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19 Comentários
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  1. romulus

    8 de maio de 2017 3:35 am

    Macron brasileiro?


    http://www.romulusbr.com/2017/05/aula-de-frances-quem-e-o-macron.html

  2. Webster Franklin

    8 de maio de 2017 3:58 am

    No desespero, Globo apela para baixaria contra Lula

    Brasil 247

    No desespero, Globo apela para baixaria contra Lula

     

    Grupo de comunicação Globo, da família Marinho, parece tratar como uma questão de vida ou morte sua guerra particular contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que já arrastou a economia brasileira para o fundo do poço, quebrando várias empresas nacionais; neste fim de semana, a revista Época, dos Marinho, inventa propinas de R$ 80 milhões de Lula; lista inclui as palestras que ele realizou (inclusive para a Globo), o triplex que ele não comprou, a sede que o Instituto Lula não ganhou e outras bobagens; o que ninguém sabe é que mal tão grande Lula fez à Globo, além de salvar a empresa, que enfrentava sérias dificuldades financeiras no fim do governo FHC, e trazer a Copa de 2014 e os Jogos Olímpicos para o Rio de Janeiro, dois eventos em que os Marinho ganharam rios de dinheiro

    6 de Maio de 2017 às 20:34

     

    247 – Excluindo os generais da ditadura militar, nenhum presidente fez tão bem à Globo quanto Luiz Inácio Lula da Silva. Em seu primeiro governo, Lula salvou o grupo da família Marinho, que enfrentava sérias dificuldades financeiras decorrentes de sua dívida cambial contraída na era FHC. No segundo, Lula conquistou para o Brasil o direito de sediar a Copa de 2014 e os Jogos Olímpicos de 2016, no Rio de Janeiro, dois eventos em que a Globo ganhou rios de dinheiro.

    Deve ser por isso que os Marinho jamais perdoaram Lula. E são eles os principais responsáveis por uma guerra que já destruiu a economia brasileira, quebrou várias empresas nacionais e feriu de morte a democracia, com o golpe mandrake executado em 2016. O plano original previa a extinção do Partido dos Trabalhadores e a eventual prisão de Lula – dois objetivos ainda não alcançados.

    Mas a Globo não desiste. Neste fim de semana, a revista Época, dos Marinho, inventa propinas de R$ 80 milhões de Lula. A lista inclui as palestras que ele realizou (inclusive para a Globo), o triplex que ele não comprou, a sede que o Instituto Lula não ganhou e outras bobagens.

    Além disso, os principais colunistas do jornal O Globo, Merval Pereira e Miriam Leitão, foram orientados a descascar a lenha em Lula. Os dois tratam como verdade absoluta a delação de Renato Duque – que, depois de três anos preso, esperou justamente a semana que antecede o depoimento de Lula em Curitiba para tentar criminalizá-lo.

    O esforço da Globo para destruir Lula foi resumido pelo senador Roberto Requião numa palavra: canalhice (leia mais aqui). No entanto, embora seja o maior monopólio de comunicação do mundo, a Globo não conseguiu destruir Lula, que lidera todas as pesquisas sobre sucessão presidencial e seria eleito mais uma vez, se as eleições fossem hoje.

    http://www.brasil247.com/pt/247/midiatech/294076/No-desespero-Globo-apela-para-baixaria-contra-Lula.htm

  3. andre rs t

    8 de maio de 2017 6:55 am

    O aparelhamento do setor elétrico que precisa ser denunciado

     

    “A venda parcial ou total de nossos ativos de distribuição será benéfica para todos os nossos públicos e interesses.”

    https://theintercept.com/2017/05/05/em-plena-campanha-por-cortes-eletrobras-eleva-em-29-gastos-com-remuneracao-da-diretoria/

     

  4. Jackson da Viola

    8 de maio de 2017 7:31 am

    justica-parana-proibe-manifestacoes-apoio-lula-curitiba

    http://www.conjur.com.br/2017-mai-08/justica-parana-proibe-manifestacoes-apoio-lula-curitiba?utm_source=dlvr.it&utm_medium=twitter

  5. Jackson da Viola

    8 de maio de 2017 7:35 am

    globo-censura-placa-da-cut-contra-reforma-da-previdencia

    http://www.viomundo.com.br/denuncias/globo-censura-placa-da-cut-contra-reforma-da-previdencia-na-final-do-campeonato-mineiro.html

