5 de junho de 2026

Após correção de erro, Pnad mostra queda na desigualdade no país e não aumento

Pobreza

Dados corretos do Pnad mostram que desigualdade no país caiu de 2012 para 2013 Marcello Casal/Arquivo/Agência Brasil

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O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou na noite de hoje (19) uma correção da análise de dados e microdados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) divulgada ontem (18), o que levou a erro em alguns resultados das estimativas. O índice de Gini, por exemplo, que mede a desigualdade no país, em 2012 estava em 0,496 e, em 2013, caiu para 0,495, o que mostra redução na desigualdade, ao invés do aumento  para 0,498 divulgado ontem.

Apesar de o percentual de pessoas que ganham até um salário mínimo ter ficado em 25,2% da população ocupada em 2013, e não 24,8%, a desigualdade diminuiu porque a taxa dos que ganham de cinco a 20 salários mínimos passou de 7,6% para 7,3% entre as duas análises e os que recebem mais de 20 salários mínimos permaneceu em 0,7%.

De acordo com o diretor de Pesquisa do instituto, Roberto Luís Olinto Ramos, todos os dados puros estão corretos, mas houve um erro técnico que superestimou a população das regiões metropolitanas do país, o que influenciou em outros dados, como o índice de Gini.

“Basicamente o que aconteceu foi um erro técnico que afetou alguns estados e algumas variáveis. A pesquisa é por amostra, não cobre a população inteira. Existe um processo onde você pega a amostra e projeta com um peso. Da amostra para o todo, houve um problema restrito às regiões metropolitanas de sete estados que têm mais de uma região metropolitana, onde foi considerado o peso da região metropolitana do estado inteiro, e não apenas o da capital”.

O problema ocorreu nos estados do Ceará, de Pernambuco, da Bahia, de Minas Gerais, de São Paulo, do Paraná e do Rio Grande do Sul, onde existem regiões metropolitanas nas capitais e também em outros municípios, e levou à mudança nas análises nacionais, além das regionais.

O rendimento mensal do trabalho variou menos do que o estimado ontem: 3,8%, e não 5,7%, com isso, o valor do rendimento médio mensal ficou em R$ 1.651, e não R$ 1.681. De acordo com o coordenador de Renda e Emprego, Cimar Azeredo, isso se explica pelo fato de a renda nas regiões metropolitanas ser maior do que no interior dos estados.

“Rendimento é o que mais sofreu mudança, pois os dados da região metropolitana estavam inflados e os maiores rendimentos estão na região metropolitana. Pelo mesmo motivo, o analfabetismo aumentou, porque é maior no interior”.

A taxa de analfabetismo em 2012 era 8,7% da população e caiu para 8,5%. O dado divulgado ontem foi 8,3%. A taxa de desocupação permanece a mesma divulgada ontem, de 6,3% da população, mas o contingente de pessoas é 6,637 milhões, e não 6,693 milhões. O nível de ocupação total ficou em 61,8% da população, no lugar de 61,2%. O trabalho infantil caiu 10,6%, e não 12,3% divulgado ontem.

A presidenta do IBGE, Wasmália Bivar, pediu desculpas a toda a sociedade pelo erro, mas afirmou que, do ponto de vista significativo, os resultados não mudaram substancialmente.

 

Lourdes Nassif

Redatora-chefe no GGN

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  1. H Menon Jr.

    20 de setembro de 2014 11:11 am

    O mais hilário disso tudo é

    O mais hilário disso tudo é que, ao receber os dados originais, nossa grande Imprensa familiar praticamente festejou o resultado, com grandes manchetes, dando conta de que os ricos, apesar do PT, ficaram mais ricos. Constatado o engano, como reportaram? Festejando o fato de que os pobres estão – na verdade – menos pobres? NÃO… a ênfase como esperada foi na ineficiência do IBGE e, por extensão, do Governo do PT. Fica a sensação de que nem o céu é o limite para a insanidade dessa nossa grande Imprensa. Até onde (e quem os banca?) querem chegar? 

