A segurança pessoal do presidente da República não será mais responsabilidade do Gabinete de Segurança Nacional (GSI).
Segundo a equipe do presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT), a pasta foi aparelhada por aliados do atual presidente, Jair Bolsonaro (PL), e impõe risco à segurança de Lula.
Além disso, o GSI deixará de ser responsável pela segurança do presidente empossado, uma vez que as nomeações na Esplanada dos Ministérios são publicadas no Diário Oficial do dia 1º de janeiro, com as posses ocorrendo no dia seguinte.
Atualmente, toda a segurança presidencial é feita pelo GSI, comandada pelo general Augusto Heleno, um dos mais próximos apoiadores de Bolsonaro.
Por conta disso, a Polícia Federal seguirá com a proteção aproximada do presidente eleito até que seja feita uma reestruturação, a ser coordenada pelo delegado federal Alexsander Castro Oliveira.
Relatório do grupo de inteligência também considera a retirada da Abin (Agência Brasileira de Inteligência) do GSI, mas isso deve ficar para um segundo momento.
Com informações da Folha de São Paulo
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