  6. Jackson da Viola

    8 de maio de 2017 7:38 am

    a-cruzada-de-um-prefeito-mimado-contra-seus-criticos

    https://theintercept.com/2017/05/07/a-cruzada-de-um-prefeito-mimado-contra-seus-criticos/

  7. Jackson da Viola

    8 de maio de 2017 7:49 am

    brazil-general-strike-media-silence

    http://www.aljazeera.com/programmes/listeningpost/2017/05/brazil-general-strike-media-silence-170506093737946.html

  8. nilo filho

    8 de maio de 2017 11:17 am

    FRANÇA ELEIÇÕES:
    QUATRE

    FRANÇA ELEIÇÕES:

    QUATRE CHIFFRES QUI MONTRENT QUE L’ÉLECTION D’EMMANUEL MACRON N’EST PAS SI ÉCRASANTE

    http://www.francetvinfo.fr/elections/presidentielle/quatre-chiffres-qui-montrent-que-l-election-d-emmanuel-macron-n-est-pas-si-ecrasante_2180067.html

    Taxe d’habitation, assurance-chômage, service militaire… Cinq promesses phares d’Emmanuel Macron passées au crible

    Emmanuel Macron fête sa victoire à l’élection présidentielle, le 7 mai 2017 devant la pyramide du Louvre, à Paris. (ERIC FEFERBERG / AFP)

    La victoire est claire et nette, mais n’a rien d’un triomphe. Le score d’Emmanuel Macron (66,1%) face à Marine Le Pen, au second tour de l’élection présidentielle, dimanche 7 mai, cache plusieurs faiblesses, auxquelles le nouveau président risque d’être confronté très rapidement.

    Un président choisi par seulement 44% des inscrits

    Avec 25,44% d’inscrits qui ne sont pas allés voter, selon les chiffres définitifs du ministère de l’intérieur, cette élection présidentielle enregistre le taux d’abstention le plus élevé pour un second tour depuis 1969. A l’époque, le duel droite-centre droit entre Georges Pompidou et Alain Poher avait été boudé par la gauche.

    L’abstention est particulièrement élevée parmi les électeurs qui avaient voté Jean-Luc Mélenchon au premier tour : 24% d’entre-eux ne se sont pas déplacés ce 7 mai. Les 18-24 ans (34%) et les chômeurs (35%) sont les catégories qui se sont le plus abstenues.

    Par ailleurs, plus de 4 millions d’électeurs (soit 8,6% des électeurs inscrits et 11,5% des votants) ont glissé un bulletin blanc ou nul dans l’urne lors de ce second tour. Il s’agit d’un record absolu sous la Ve République.

    En définitive, Emmanuel Macron a donc été élu par seulement 43,6% des électeurs inscrits, alors que le total de l’abstention et des votes blancs et nuls atteint 34%.

    Un choix par défaut pour 43% de ses électeurs

    Parmi les électeurs d’Emmanuel Macron au second tour, 43% disent avoir voté pour lui en premier lieu pour faire barrage à Marine Le Pen. Toujours selon le sondage Ipsos/Sopra Steria pour France Télévisions*, 33% de ses électeurs disent avoir voté pour lui pour le renouvellement qu’il représente, seulement 16% pour son programme et 8% pour sa personnalité.

    Les raisons du vote en faveur de Marine Le Pen, selon un sondage Ipsos/Sopra Steria. ((IPSOS/SOPRA STERIA))

    Ce manque d’adhésion annonce peut-être les difficultés auxquelles Emmanuel Macron pourrait être confronté dès sa prise de fonctions. Ces chiffres montrent en tout cas que le nouveau président ne bénéficiera pas d’un état de grâce au début de son quinquennat.

    Près de 11 millions de voix pour le FN, du jamais-vu

    Derrière la victoire d’Emmanuel Macron et la défaite de Marine Le Pen se cache un chiffre qui relativise l’ampleur du score obtenu par le nouveau président. Avec plus de 10,6 millions de voix, Marine Le Pen signe un record pour le Front national. Elle double ainsi le score obtenu par Jean-Marie Le Pen au second tour de l’élection présidentielle de 2002 (5,5 millions). Et elle améliore d’au moins 3 millions de voix son score du premier tour.

