19 de junho de 2026

Editorial do Brasil Debate: Três motivos para votar em Dilma

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Editorial do Brasil Debate

No ar desde a última semana de julho, o Brasil Debate chega às vésperas do primeiro turno da eleição presidencial tendo cumprido a missão a que se propôs. Nestas 12 semanas, além de notas e entrevistas, publicamos mais de 90 artigos inéditos, escritos por cerca de 80 intelectuais e especialistas que se engajaram nesta tarefa, aos quais agradecemos enfaticamente.

Algumas importantes entrevistas e cerca de 90 notas sobre aspectos econômicos e sociais, bem como a edição e produção de gráficos e tabelas, completaram o trabalho. A repercussão e o interesse provocados por estes esforços foram e continuam sendo gratificantes.

O saldo do debate é amplo e não poderia ser reproduzido em poucas páginas. Mas, neste momento importante para democracia brasileira, trazemos uma conclusão simples e direta: na opinião da equipe que criou e coordenou o Brasil Debate, a melhor opção de voto em 05 de outubro é em Dilma Rousseff.

Três grandes motivos justificam esta opção, que vimos a público manifestar.

1º motivo: O Brasil melhorou

Os avanços sociais durante o governo Dilma, em prosseguimento ao período Lula, são incontestes e estão fartamente documentados. Destacamos a redução da desigualdade social e a redução drástica da pobreza como grandes conquistas dos últimos governos, que tiveram apoio na política de valorização do salário mínimo e nas melhorias do mercado de trabalho, com o aumento da formalização aumentou e a redução do desemprego. Também foram importantes os programas de transferência de renda, da Seguridade Social e aqueles voltados ao combate da extrema pobreza.

Essas conquistas não foram obra do acaso, mas fruto de política deliberada e da construção de um modelo de desenvolvimento historicamente inovador em que a questão social tem importância estratégica e a distribuição de renda também funciona como mecanismo que impulsiona o crescimento.

Para além do aumento expressivo mobilidade social, os colaboradores do Brasil Debate também identificaram avanços importantes em diversas áreas como, por exemplo, na saúde, na redução do desmatamento, nas políticas para agricultura familiar, na questão energética, nos direitos trabalhistas, na habitação, no saneamento, e na ampliação e democratização do acesso à  educação em todos os níveis, com destaque para a ensino infantil e  superior.

Este rumo civilizatório, apesar das dificuldades presentes, precisa continuar sendo seguido.

2º motivo: Há riscos de retrocesso

O projeto implementado nos últimos 12 anos causa desconforto em segmentos privilegiados da sociedade, que tem baixa adesão às convicções democráticas e não se conforma com a ascensão e a pretensão das camadas populares de influir nos rumos do país.  Esse desconforto foi canalizado pelas candidaturas de Marina Silva e Aécio Neves, e difundido pela mídia tradicional, que aposta na criação de mitos infundados, na retórica pessimista e na bandeira moralista.

O projeto conservador se apoia, no campo econômico, em uma agenda de reformas neoliberais – explícitas ou implícitas nos programas de Marina e Aécio – que inclui a flexibilização do mercado de trabalho, o fim da regra de ajuste do salário mínimo, o desmonte da previdência social, a redução do papel dos bancos públicos e o encolhimento do Estado.

O programa de Marina Silva foi além, ao propor uma radicalização da pauta financeira, com propostas como a independência do Banco Central, um conselho externo para a política fiscal e a eliminação do crédito direcionado.

Na política externa, o projeto conservador propõe um realinhamento com os EUA em detrimento da integração sul-americana e da construção da aliança estratégica com os BRICS.

Nesse contexto, os projetos de Marina e Aécio – apoiados pela elite conservadora, pelo setor financeiro e pela imprensa tradicional – se mostram contraditórios com o Estado de Bem-Estar Social previsto pela constituição de 1988, e incompatíveis com as demandas das manifestações de junho de 2013, que reivindicavam mais e melhores serviços públicos.

Resistir a esta agenda é fundamental para evitar que o país retome um padrão de crescimento concentrador de renda e que desmonte o nosso incipiente Estado de Bem-Estar Social.

3º motivo: Dilma é o caminho para avançar mais

Apesar dos progressos recentes, acreditamos que o Brasil precisa assegurar o crescimento econômico, sem o qual dificilmente a desigualdade poderia continuar a ser combatida com eficiência e sustentabilidade.

