O coronel do Exército Rodrigo Santa’ana segue ocupando cargo como chefe da Divisão de Sistemas de Segurança e Cibernética da Informação dentro da corporação. Ele foi excluído da equipe que faria o relatório do Ministério da Defesa que será divulgado nesta quarta-feira (9) após usar redes sociais para atacar o processo eleitoral e compartilhar conteúdo bolsonarista.
Sant’ana havia sido indicado pelas Forças Armadas para fazer parte da Comissão de Transparência criada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), para fiscalizar o pleito. Ele trabalhava com o código-fonte das urnas eletrônicas.
No entanto, decisão dos ministros Alexandre de Moraes e Edson Fachin retirou o militar do processo de produção do relatório. A medida aconteceu após a coluna do jornalista Rodrigo Rangel divulgar posts do coronel no Facebook em que a lisura das eleições era questionada, em conteúdo considerado bolsonarista.
Em uma das postagens, a plataforma classificou a publicação como ‘informação falsa’. Veja:



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Fábio de Oliveira Ribeiro
9 de novembro de 2022 1:39 pmO capitão presidente que comanda a tropa é ladrão e genocida. Os generais e coronéis que o servem são da mesma estirpe ou piores. O que está em vigor no Exército não é o Regulamento Militar e sim o Omertà (código de ética dos mafiosos). Esses são os vagabundos armados que acreditam ter o direito de fiscalizar eleições. SSaporra de Exército que tem vocação para agir como milícia criminosa deveria ser dissolvido.