    61% des Français ne souhaitent pas lui donner une majorité absolue

    Autre chiffre inquiétant pour Emmanuel Macron : si les Français l’ont largement élu, ils ne souhaitent pas pour autant lui donner un blanc-seing. Selon notre étude Ipsos/Sopra Steria, 61% des sondés ne souhaitent pas lui donner une majorité absolue à l’Assemblée nationale. Ils ne sont que 15% à le souhaiter “tout à fait” et 24% à le souhaiter “plutôt”.

    Les élections législatives des 11 et 18 juin, qui détermineront en grande partie la teneur du quinquennat d’Emmanuel Macron et sa capacité ou non à gouverner, pourraient donc se révéler très difficiles pour le nouveau chef de l’Etat.

    * Sondage Ipsos/Sopra Steria pour France Télévisions, Radio France, Le Point, Le Monde, France 24 et les chaînes parlementaires.

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  9. LACosta

    8 de maio de 2017 11:30 am

    Onde VOCE quer envelhecer???

    MUNICÍPIOS MINEIROS ESTÃO ENTRE MELHORES CIDADES PARA ENVELHECER NO BRASIL

    08/05/2017

     

     

    Os municípios de Lavras, Alfenas e Itajubá, no Sul de Minas, e Nova Lima, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, estão entre as 50 melhores cidades para se envelhecer. O levantamento, realizado pelo Instituto de Longevidade Mongeral Aegon em parceria com a Fundação Getúlio Vargas, estudou as condições de vida em 348 cidades. Foram observados aspectos como educação, trabalho, cultura, habitação e saúde.

    Praça central (Dr. Augusto Silva) em Lavras MG

    Alfenas – MG

    Itajubá – MG

     

    http://idl.institutomongeralaegon.org/

     

    1. São João da Boa Vista, SP / 99.82

    2. Vinhedo, SP / 99.49

    3. Lins, SP / 96.61

    4. Fernandópolis, SP / 95.70

    5. Tupã, SP / 94.78

    6. Votuporanga, SP / 93.92

    7. Lajeado, RS / 92.69

    8. Itapira, SP / 92.21

    9. Rio do Sul, SC / 92.15

    10. Bebedouro, SP / 91.11

    11. Pato Branco, PR / 89.87

    12. Jaboticabal, SP / 89.13

    13. São José do Rio Pardo, SP / 89.05

    14. Paulínia, SP / 89.01

    15. Olímpia, SP / 88.82

    16. Videira, SC / 88.49

    17. Jaguariúna, SP / 88.08

    18. Mogi Mirim, SP / 87.96

    19. Batatais, SP / 87.37

    20. Avaré, SP / 87.01

    21. Matão, SP / 86.96

    22. Capivari, SP / 86.61

    23. Lavras, MG / 85.22

    24. Pirassununga, SP / 84.47

    25. Mirassol, SP / 84.28

    26. Taquaritinga, SP / 83.95

    27. Marechal Cândido Rondon, PR / 83.75

    28. Concórdia, SC / 83.50

    29. Alfenas, MG / 83.47

    30. São Roque, SP / 83.25

    31. Cruzeiro, SP / 83.24

    32. Ijuí, RS / 82.90

    33. Esteio, RS / 82.67

    34. Ibitinga, SP / 82.48

    35. Montenegro, RS / 82.02

    36. Itajubá, MG / 81.09

    37. Francisco Beltrão, PR / 80.83

    38. Cianorte, PR / 80.80

    39. Andradina, SP / 80.74

    40. Farroupilha, RS / 80.72

  10. Somebody

    8 de maio de 2017 11:48 am

    Vocês realmente deveriam ler

    Vocês realmente deveriam ler este artigo: https://www.theguardian.com/politics/2017/feb/26/robert-mercer-breitbart-war-on-media-steve-bannon-donald-trump-nigel-farage

    Eu estou razoavelmente convencido que têm muito a ver com o caos em que o Brasil se encontra.

  11. Jackson da Viola

    8 de maio de 2017 12:14 pm

    Mauro Santayana

    http://www.maurosantayana.com/2017/05/ao-responder-lula-o-mp-continua-fazendo.html

  12. Jackson da Viola

    8 de maio de 2017 12:28 pm

    não é recente, mas é engraçada…….

    colunista Paulo Cândido, no Diário Catarinense

    http://dc.clicrbs.com.br/sc/vozes/noticia/2016/07/conheca-o-departamento-de-desideologizacao-de-material-didatico-da-nossa-editora-6727713.html

    “Conheça o Departamento de Desideologização de Material Didático da nossa editora”

    – Bom dia, professor, aqui é Luíza, do Departamento de Desideologização de Material Didático da editora.