    1. Carlos Cunha

      20 de setembro de 2014 12:02 pm

      Hilário

           Hilário, é perceber que a análise dos dados apresentados por esta reportagem – que podem ter sido escolhidos a dedo – demonstram que a desigualdade diminuiu porque a classe média ficou mais pobre mais rápido do que a classe báixa – pelos três grupos citados na reportagem – enquanto a alta não ficou pobre, mas é insignificante em números.

           Não estou dizendo que a reportagem esteja certa, acredito que haverá vários comentaristas ávidos em mostrar que ela está errada, mas a sua análise tem as mesmas características que você apontou aos outros.

      1. Clever Mendes de Oliveira

        20 de setembro de 2014 5:30 pm

        Crítica fundada na ignorância é mais aceita por quem desconhece

         

        Carlos Cunha (sábado, 20/09/2014 às 09:02),

        Não sei se se trata do mesmo Carlos Cunha que, no post “A Revolução de 32, por Mauro Santayana” de quarta-feira, 11/07/2012 às 11:56, aqui no blog de Luis Nassif em que por sugestão de Gabriel Ciríaco Lira foi transcrito do Jornal do Brasil o artigo de Mauro Santayana “A frustrada desforra paulista e o desenvolvimento do Brasil”, em um trabalho detalhista, procurou refutar críticas à Revolução de 32. O link para o post “A Revolução de 32, por Mauro Santayana” é:

        https://jornalggn.com.br/blog/luisnassif/a-revolucao-de-32-por-mauro-santayana

        Se se trata da mesma pessoa destaco aqui que a lembrança que eu faço não decorria de eu concordar com você, mas achei bom o post “A elite cafeeira na industrialização paulista” de quarta-feira, 11/07/2012 às 20:08, também aqui no blog de Luis Nassif e que ele montou consolidando dois comentários seus feitos junto ao post “A Revolução de 32, por Mauro Santayana”. O endereço do post “A elite cafeeira na industrialização paulista” é:

        https://jornalggn.com.br/blog/luisnassif/a-elite-cafeeira-na-industrializacao-paulista

        Enfim você me parecia alguém com o viés de defensor dos interesses paulistas, mas que procurava construir a defesa com argumentos de racionalidade. Não é de imparcialidade que eu falo, porque a imparcialidade não é possível ao homem com ideologia, e sem ideologia o homem é um cabeça oca. O que se podia destacar nos seus comentários é a busca da fundamentação lógica, do argumento concatenado e do nexo no seu embasamento.

        Aqui, entretanto, você ataca um comentário praticamente irretorquível e com afirmações que mais vão no sentido de criticar o modelo de combate à desigualdade sem perceber a nuances dos dados nem dar atenção ao sistema econômico no qual se combate a desigualdade. No sistema capitalista qualquer quinhão que se consegue em melhora de desigualdade deve ser saudado até pelos próprios capitalista, pois deixado à solta o capitalismo tende a concentração de renda que causaria a sua própria destruição. Lutar pela igualdade significa salvar o capitalismo, mas é luta difícil que contraria a própria natureza do capitalismo.

        Eu disse que você não percebe as nuances dos números porque com o aumento do salário mínimo o percentual das pessoas que ganham até o salário mínimo tende a aumentar. E nas faixas intermediárias perde-se mais pessoas no limite inferior e ganha-se menos no limite superior.

        Ora, o H Menon Jr chamou atenção para dois comportamentos insanos da mídia. Primeiro ter se mostrada satisfeita com os dados quando eles foram apresentados inicialmente mostrando resultados negativos no combate à desigualdade. E segundo por ter atribuído os dados negativos ao PT, tanto assim que quando os dados foram corrigidos deu-se destaque a ineficiência do IBGE. E o problema desta crítica da mídia é que se trata de crítica de quem não conhece o assunto que comenta e, pior, é a crítica mais fácil de ser aceita pelos que também não conhecem do assunto. Em um ambiente assim, a obscuridade só tende a crescer.