Isto implicará, por um lado, a ampliação ainda maior dos investimentos na indústria, infraestrutura e inovação, visando à redução dos custos e elevação da produtividade e, por outro, na continuidade dos processos de controle fiscal, controle inflacionário e redução dos juros.

Também – e não menos importante – será necessário dar continuidade às mudanças capazes de tornar o Brasil um país mais justo e igualitário. A redução das desigualdades de renda e riqueza e a busca da universalização da cidadania e da democracia plenas ainda tem um longo caminho pela frente.

Para isso, seria importante que a sociedade pressionasse e o governo buscasse efetivar uma reforma política que melhorasse os mecanismos de representação e reduzisse o poder econômico na política. A continuidade do processo de reconstrução do planejamento e do papel do Estado – um difícil caminho em função do desmonte ocorrido nos anos de 1990 – precisará vir acompanhada de uma gestão do Estado ainda mais eficiente, transparente e democrática.

Mudanças significativas no plano tributário também se fazem necessárias para melhorar a eficiência produtiva e para avançar na redução da desigualdade. Hoje a carga tributária brasileira continua sendo concentradora de renda, enquanto o gasto público distribui.

Outros desafios também devem ser enfrentados, como, por exemplo, a democratização da mídia, a segurança pública, as questões urbana e agrária, os direitos das minorias, o reequilíbrio do pacto federativo e a desmercantilização das políticas sociais.

Acreditamos que a candidatura Dilma é a única com comprometimento e capacidade para enfrentar esses desafios e realizar mudanças.

 

 

Redação

Curadoria de notícias, reportagens, artigos de opinião, entrevistas e conteúdos colaborativos da equipe de Redação do Jornal GGN

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22 Comentários
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  1. Cafezá

    2 de outubro de 2014 10:16 pm

    Assino embaixo e declaro meu

    Assino embaixo e declaro meu voto consciente em Dilma.

  2. Eliane Ribeiro

    2 de outubro de 2014 10:44 pm

    Sem medo de ser!sem medo ser

    Sem medo de ser!sem medo ser !…sem medo de ser feliz….dilma lá voto na esperança…..

  3. morallis

    2 de outubro de 2014 10:44 pm

    Sou Dilma  !

    Sou Dilma  !

  4. nilo

    2 de outubro de 2014 10:47 pm

    O que está em jogo nas

    O que está em jogo nas eleições (meu para o facebook)

     

    Nas eleições presidenciais de domingo, se confrontam 2 modelos de governo: o do Grande Capital Especulativo e o do Estado do Bem-Estar Social. A seguir uma didática diferenciação desse modelos:

     

    GRANDE CAPITAL ESPECULATIVO  X  ESTADO DO BEM-ESTAR SOCIAL

     

    (1) Por Grande Capital Especulativo (que tanto pode ser nacional como internacional) entenda-se aquele formado para a especulação de papéis. Capital improdutivo, isto é, não voltado à produção de bens ou serviços senão apenas para o ganho. É um capital parasitário e predatório: só seus agentes lucram. São seus agentes: os fundos de especulação, os bancos, os rentistas, os juristas (de juros), os dinheiristas, os argentário e os agiotas entre outros. Exemplo de grande especulador internacional: George Soros. Representantes principais na presente eleição: Aécio/PSDB e Marinha. Aécio na figura entre outras de Armínio Fraga (apontado como seu futuro Ministro da Fazenda) diretor por seis (6) anos do Fundo de Especulação de George Soros. Hoje, Armínio Fraga administra um fundo nacional (criado por ele e depois negociado) com 7 bilhões de dólares. Ao sair do Fundo de George Soros foi presidente do Banco Central do Brasil-BC (governo de FHC) e numa só tacada elevou o juros de 18,75% para 45%. Marina, entre outros, na figura de “Neca” Setúbal herdeira do Banco Itaú S.A. (o banco que é acionado pela Receita Federal por dívida de 18 bilhões de reais de IR, exatos R$.18.711.592.619,85 fora correção, juros e mora).