    – Bom dia, Luíza. Em que posso ajudar?

    – É sobre algumas modificações que precisamos que sejam feitas no seu livro.

    – Mas eu sou professor de matemática, filha…

    – Sim, mas tem uns problemas.

    – Meu livro é para o ensino fundamental…

    – Então. O seu caso é simples, o senhor vai ver.

    – Fale…

    – Logo no início, nos exercícios de adição. Tem o exercício 6 na página 23, “João não conseguia dormir então começou a contar os carneirinhos que, na sua imaginação, pulavam uma cerca”.

    – E qual o problema?

    – O problema é que os carneirinhos pulando a cerca são uma crítica velada aos enclosements ingleses e uma referência à acumulação primitiva do capital. Propomos mudar para “franguinhos entrando no navio, que o pujante agronegócio brasileiro exporta para a Europa”.

    – Ninguém conta frangos para dormir.

    – Justo, por causa da ideologia que sataniza o produtores rurais que põem comida na nossa mesa. Tem outro, mais para frente, na página 32, o exercício 7 diz que “Rita tinha 18 bananas e comeu 4”. Bananas é uma referência ao Brasil como uma Banana Republic, não pode.

    – Troca por laranjas.

    – Aí seria uma crítica aos prestadores de serviço financeiros que ajudam os empresários a impedir que o governo tome seu dinheiro através dos impostos. Trocamos por abacaxis.

    – Abacaxis? Ninguém come quatro abacaxis.

    – Sim, também trocamos “comeu 4” por “vendeu 4 livremente realizando um justo lucro por seu esforço”.

    – As crianças de 8 anos vão entender isso?

    – Vão entender se for explicado, se a ideologia deixar de ocultar delas como as relações comerciais fazem justiça a quem produz.

    – Ah, tá. Mais alguma coisa?

    – Tem mais umas coisinhas, eu mando por e-mail. Mas o mais grave é a parte final do livro. Precisamos marcar uma reunião para rever os capítulos 7 e 8.

    – Divisão?

    – Isso. Divisão é um conceito marxista que não pode ser usado para doutrinar as criancinhas.

    – Mas como as crianças vão aprender aritmética sem divisão?

    – Nossos especialistas estão finalizando uma proposta. A ideia geral é mostrar que a divisão pode ser correta, desde que a operação reflita que, por exemplo, 100 reais divididos por 100 pessoas resulte em 99 reais para uma e o real restante dividido entre as outras 99.

    – Mas isso acaba com a Matemática!

    – Acaba com a Matemática Igualitária e Comunista que imperou até hoje, professor, e a substitui por uma matemática mais justa! Já temos até um projeto de lei para ser apresentado ao Congresso tornando obrigatório o ensino da Matemática Meritocrática!

  13. rkodama

    8 de maio de 2017 3:38 pm

    Receita esconde de auditores dados da regularização de ativos no

    http://www.conjur.com.br/2017-mai-06/receita-esconde-dados-regularizacao-ativos-exterior?boletim2=1274

     

    Sigilo do sigilo

    Receita esconde de auditores dados da regularização de ativos no exterior

    6 de maio de 2017, 10p5

    Por Pedro Canário

    Nem mesmo os auditores fiscais da Receita Federal têm como saber quem aderiu ao programa de regularização de ativos mantidos no exterior. Por determinação interna e sigilosa da Receita, os CPFs e CNPJs dos participantes do programa nos sistemas do Fisco foram substituídos pelo CNPJ da Secretaria da Receita Federal. Ou seja, é impossível conhecer os verdadeiros donos do dinheiro que aportou no país.

    A medida foi adotada “para proteger o sigilo fiscal dos contribuintes que aderiram ao Regime Especial de Regularização Cambial e Tributária (RERCT)”, o nome oficial do programa. O aviso está na Nota Arrecadação 006/2016, assinada pelos responsáveis pela Coordenadoria-Geral de Arrecadação e Cobrança (Codac) e pela Coordenadoria Especial de Ressarcimento, Compensação e Restituição (Corec), ambos órgãos de cúpula da Receita, em novembro.

