19 de junho de 2026

Apagão nos dados Covid-19 no Brasil assusta o mundo; Queiroga tem “esperança”

O mundo fica em alerta com o Brasil e o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, torce para não haver "uma explosão das internações"
Foto: Isaac Nóbrega/PR

Jornal GGN – Um mês após o ataque hacker e o apagão nos dados da Saúde sobre a Covid-19, o mundo fica em alerta com o Brasil e o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, torce para não haver “uma explosão das internações”.

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No dia 10 de dezembro, a pasta relatou ter sofrido uma “invasão” aos sistemas de dados, provocando um apagão na contagem de contágios e mortes por Covid-19 no Brasil.

Até hoje, a pasta alega não ter conseguido recuperar completamente os números. O cenário ocorre em meio a novas recordes mundiais de contágio pela variante ômicron, incluindo no Brasil, ainda que sem a confiança dos números.

Queiroga afirmou que há “uma certa incerteza” com a variante, mas disse relegou à “esperança” a sorte de que não ocorra “uma explosão das internações hospitalares e também um aumento proporcional de óbitos”.

“Nós temos um cenário pandêmico de uma certa incerteza em face da variante ômicron, com o aumento de casos, mas nós temos a esperança que não haja uma explosão das internações hospitalares e também um aumento proporcional de óbitos, porque a nossa população está fortemente vacinada”, disse o ministro.

Ele se comparou, ainda, a países da Europa. O continente é um dos epicentros de novos contágios, o que vem obrigando os países a promover novos lockdowns, quarentenas e fechamentos de comércio e serviços.

Enquanto isso, o apagão nos dados do Brasil assustam a comunidade internacional, incluindo técnicos e cientistas da OMS (Organização Mundial da Saúde).

“Há uma sensação de que o Brasil está voando no escuro”, afirmou um dos cientistas da OMS ao jornalista Jamil Chade, do Uol. O colunista relatou que o recorde de novos contágios pela explosão da ômicron no mundo alertou a OMS, que enxerga o Brasil como “exemplo” ruim da falha da percepção real sobre o avanço do coronavírus.

No dia 2 de janeiro, o mundo registrou um recorde de 9,5 milhões de casos de Covid-19, que deve ser superado na última semana.

Redação

Curadoria de notícias, reportagens, artigos de opinião, entrevistas e conteúdos colaborativos da equipe de Redação do Jornal GGN

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Repórter do GGN há 9 anos. Especializada em produção de conteúdo para as redes sociais.

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Carla Castanho é repórter no Jornal GGN e produtora no canal TVGGN

1 Comentário
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  1. j,marcelo

    10 de janeiro de 2022 12:37 pm

    TENHO O DIREITO DE SABER OS DADOS SOBRE A PICADA DE TECNOLOGIA RNA EXPERIMENTAL SIM,QUERO MAIS PICADAS NO BRASIL DE VÍRUS INATIVADO(NÃO EXPERIMENTAL)CADÊ A MINHA CORONAVAC?A MÍDIA ILIBADA CHEIOS DE FUNCIONÁRIOS OPS COLUNISTAS E CIENTISTAS(NÃO SÃO MÉDICOS VIU GENTE)DIZEM Q SALVA TODO MUNDO, ENTÃO SALVA UÉ?NÃO IMPORTA O Q FIZERAM(MIDÍA) E CONSEGUIRAM VENDER AO POVO NO PASSADO RECENTE(LULA DIABO E BOLSONARO,O NOVO,NA POLITÍCA)

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