     

    (2) Por Estado do Bem-Estar Social entenda-se Estado forte, indutor, desenvolvimentista, voltado ao Capital Produtivo, à inclusão e inserção social, à diminuição das desigualdades, ao desenvolvimento social, à defesa dos direitos sociais e individuais, ao trabalho e ao lazer. Representante principal nas eleições; Dilma/Lula. Exemplo: combate à fome no Brasil (FAO declara que no Brasil não se tem mais fome:  

    “A fome deixou de ser endêmica no Brasil. Hoje, o país é um exemplo mundial de que é possível reduzir a fome de forma significativa, eficaz e digna. Compromisso político, investimentos, políticas públicas integradas e coordenadas e participação social são fatores que explicam o Brasil ter saído do mapa da fome. Quero destacar o papel do Consea nesse esforço: mobilizando opinião pública, participando do debate e elaboração de políticas, assegurando o controle social, monitorando sua implementação e ajudando a fortalecer o marco jurídico”

    site: https://www.fao.org.br/FAOrabcf.asp

     Contraponto importante: Especulação no Mercado Futuro de Alimentos (especulação nas bolsas de commodities com alimentos como trigo, arroz e milho, que correspondem a 75% do consumo mundial de alimento) é responsável pela fome no mundo: a cada 5 segundos uma criança morre de fome no mundo, principalmente na África afirma o sociólogo suíço Jean Ziegler ex-diretor especial para o Direito à Alimentação das Nações Unidas – 85% dos alimentos de base negociados no mundo são controlados por 10 empresa e “elas decidem cada dia quem vai morrer de fome e quem vai comer… A cada ano 18 morrem de fome. A cada 5 segundos uma criança no mundo morre de fome… Não há escassez de alimentos. O problema da fome é o acesso à alimentação”- Vide site:

     http://oglobo.globo.com/blogs/prosa/posts/2013/07/13/uma-crianca-que-morre-de-fome-hoje-assassinada-diz-jean-ziegler-503352.asp

     

    (gastei 20 segundos para ler o texto até esse ponto. Isso significa que nesse tempo morreram 4 crianças de 0 a 5 anos de idade de fome no mundo, principalmente na África)

     

    PORTANTO, o que está em jogo nessas eleições não são nomes, mas projetos e modelos dietralmentos opostos de governos, um voltado à poucos; outro, a muitos…

     

    Notas complementares e ilustrativas:

    –       Bolsa de Valores de São Paulo. Roteiro especulativo. Caso Petrobras. De um fato (verdadeiro ou não. Pouco importa). Recalibra-se, escandiza-se. Repercute-se. Acões oscilam para baixo e para cima (parece um exame de eletrocardiograma). Agita-se o mercado e apostas crescem. Resultado: investidor que aplicou R$.1.000,00 em opções de venda de Petrobras no início de setembro (2014) e vendeu no fim do mês viu seu dinheiro virar R$ 11.240, sem considerar os custos da operação. Lucro foi de 1.120%. Imagine quem investiu 10 milhões, ou 100 milhões, ou 500 milhões ou um bilhão ou mais?????

    (http://www.infomoney.com.br/petrobras/noticia/3605412/vender-petrobras-bolsa-garantiu-setembro-lucro-120).

    Esse o campo de ação do especulador. Atenção: não se anime a fazer apostas na Bolsa; isso é só para os experts…

    –       Indagado um dia se era marxista, Lula respondeu: “Sou metalúrgico”. Ou seja, Lula sempre foi um pragmático  (nunca foi ideológico). Originário da produção (indústria) sempre foi a favor do capital produtivo, Daí sua reação quando da crise mundial de 2008. Basta lembrar da medidas expansionistas tomadas: aumento do crédito; redução do juros; redução do IR  que passou a ter mais bandas de desconto permitindo mais recursos à classe média baixa e intermediária; aumento do salário mínimo acima da inflação; maior distribuição de rendas; fortalecimento do consumo interno; aumento substancial do investimento público, obras, estruturais, de infra-estrutura,; capitalização do Estado com aumento das reservas; etc 

     

     

     

     

    1. Joao Pereira

      3 de outubro de 2014 5:00 pm

      Beleza !

      Esta contradicao entre os interesses da maioria e os interesses dos “one percent” e’ uma das caracteristicas fundamentais de nossa epoca.

      Esta’ acontecendo no Brasil, na Venezuela, na Grecia, na Tailandia, na Argentina, e em todos os paises onde existe um processo politico dinamico.