    Essa orientação impede que os auditores tenham acesso a quem aderiu ao programa e aos documentos de arrecadação (Darf) que comprovam o pagamento de impostos. Isso significa que não podem cruzar esses dados com outros referentes à situação tributária de quem aderiu ao programa, para fins de fiscalização.

    “Isso é inédito na Receita Federal”, diz o auditor Kleber Cabral, presidente da Associação Nacional dos Auditores Fiscais da Receita (Unafisco). “Criou-se um sigilo do sigilo fiscal: as pessoas ou empresas que aderiram ao programa de regularização passaram a ter mais proteção do que o contribuinte comum. É uma ocultação desses CPFs e CNPJs não prevista em lei e sem norma específica para criar essa proteção especial injustificada”, comenta.

    Contribuintes especiais
    A Receita afirma que se trata de uma questão tecnológica de organização interna, e não de “proteção especial”. Em nota enviada à ConJur nesta sexta-feira (5/5), a Secretaria da Receita diz que “os documentos de arrecadação do RERCT compõem uma base de dados específica. Por isso na base de dados geral de pagamentos eles não são identificados”.

    O presidente da Unafisco, no entanto, não vê sentido na explicação. Para ele, trata-se de uma “proteção indevida que pode atrapalhar o trabalho da fiscalização pela falta de uma informação que deveria estar disponível”.

    Cabral conta que o sistema da Receita é integrado, e os auditores têm acesso tanto ao banco de dados quanto ao “Dossiê Integrado”. Esse dossiê é um documento com todas as informações de que o Fisco dispõe sobre um contribuinte: as declarações de renda, os informes de rendimento feitos pelo banco, os relatórios de empresas de cartão de crédito etc.

    Mas com a substituição do CPF dos participantes do programa de regularização pelo CNPJ da Secretaria de Receita, o Dossiê Integrado fica incompleto. “Só duas pessoas no Brasil têm acesso a isso”, diz Cabral, em referência aos coordenadores da Corec e da Codac. “Os auditores não têm acesso, mas a cúpula da Receita tem. É uma jogada para dar ‘segurança’ pro declarante.”

    Caixa preta
    A regra já produz seus efeitos, diz Kleber Cabral. A deflagração da última fase da operação “lava jato” é prova disso: no despacho que mandou prender um diretor da Petrobras, o juiz federal Sergio Moro diz que ele usou do programa de regularização para lavar dinheiro recebido como forma de suborno e mantido num banco nas Bahamas.

    De acordo com o Ministério Público Federal, o executivo havia declarado renda de R$ 14,3 milhões e, depois que aderiu ao programa, informou manter R$ 47,9 milhões nas Bahamas. O MPF só conseguiu ter acesso a essa informação porque a Justiça Federal autorizou a quebra de sigilo bancário e fiscal do diretor da Petrobras, porque o programa de regularização protege os contribuintes desse tipo de acusação.

    É uma reclamação feita por auditores fiscais desde que se discute a implantação de um programa de repatriação de dinheiro mantido no exterior sem avisar o Fisco. Em audiências públicas e manifestações no Congresso, reclamavam do fato de a lei brasileira eximir quem quisesse aderir ao programa de comprovar a origem legal do dinheiro.

    Isso, afirmam, permitiu a regularização de dinheiro mantido fora do Brasil justamente por sua origem ilegal. O caso do diretor da Petrobras preso na última fase da “lava jato” só mostra o que já se falava há muito tempo, acredita Kleber Cabral. Por isso os servidores gostaram da fala do procurador da República Diogo Castor de Matos de que a operação “deve abrir a caixa preta dessa lei de regularização cambial e verificar de que forma está se dando esse procedimento”, conforme disse ao jornal O Estado de S. Paulo. 

    Clique aqui para ler a Nota Arrecadação 006/2016 Codac/Corec da Receita Federal

    Pedro Canário é editor da revista Consultor Jurídico.

    Revista Consultor Jurídico, 6 de maio de 2017, 10p5

  14. romulus

    8 de maio de 2017 6:54 pm

    Pizza ou jabuticaba?


    Link:

    http://www.romulusbr.com/2017/05/democracia-contra-majoritaria.html

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