4 de junho de 2026

Com exceção de policiais, funcionalismo federal perdeu renda em 10 anos

Quando se desconta inflação, policiais federais aumentaram poder de compra em 7%; PF e PRF foram únicos com aumento real de salário

Jornal GGN – O reajuste salarial de policiais federais, policiais rodoviários e do Departamento Penitenciário aprovado pelo presidente Jair Bolsonaro desagradou muitas categorias do serviço público federal.

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O descontentamento pode ser explicado pelo fato de os policiais serem os únicos com ganho real de renda em um período de dez anos.

Cálculos elaborados a pedido do jornal O Globo mostram que, descontada a inflação, a categoria dos policiais federais aumentou seu poder de compra em 7%.

Militares e professores conseguiram proteger seus salários da inflação, e apresentaram ganho real de 12%.

Por outro lado, a defasagem salarial de outros servidores federais chegou a 5%, mas atingiu 11% entre os profissionais que atuam no Judiciário. A perda entre os trabalhadores do setor privado ficou em torno de 2%.

Caso Bolsonaro mantenha seu plano de reajustar apenas os salários dos policiais (categoria alinhada com seu governo), a disparidade salarial entre categorias deve aumentar ainda mais.

Porém, representantes do governo já receberam sinais de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) que existe a possibilidade de o Executivo ser obrigado a repassar o aumento para todos os servidores públicos ainda em 2022, quando termina o congelamento salarial de dois anos estabelecido no começo da pandemia de covid-19.

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3 Comentários
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  1. IA2

    16 de janeiro de 2022 10:21 am

    Fato, que esta armado tem maior poder de pressão e adquire e mantém vantagens.

  2. José de Oliveira Guimarães

    17 de janeiro de 2022 12:54 am

    de que professores o artigo fala? Certamente não são os professores das Universidades federais. Nós tivemos pelo menos 30% de perda desde 2015. Há cálculos precisos a este respeito, se o blogue quiser eu passo o contato do professor que fez as contas. E que, aliás, seria um ótimo entrevistado para a TV GGN

  3. José de Oliveira Guimarães

    17 de janeiro de 2022 12:54 am

    de que professores o artigo fala? Certamente não são os professores das Universidades federais. Nós tivemos pelo menos 30% de perda desde 2015. Há cálculos precisos a este respeito, se o blogue quiser eu passo o contato do professor que fez as contas. E que, aliás, seria um ótimo entrevistado para a TV GGN. E ele é pianista clássico também, poderia tocar alguma coisa ao final da entrevista

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