      Esteve subjacente a todo o debate pela independencia da Escocia, onde os escoceses nao aguentam mais a politica de subserviencia ao grande capital financeiro patrocinado pelos politicos ingleses em Londres.

      Na Suecia, a esquerda voltou ao poder, depois de um dominio prolongado da direita.

      Muito grato Nilo, por produzir material de educacao politica simples e disseminacao rapida.

      Dilma La’ !

  5. alfeu

    2 de outubro de 2014 10:50 pm

    Estou com Dilma, como sempre

    Estou com Dilma, como sempre estive.

  6. Mariluzia Freire de Lima Bezerra

    2 de outubro de 2014 10:57 pm

    Todos da minha família somos

    Todos da minha família somos Dilma!

  7. Anarquista Lúcida

    2 de outubro de 2014 11:03 pm

    Adendo 3 “macro-motivos” p/ NAO VOTAR EM MARINA

    “Macro-motivos” porque sao resumos de várias questoes, 3 rubricas sob as quais cada motivo concreto pode ser classificado. 

    1) O caráter neoliberal do projeto econômico: pior ainda que o do Aécio, mas de que as pessoas nao percebem. Nessa rubrica entram independência do Banco Central, diminuiçao do papel dos bancos públicos, o lero-lero sobre ajuste fiscal, “flexibilizaçao” da CLT, etc. Sem falar no caráter inédito de uma candidata SUSTENTADA por uma banqueira… E pior do que apenas sustentada em termos econômicos, tutelada em termos conceituais. 

    2) O fundamentalismo religioso da candidata. O problema nao é a religiosidade dela em si mesma, mas o fundamentalismo e a ignorância. Algumas pessoas acham que nao é importante o criacionismo da candidata (que ela agora nega, mas tenho uma entrevista dela em que ela defende que “as duas teorias” deveriam ser ensinadas nas escolas). Mas é grave um tal desprezo pelo conhecimento por parte de alguém que pretende governar o país, e que tem poder na definiçao de políticas educacionais e de Ciência e Tecnologia. E o fundamentalismo nao se revela só nisso. Ela tb já defendeu um plebiscito para a questao do aborto. Ora, a maioria da populaçao é conservadora, e iria decidir com base em princípios morais ou religiosos. Pode parecer democrático, mas o problema é que a proibiçao do aborto nao impede o aborto, apenas faz com que ele seja realizado em condiçoes perigosas para as mulheres, o aborto é uma das maiores causas de morte feminina no Brasil. Trata-se de um problema de saúde pública. E há a questao dos direitos dos homossexuais. Já está mais do que na hora da sociedade brasileira dar um basta na tentativa de sequestro do espaço público por religiosos oportunistas e fundamentalistas, que tentam enfiar seus princípios religiosos pela goela da sociedade inteira, e a vitória de Marina fortaleceria esse sequestro.  

    3) A FALSIDADE  e o CARÁTER MESSIÂNICO da candidata. Ela fala em nova política, e faz tudo o que censura nos outros inclusive alianças com políticos ultra-conservadores. Mente desbragadamente (votaçao da CPMf, o “fato” alegado por ela de que Dilma nao teria feito as creches prometidas, etc). Agride brutalmente os adversários (quando diz, por ex., que o PT montou uma quadrilha na Petrobrás), mas se faz de vítima diante das críticas deles. Mas acha que a ela tudo é permitido, e nada aos outros, porque ela é uma “escolha de Deus” (chegou à candidatura pela Providência Divina? Que presunçao, hem? E coitado do Eduardo Campos, pena que foi necessário para isso que Deus derrubasse o aviao dele… Fala sério). A forma como só coloca questoes em abstrato, sem dizer nada sobre as providências concretas que tomaria e COMO poderia tomá-las, sem alianças no Congresso, etc. é outra manifestaçao desse messianismo. Ela realmente acha que com ela tudo seria diferente, todos “os bons” que nao apareceram até hoje iriam se reagrupar e mudar a política brasileira? Quando dizem que o programa econômico dela é incompatível com a manutençao das políticas sociais, responde com base em seu currículo de vida. Me lembra uma propaganda antiga em que um contrabandista paraguaio falava que nao era necessário dar garantia a seus produtos, porque “La garantia soy jo”. 

