A pressão pela escolha do nome que levará a cabo a economia do Brasil no governo Lula aumenta, mas o futuro presidente “não tem pressa” e deverá “demorar um pouquinho” para martelar o ministro da Fazenda.
A declaração foi dada pelo vice-presidente eleito Geraldo Alckmin. Não é só o nome do comando da Fazenda que está a espera de Lula, nenhum Ministério foi anunciado. Mas a pasta é a que gera mais receios sobre a forma que Lula fará a conciliação entre as distintas alas e apoios cedidos a Lula para ele se tornasse presidente.
Falando diretamente aos que pressionam e imprensa, Alckmin segurou as especulações: “O presidente não está com pressa para definir Ministério, agora é hora de ouvir.”
Até o momento, os caminhos adotados por Lula indicam que ele escolherá Fernando Haddad, o ex-prefeito de São Paulo, ex-ministro da Educação e ex-presidenciável, que tem ainda expertise em administração pública, estudou Direito, é mestre em economia, doutor em filosofia e, assim como sua gestão na capital paulista, mostrou uma proposta desenvolvimentista que dialoga com distintos setores.
Haddad esteve ao lado de Lula, em Brasília, nas reuniões que o presidente eleito teve, incluindo o encontro com o Grupo Técnico de economia. Nesta quarta (30), Haddad retornou a São Paulo para acompanhar a posse de sua esposa, Ana Estela Haddad, como professora titular da USP.
Sobre ser o momento de “ouvir”, Alckmin referiu-se a que Lula está conversando com os partidos que o apoiaram para escutar sugestões. Mas a decisão de quem será o ministro da Fazenda é de Lula, frisou o vice-presidente.
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Paulo Dantas
1 de dezembro de 2022 12:48 pmO “mercado” precisa de um nome para “reagir mal” , e vai criticar qualquer escolha.
Eu nomearia Neymar Jr. , dona Mirian Leitão vai reclamar de qualquer um mesmo , deixa ela ter motivo por um mês , dia 31/12 anuncia Haddad.