        Eu que gosto de uma teoria conspiratória da história fico pensando se não se tem uma mídia tão incorreta que ela estaria a serviço do governo e mostrando insana nas críticas as políticas públicas postas em prática pelo PT ela cria condições para que o governo não tenha muito esforço em refutar e se mostrar mais crível do que ela.

        Ontem, na verdade hoje de manhã, sábado, 20/09/2014 às 00:55, eu enviei um comentário para Nícolas Crabbé lá no post “Demonizar o empresariado não resolve problema da economia, por Nicolas Crabbé” de sexta-feira, 19/09/2014 às 10:57, aqui no blog de Luis Nassif e oriundo de comentário de Nicolas Crabbé no post “Como Dilma Rousseff conseguiu perder o  apoio da indústria” em que eu saliento como as pessoas desconhecem o funcionamento do capitalismo ou o idealizam e não consideram o quanto é difícil combater a tendência natural a concentração de renda que viceja no capitalismo. O endereço do post “Demonizar o empresariado não resolve problema da economia, por Nicolas Crabbé” é:

        https://jornalggn.com.br/noticia/demonizar-o-empresariado-nao-resolve-problema-da-economia-por-nicolas-crabbe

        E na suposição de se tratar do mesmo Carlos Cunha de antes, a sua manifestação aqui é de certo modo uma manifestação de desconhecimento do sistema capitalista o que acaba desmerecendo as suas colocações lá no post “A Revolução de 32, por Mauro Santayana”. O desconhecimento do sistema capitalista não favorece a se fazer uma boa análise da Revolução de 32, e compromete a compreensão da natureza da elite cafeeira e da importância dela na industrialização paulista, assuntos que você abordou junto ao post “A elite cafeeira na industrialização paulista”.

        É uma pena que para combater o PT, as pessoas estão sendo incapazes de considerar o quão difícil é obter êxito na política de distribuição de renda. Contraditório como é o capitalismo, ele cresce mais rápido quanto mais concentrada torna-se a renda, e em razão da concentração de renda ele chega mais rápido ao seu ponto de exaustão. Ao fazer uma política de distribuição de renda reduz-se o crescimento, e o ponto de exaustão torna-se muito mais demorado para ser alcançado, mas em compensação o ponto de exaustão é muito mais elevado. A dificuldade em estabelecer uma política de distribuição de renda não é só porque se vai contra uma tendência natural do capitalismo, mas também porque o custo dessa política impede que a taxa de crescimento da economia seja mais elevada.

        Clever Mendes de Oliveira

        BH, 20/09/2014

  2. André Paulo Reis

    20 de setembro de 2014 11:34 am

    Pensei que era só a PF que tinha esse tipo de coisa

    Pensei que era só na PF que existia esse tipo de coisa, funcionário usando do cargo para detonar o governo Dilma, que estes irresponsáveis sejam colocados no olho da rua, devem ter recebido uma boa grana pra fazer isso

    1. peregrino

      20 de setembro de 2014 12:59 pm

      e não é a primeira vez que aprontam…

      muitos dados sendo contestados até no exterior, muito antes de serem corrigidos

      acredito que faz parte da banca cujo objetivo principal é reduzir a confiança internacional

      tudo reproduzindo-se perfeitamente em vários órgão com a matriz tucana de sempre

  3. Orlando

    20 de setembro de 2014 12:14 pm

    Conta outra!! Erro!!
     
     

    Conta outra!! Erro!!

     

     

    1. Marcos Antônio

      20 de setembro de 2014 12:47 pm

      Outro erro?
      A foto!
      Parece

      Outro erro?

      A foto!

      Parece ser foto de favela de país do SUDOESTE DA ÁSIA!