    Pior que tudo, e em resumo: há no país uma insatisfaçao com a política tal como ela tem podido ser exercida. Essa insatisfaçao é real, e precisa ser ouvida. Mas nao adianta achar que a realidade mudará só porque assim o queremos. Com as regras do jogo atuais, nao é possível fazer política de outra maneira. Isso nao quer dizer que devamos nos conformar, mas desejar a mudança é sobretudo lutar contra as regras de jogo atuais, sobretudo contra a contribuiçao de empresas para campanhas eleitorais. Mas Marina capturou em proveito próprio esse clima de insatisfaçao, criou um engodo para as esperanças da juventude, como se ela, salvadora da Pátria, pudesse resolver tudo por simples força da vontade. 

    1. Luis Fraga

      3 de outubro de 2014 8:46 am

      Clap, clap, clap

      Boa síntese.

    2. Joao Pereira

      3 de outubro de 2014 4:53 pm

      Brilhante sintese

      Muito grato, Anarquista lucida, por sintetizar tao bem as tres razoes definitivas para nao votar em Marina.

      Facilita o trabalho da militancia.

      Dilma La’ !

  8. Anarquista Lúcida

    2 de outubro de 2014 11:12 pm

    Peço a quem tem Facebook para difundir isso lá

    É o vídeo da propaganda em que o contrabandista dizia que “La garantia soy jo”. Seira bom ironizar Marina com isso. 

    [video:https://www.youtube.com/watch?v=-fKQEv5qEGA%5D

     

     

    1. uma a mais

      3 de outubro de 2014 8:49 am

       À unanimidade, TSE aprova

       

      À unanimidade, TSE aprova candidatura de Paulo Rocha ao Senado

      http://www.jesocarneiro.com.br/justica/a-unanimidade-tse-aprova-candidatura-de-paulo-rocha-ao-senado.html

  9. Fabio Passos

    2 de outubro de 2014 11:34 pm

    Razões mais que suficientes. Da-lhe Dilma!

    Dilma Presidenta PT 13

    Requião Governador PMDB 15

    Gomyde Senador PCdoB 650 (kd vc dr Rosinha?)

    Vanhoni Dep Federal PT 1322 (kd vc dr Rosinha?)

    Toni Reis Dep Estadual PCdoB 65123

  10. Bispo da Dama

    2 de outubro de 2014 11:41 pm

    Minha cola

    Pra Presidente digito 13 e confirmo Dilma Rousseff (PT)

    Pra Governador digito 13 e confirmo Antonio Gomide (PT)

    Pra Senador digito 131 e confirmo Marina Santana (PT)

    Pra Deputado Federal digito 6.565 e confirmo Tatiana Lemos (PCdoB)

    Pra Deputado Estadual digito 13.500 e confirmo Ozair José (PT)

     

    Depois é só aguardar pra tomar umas geladinhas depois das 18:00 com a sensação do dever cumprido.

    Bom voto a todos.

     

  11. anarquista sério

    3 de outubro de 2014 12:05 am

    3 motivos pra votar em

    3 motivos pra votar em Dilma?

      Eu tenho 300 motivos pra não votar nela.

              Se Nassa me conceder espaço, eu os enumero.

                 Pela lei i da gravidade, é óbvio que não terei o espaço.

  12. Mariano S Silva

    3 de outubro de 2014 12:45 am

    Aqui em casa é 13 de cabo a

    Aqui em casa é 13 de cabo a rabo, à exceção de Romário para senador!

    1. anarquista sério

      3 de outubro de 2014 3:59 pm

      E Romario tem  numero 13?
         

      E Romario tem  numero 13?

          Sinceramente não sabia que o PSB  mudou de número.

      1. Anarquista Lúcida

        4 de outubro de 2014 4:55 am

        Além de reacionário nao sabe ler

        Você sabe o que significa a expressão “à exceçao de”, que ele usou EXCLUINDO ROMÁRIO do uso do número 13? 

  13. altamiro souza

    3 de outubro de 2014 1:09 am

    assino embaixo e confirmo na

    assino embaixo e confirmo na urna: dilma, 13.

