O campo de concentração do Lula
por Ricardo Mezavila
O Brasil e o mundo repudiaram os atos golpistas violentos e criminosos da tarde do último domingo, em Brasília, onde estiveram ameaçados o direto à democracia brasileira e suas instituições, e aguardam posições firmes das autoridades contra os ataques ao Estado Democrático de Direito.
O líder terrorista, responsável pelos crimes contra o patrimônio público, é um fugitivo covarde que atende pelo nome de Jair Bolsonaro, ex-presidente, que não reconheceu o resultado das urnas, tendo ficado dois meses em silêncio tramando a derradeira tomada de poder.
Definitivamente, quem participou dos ataques, acampados ou não, armados ou não, idosos ou não, devem ser punidos por associação ao terror. Assim como devem ser punidos governadores, secretários e agentes da segurança pública que prevaricaram e, pior, facilitaram as ações terroristas.
Nos grupos bolsonaristas as fakes news invertem os acontecimentos com intuito de justificar o injustificável. Para os participantes desses grupos foram os infiltrados que invadiram os prédios dos três poderes, roubaram armas e documentos, destruíram obras de artes do valor inestimável de um Portinari e Di Cavalcanti.
Na utopia bolsonarista, os manifestantes entrariam no Palácio do Planalto cantando o hino nacional, fariam orações de agradecimento ajoelhados nos tapetes palacianos, permaneceriam insurgentes até que as Forças Armadas cercassem o Distrito Federal, prendessem o Presidente Lula, destituíssem todos os ministros e, a cereja do bolo, Bolsonaro assumiria o governo para ser o grande ditador.
Na busca por um golpe sumário e irreversível, acabaram dando vários tiros nos próprios pés, pois o evento serviu para que houvesse uma união entre os poderes, jamais vista em outras ocasiões.
O Presidente Lula saiu fortalecido com o apoio do Congresso, do Supremo, dos governadores, apoio internacional imediato do Presidente dos EUA, da França, de Portugal. O que era para ser uma paralisação e ruptura no governo recém-empossado, se transformou em fortalecimento e aliança das instituições em torno de Lula.
Os terroristas foram presos, identificados, fichados, alguns deixaram de ser réus primários e viraram criminosos e inimigos da pátria. Nos grupos ainda tentam esconder a realidade, chamam o ginásio onde foram levados pela polícia de ‘campo de concentração do Lula’, sem saber que no campo de concentração de Lula estão as autoridades constituídas, o que edifica o caminho da união e reconstrução nacional.
Ricardo Mezavila, cientista político
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Rui
11 de janeiro de 2023 12:28 pmLi que “Eduardo Bolsonaro publica vídeo de idosa presa: ‘Seria uma terrorista?'”.
Ao ler a notícia acima me lembrei daquele velho ditado:
“Não se deixem levar por cabelos brancos, pois canalhas também envelhecem”.
Katia Gonçalves
11 de janeiro de 2023 12:52 pmDe acordo, os golpistas estão colhendo o contrário do que plantaram ou pretendem ainda plantar… Mostrando suas garras, sua cara horrorosa e abjeta, seus fluidos fétidos de fascistas que são, só conseguirão unir as forças democráticas do país: o povo brasileiro que quer viver em PAZ!!!