      Ali está o erro!

  4. Francisco de Assis

    20 de setembro de 2014 12:32 pm

    QUANDO A ALEGRIA DE RICO DURA POUCO

    QUANDO A ALEGRIA DE RICO DURA POUCO

  5. sergior

    20 de setembro de 2014 12:36 pm

    Errar é humano, trabalhar no IBGE é que está se tornando desuman

    Errar é humano, trabalhar no IBGE é que está se tornando desumano

    Escrito por  Executiva Nacional ASSIBGE-SN Sexta, 19 Setembro 2014 18:40   

    No final da tarde de 19 de setembro, a Direção do IBGE convocou entrevista coletiva com a imprensa, um dia depois da divulgação da PNAD 2013. A Presidente do IBGE pediu desculpas por graves erros ocorridos nos dados da população de sete estados considerados na pesquisa, o que modifica o resultado final da PNAD.

    Este episódio expressa a gravidade da situação a que chegou o IBGE. Nos últimos meses a ASSIBGE – Sindicato Nacional vem chamando a atenção da sociedade para a crise de gestão no Instituto. Tão logo os trabalhadores do IBGE encerraram uma greve nacional de 79 dias em defesa de melhores condições técnico-operacionais ao Instituto, o governo retirou cerca de R$ 500 milhões do Orçamento das pesquisas para 2015, o que representa um corte de cerca de 70% dos recursos inicialmente previstos.

    Esta decisão afeta diretamente a Contagem Populacional e o Censo Agropecuário, mas a Direção do órgão relativizou o corte no orçamento e a falta de pessoal, afirmando que faria “o melhor” nas condições disponíveis.

    Na verdade, a fórmula de poucos recursos humanos e materiais, muito trabalho e intensa pressão por cumprimento de prazos vem sendo utilizada cada vez mais intensamente no IBGE. Seu resultado, em algum momento, acaba sendo a disseminação à sociedade de informações inexatas.

    Desde o encerramento da greve, aumentou ainda mais a pressão para colocar os trabalhos em dia. No entanto, os recursos e a mão de obra necessários para cumprir o plano de trabalho do Instituto escasseiam a cada dia mais, o que coloca em risco o próprio resultado do trabalho desenvolvido em diversas frentes pelo IBGE.

    O Sindicato tem a convicção de que estes erros são provocados pelo excesso de trabalho e pela redução de pessoal nas equipes de trabalho. De nada adianta a Direção do IBGE vir a público pedir desculpas, e ainda adotar a postura inadmissível de tentar encontrar culpados, entre os trabalhadores, para erros que são de gestão.

    Também de nada adianta a indignação da ministra do Planejamento, Miriam Belchior, que considerou o erro inaceitável e fala em apurar responsabilidades. O descaso cotidiano com um órgão estratégico demonstra a pouca importância que o governo dá ao IBGE. As opções equivocadas envolvidas no modelo de encolhimento do Instituto, aplicado pelo governo e pela gestão do órgão, só expõem negativamente o IBGE, a cada dia mais.

    O que se faz necessário é uma atenção especial com o IBGE. Em vez de corte de verbas, mais recursos para garantir os trabalhos do IBGE; em vez de contratação de pessoal temporário e de assistir passivamente às massivas aposentadorias, mais concursos para suprir as necessidades de pessoal efetivo; em vez de demissões e autoritarismo para enfrentar as reivindicações dos servidores, diálogo e democracia.

    A hora não é de atacar o IBGE ou seus trabalhadores. A hora é de defender essa instituição, lutando por melhores condições estruturais e de trabalho.

    ASSIBGE – Sindicato Nacional
    19 de setembro de 2014

     

    1. peregrino

      20 de setembro de 2014 1:07 pm

      rs………………….

