Jornal GGN – As vendas dos remédios que formam o ‘kit covid-19’, defendido pelo presidente Jair Bolsonaro contra a doença, impulsionou o faturamento de algumas farmacêuticas entre janeiro de 2020 e maio de 2021.
Dados enviados à CPI da Pandemia e divulgados pelo jornal Folha de São Paulo mostram que a comercialização dos medicamentos que integram tal kit saltou de pouco mais de R$ 180 milhões em 2019 para R$ 482 milhões no ciclo pandêmico.
Os dados sigilosos e abertos consideram as empresas EMS (que aumentou seu faturamento em 709% com os medicamentos do kit covid em 2020), Farmoquímica, Momenta Farmacêutica, Abbott, Sandoz, Cristália e Supera Farma, mas tudo indica que o valor total pode ter ultrapassado R$ 1 bilhão uma vez que empresas como Apsen, Vitamedic e Brainfarma, não enviaram dados fechados de seu faturamento para a comissão.
Dentre os remédios que compõem o kit, estão cloroquina, ivermectina, nitazoxanida, azitromicina e vitamina D.
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