  14. Marcelo T. Duarte

    3 de outubro de 2014 1:14 am

    Tô com Dilma

    Tô com Dilma, Padilha e Suplicy

  15. Roberto São Paulo-SP 2014

    3 de outubro de 2014 1:29 am

    Parece mentira, mas a manchete é do Estadão mesmo

    Não é do Conversa Afiada, nem do 247, ou do Portal Forum, só para citar alguns

    Bom, vamos lá segue a matéria……

    —-Desde 15 de setembro, a taxa de votos válidos em Dilma subiu paulatinamente nas pesquisas Ibope (42%, 43%, 45% e agora 47%), o que reabre a possibilidade de uma vitória no 1.º turno. Para que isso ocorra, ela precisará de pelo menos 50% mais um dos votos válidos (maioria absoluta) no domingo. Em 2010, quando concorreu pela primeira vez, a petista não passou dos 47% na primeira rodada da eleição.—

    Dilma amplia vantagem sobre rivais e está a 3 pontos da maioria dos votos válidos, diz Ibope
    Daniel Bramatti e José Roberto de Toledo – O Estado de S. Paulo—02 Outubro 2014 | 18h 50
    Candidata à reeleição é a escolhida por 40% dos entrevistados; Marina oscila 1 ponto para baixo e Aécio mantém os 19%
    A três dias da eleição, a presidente Dilma Rousseff (PT) ampliou mais sua vantagem em relação à principal adversária, Marina Silva (PSB), e chegou a 47% dos votos válidos, de acordo com pesquisa Ibope divulgada nesta quinta-feira, 2. Na disputa pela segunda vaga em um eventual 2.º turno, Marina voltou a oscilar para baixo, enquanto o tucano Aécio Neves permaneceu no mesmo patamar pelo quarto levantamento seguido.


    A candidata do PT à reeleição, Dilma Rousseff abre vantagem sobre oponentes, diz Ibope.

    Em dois dias, segundo o Ibope, Dilma passou de 39% para 40% das intenções de votos totais, enquanto Marina variou de 25% para 24%, e Aécio ficou nos 19% que apresenta desde a metade de setembro. Nos votos válidos – quando se exclui da conta os brancos e nulos e os eleitores indecisos – o placar é de 47%, 28% e 22%, respectivamente.
    Na simulação de 2.º turno entre Dilma e Marina, a presidente conseguiu sair do empate técnico e abriu sete pontos porcentuais de vantagem (43% a 36%). Em um confronto direto contra Aécio, a petista teria vitória ainda mais folgada se a eleição fosse hoje: 46% a 33%.

    Desde 15 de setembro, a taxa de votos válidos em Dilma subiu paulatinamente nas pesquisas Ibope (42%, 43%, 45% e agora 47%), o que reabre a possibilidade de uma vitória no 1.º turno. Para que isso ocorra, ela precisará de pelo menos 50% mais um dos votos válidos (maioria absoluta) no domingo. Em 2010, quando concorreu pela primeira vez, a petista não passou dos 47% na primeira rodada da eleição.

    Considerando-se os votos totais, Dilma subiu cinco pontos porcentuais no Nordeste, seu principal reduto eleitoral. Lá, a petista tem 54% das intenções de voto. Marina vem a seguir, com 24%, e Aécio aparece com 7%.
    No Sudeste, região que concentra quatro em cada dez eleitores, a presidente oscilou para cima, de 30% para 32%, mas saiu do empate técnico com a candidata do PSB, que passou de 27% para 25%. Aécio, por sua vez, manteve-se com 23%, apesar de ter concentrado seus eventos de campanha em São Paulo e Minas Gerais.

    O Ibope ouviu 3.010 eleitores entre os dias 29 de setembro e 1.º de outubro. A margem de erro da pesquisa é de dois pontos porcentuais para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%. Isso significa que, em 100 pesquisas feitas com a mesma metodologia, 95 terão resultados dentro da margem de erro prevista pelo instituto. O levantamento foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o número  BR-00942/2014.


    URL:

    http://politica.estadao.com.br/noticias/eleicoes,dilma-amplia-vantagem-sobre-rivais-e-esta-a-3-pontos-da-maioria-dos-votos-validos-diz-ibope,1569851

     

     

  16. zerando o jogo

    3 de outubro de 2014 8:31 am

    Mantega está em tudo quando é

    Mantega está em tudo quando é mídia tentando zerar esse jogo. Ex-futuro ministro é mais  perigoso do que ex-amante, pois para calar algumas dessas se possível fazer um rolo até com o BNDES para llhe compar apartamento em Paris.

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