o caminho é o capitalismo. Veja só onde esse caminho nos levou: a pior crise dos últimos anos! não só no Brasil, mas no mundo todo onde impera o desemprego e a pior distribuição de renda da história. Dizer que o PT não é de direita é vedar por principio outros caminhos para a humanidade que não seja o do capitalismo. Então sua conclusão de que o PT não é de direita é uma consequencia da premissa neoliberal: ‘não existe alternativa’ ao capitalismo.

    2. Mestre Yoda

      27 de dezembro de 2015 4:03 pm

      em nenhum lugar do texto está

      em nenhum lugar do texto está dito que o PT é direita, aliás, nem penso isso.

  6. Free Walker

    27 de dezembro de 2015 2:24 pm

    Jean Wyllys: Presidente do

    Jean Wyllys: Presidente do Big Brother Brasil.

    Engraçado: Jean Wyllys sem o BBB da Globo e os votos dos homofóbicos e racistas brasileiros seria apenas mais um professor mal renumerado na Bahia.

    1. Mestre Yoda

      27 de dezembro de 2015 4:02 pm

      se fosse por isso já teríamos

      se fosse por isso já teríamos outros BBBs com mandato federal.

  7. Fabio !

    27 de dezembro de 2015 2:51 pm

    + +

    Será que aguenta o tranco ?

    1. Mestre Yoda

      27 de dezembro de 2015 4:01 pm

      o Jean Wyllys já segura uma

      o Jean Wyllys já segura uma onda incrível naquela Câmara, cheia de parlamentares homofóbicos e racistas.

  8. Pereira LF

    27 de dezembro de 2015 3:20 pm

    Ideia de jerico

    Tá certo que devemos ouvir nossos mestres, mas tem mestre que é Fyoda!

    Posso até admitir que é um deputado com algum destaque, mas não tem nada de excepcional e está há anos luz das credencias que o país precisa. BBB, midiático ou artista por artista por que não lembrarf então de Sergio Reis ou Tiririca.

    1. Mestre Yoda

      27 de dezembro de 2015 4:07 pm

      desconhecimento teu, o Jean

      desconhecimento teu, o Jean Wyllys, além de midiático, é acadêmico (com doutorado), oriundo das classes populares e, por isso, incomoda

      1. Pereira LF

        27 de dezembro de 2015 4:54 pm

        Mesmo com doutorado é pouco…..

        Mestre Yoda,

        Titulos acadêmicos não credenciam ninguém para o cargo em questão. Sarney, Itamar, Collor, FHC e Dilma também os tinham ou têm. E daí? E concorreram para caos em que vivemos. Por ironia, o melhor governo (ao menos no primeiro mandato), foi o de Lula que só tem o ensino fundamental e um curso tecnico do Senai. Isso, a meu ver, desqualifica sua argumentação.

        O cargo exige um político experiente, sensato, agregador, dono de mandatos, conhecedor da podridão do meio políitico, negociador, com transito entre intelectuais, empresários, empreendedores sociais, etc. Só com essa bagagem poderá trazer colaboradores para a missão. Ninguem com menos 50/60 anos consegue isso. Collor tinha 40. Era um porra louca. Tem mais: ser honesto, patriota, ter sensibilidfade social. A Dilma tem tudo isso e é um desastre. Sem traquejo político não adianta.

        O seu candidato é, com certeza, melhor que muitos lá no Confgresso. Mas, repito, é pouco. E retiro a indelicadeza de considerar sua idéia como de “jerico”. Apenas acho estranha, ingênua e exdrúxula. 

        1. Mestre Yoda

          27 de dezembro de 2015 6:52 pm

          concordo que não são

          concordo que não são suficientes, mas, diferente do que disseste inicialmente, o Jean Wyllys não é um mero BBB e tem bem mais predicados, como reconhecestes em seguida. De qualquer modo, sua argumentação usa a artimanha de apenas tentar desqualificar, sem tocar nos argumentos. Primeiro diz que é de jerico, embora seus argumentos sejam facilmente refutáveis, depois muda pra “estranha, ingênua e esdrúxula, embora novamente não refute qualquer um dos argumentos. 

          1. Pereira LF

            27 de dezembro de 2015 7:47 pm

            Yoda se faz de desentendido

            Tenha dó. Discordei da sua ideia e dei argumentos mais que suficientes. Para não replicar cada parágrafo deixei claro que o deputado dos seus sonhos ainda é inexperiente e não reune (ainda) requsitos para o cargo. Não sei se algum dia os terá. E deixei muito claro algumas qualificações politicas necessarias. Sua proposta é meio rebelde-juvenil, um convite a aventura. Chega a experiencia Dilma. Honesta e incompetente que arrembentou todas as conquistas de FHC e LULA e ainda desmoralizou o PT.

             

          2. Mestre Yoda

            27 de dezembro de 2015 11:35 pm

            Veja que você não continua

            Veja que você não continua não conversando sobre o texto (espero que tenha, ao menos, lido). Sequer falei de experiência, embora acredite que seja um bom argumento, ainda que acredite que isto se faz na caminhada (que, como disse, será longa). Quanto a minha suposta “rebeldia juvenil”, novamente é mera ladainha de coroa, sem dialogar com qualquer argumento do texto. Ao criticar um texto, é preciso ter lido, meu caro, caso contrário, você não saberá os argumentos nele contidos.

  9. Eduardo Londero

    27 de dezembro de 2015 3:32 pm

    Um bom deputado nascido no

    Um bom deputado nascido no berço de um programa da Globo.

    Serve alguém com esse pedigree?

    1. Roberto Monteiro

      27 de dezembro de 2015 10:53 pm

      Sinceramente…

      não vejo problema dele ter participado de programas da globo. O Nassif, o PHA, o Paulo Nogueira e tantos outros trabalharam na veja. Isso os desqualifica? Já fui filiado ao antigo partido liberal do finado Àlvaro Vale. E daí? Meu pensamento hoje é outro.

    2. Mestre Yoda

      27 de dezembro de 2015 11:31 pm

      sim, para quem não tem esse

      sim, para quem não tem esse tipo de preconceito, claro.

  10. marcelo viana

    27 de dezembro de 2015 3:57 pm

    Pelo amor de Deus, não me
    Pelo amor de Deus, não me façam mudar de idéia.

  11. Mestre Yoda

    27 de dezembro de 2015 5:40 pm

    exatamente

    exatamente

  12. Gilson AS

    27 de dezembro de 2015 7:09 pm

    OK, tem todo o direito.
    Mas

    OK, tem todo o direito.

    Mas acredito que tenha que entrar na fila.

    Antes dele tem muita gente boa.

    Por ex. Haddad, Ciro, Jaques Wagner, o proprio Lula …

    Outro detalhe que está no texto que não está correto, O Jean não tem o fenótipo de negro.

    1. Mestre Yoda

      27 de dezembro de 2015 11:29 pm

      Não há filas para processos

      Não há filas para processos eleitorais, há disputa. O PSOL é um dos partidos que mais cresce no Brasil. Quanto à negritude do Jean Wyllys ou de qualquer outra pessoa, o fenótipo é um dos critérios e mesmo nesse, ele se enquadra, o IBGE trata a questão como de “autodeclaração” (como tem que ser), mas também de filiação, de cultura, enfim, uma questão étnica, que não pode ser tratada do ponto de vista da racialidade biológica.

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