      às vezes as provocações ficam tão evidentes quanto o desejo da imprensa

  6. peregrino

    20 de setembro de 2014 12:49 pm

    muitos deixando-se contagiar com o delírio dos erros…

    erros ideais para o que a imprensa tucana deseja, esculhambar o governo de todas as formas

    útil ao ser divulgado

    e útil ao ser corrigido, porque certamente será dito que foram obrigados a corrigir, como já aconteceu várias vezes

  7. sergior

    20 de setembro de 2014 12:53 pm

    Reproduzi a nota do Sindicato

    Reproduzi a nota do Sindicato dos Servidores do IBGE. O fato a ser destacado é o contínuo corte de recursos do órgão. Miriam Belchior tem feito estragos na máquina pública de maneira geral, com sua arrogância e seu autoritarismo. Em alguns órgãos o descaso é maior, caso do IBGE. Devido a isso, para muitos trabalhadores do serviço público federal, comprometidos com um serviço público de qualidade e a serviço da população e não do governo de plantão, a frase de Luciana Genro, apontando os três principais candidatos à presidência da república (Dilma, Marina e Aécio) como irmãos siameses, faz todo o sentido. O servidores do IBGE, após greve de 79 dias, foram presenteados com cortes de R$ 500 milhões de reais no orçamento de pesquisas para 2015, o que representa 70% dos recursos inicialmente previstos. Foram 189 servidores demitidos durante a greve. A precarização do órgão é um fato e o Sindicato representante tem denunciado de forma contínua este fato, mas a mídia, seja a grande mídia ou a mídia alternativa, não se interessam. Uma questão importante: se a relação do governo Dilma com os empresários é ruim e esse fato encontra eco na grande mídia e em blogs como esse, a relação com os trabalhadores do serviço público federal é algumas vezes, com auges de repressão típicos do governo FHC ou, em muitos e inúmeros casos, com ações que nem mesmo o governo tucano ou os governos militares tomaram, como os ocorridos no caso das greves dos docentes e dos técnicos-administrativos das instituições federais de ensino. 

    Resumo da ópera: Dilma pode até ser reeleita, apesar de Dilma e de seus ministros, mas, principalmente, devido a seus adversários serem o que são. 

    1. Francisco127

      20 de setembro de 2014 8:10 pm

      Sindicato de servidor público

      Sindicato de servidor público sempre vai falar mal do governo e fazer discurso panfletário, dizer que está sucateado, que o servidor não é valorizado etc. Isso é discurso, é briga por interesses corporativos (salário), sempre vai acontecer. Não conheço a situação do IBGE, mas conheço outros órgãos. É óbvio que nós sempre vamos querer ganhar mais e ter melhores condições de trabalho, e o MPOG sempre vai querer conter os custos. Mas comparar este governo com o FHC é piada de mau gosto. Deus nos livre que essa gente volte.

  8. Marly

    20 de setembro de 2014 1:00 pm

    O ” Erro”…

    Os adversários de Dilma se BENEFICIARAM desse erro e, sairam surfando na notícia, enganando os pobres brasileiros inocentes. Foi erro mesmo???????

  9. franklin

    20 de setembro de 2014 1:03 pm

    Os SABOTADORES de sempre

    Os SABOTADORES de sempre dando manchetes pra Veja. Isso me faz ter mais certeza que Dilma tem que Ganhar. 

  10. peregrino

    20 de setembro de 2014 1:10 pm

    e por falar em matriz…

    porque praticamente não se fala do sindicato dos jornalistas?

  11. Juliano Santos

    20 de setembro de 2014 1:15 pm

    Certo, uma fração para cá,

    Certo, uma fração para cá, invés de ir para lá, e pronto, manchetes garrafais “Com Dilma, desigualdade aumenta”. Vai parar inclusive nos comícios da Marina, cuja amiga Neca do Itaú, ficou revoltada com o aumento da desigualdade. Engraçado como a Marina está virando um Alvaro Dias. Faz política na base de manchete do pig.

    Agora eu estou procurando a errata nos pés de página do pig, com uma lupa, claro. 

  12. maria rodrigues

    20 de setembro de 2014 1:43 pm

    Mas a CBN repercute a

    Mas a CBN repercute a notícia, já divulgando na voz de Sardenberg, que a oposição tem que se indignar, e que o povo quer saber como um órgão dessa importância pode soltar dados errados, etc. Primeiro, esses grupos de oposição e mídia ficaram felizes com a noticia falsa. Agora, uma vez ajustada em favor do Governo, saltam pra outras posições. vá entender?

  13. alfredo machado

    20 de setembro de 2014 1:43 pm

    Imprudência

    Nassif,

    Muito embora seja perfeitamente possível a constatação de erros por ocasião da habitual revisão de dados ( esta ocorrência é PRATICAMENTE CERTA em relação aos números apresentados para o PIB ), algo de errado, ou então um momento de inexplicável imprudência / precipitação ocorreu desta vez, pois alterar o resultado para melhor em 24 horas, isto numa FASE CRÍTICA DE CAMPANHA ELEITORAL, não tem explicação, teria que ter feito mais uma revisão antes de lançar a pesquisa para a sociedade. Se a tal correção tivesse ocorrido em dezembro, quase ningué, iria dar conta.

    A diferença entre as duas informações a respeito do Gini está na casa dos milésimos e nem poderia ser diferente, pois acreditar que o IBGE,FGV e outros grandes que apuram dadois oficiais manipulam dados prá lá e pá cá, francamente, considero uma completa idiotice desde a época do regime militar.

    De qualquer maneira, o IBGE agiu como vem fazendo a acreana piriguete, fala uma coisa num dia prá mudar o que disse no dia seguinte.   

  14. João Maria Fernandes de Sousa

    20 de setembro de 2014 1:49 pm

    Erro… sei, igualzinho aos

    Erro… sei, igualzinho aos erros da PF que tem uma queda por vazar para a Veja e o JN investigações que correm sob segredo de justiça sempre que alguém ligado ao Governo Federal é arrolado como suspeito.

    O grande erro tem sido do PT que com essa história de “republicanismo” e “pragmatismo para a governabilidade” não fez uma limpa nos órgãos chaves e empresas chaves (como o IBGE e a Petrobrás) mandando catar coquinho um monte de tucanos da gema que ainda estão em cargos estratégicos no governo; são chantagistas que sempre cometem esse tipo de “erro” em períodos eleitorais.

     

  15. CELSO ORRICO

    20 de setembro de 2014 2:04 pm

    será que é pq Dilma..

    esse correção será que ffoi pq o Governo criou uma Comissão independente para apurar os vazamentos e as distorções da publicação do PNAD? tem gente espalhada por todos os orgãos federais sabotando o Governo Dilma..ela que se cuide..

  16. altamiro souza

    20 de setembro de 2014 2:18 pm

    dúvida sempre haverá, mas o

    dúvida sempre haverá, mas o que

    importa aí é o resultado da provável manipulação

    e errro proposital do ibge  para prejudicar o governo,

    pois na divulgação o pig criticou a maior desigualdade

    e, na retificação dos dados,

    insinuou que o governo estaria

    agindo politicamente para “reajustar” os números.

  17. Free Walker

    20 de setembro de 2014 2:20 pm

    É a “argentinização” dos

    É a “argentinização” dos dados estatísticos socio-econômicos do Brasil.

    Depois quando os agentes econômicos perdem a confiança, a culpa é da midia que difunde o pessimismo, ou não.

    Destruir a credibilidade de instituições é uma grandes qualidades do PT.

     

     

  18. Carlosc

    20 de setembro de 2014 2:43 pm

    Se a nossa imprensa não fosse

    Se a nossa imprensa não fosse vendida e apenas investigativa contra o Governo, divulgaria a correção, no mesmo padrão:

    Na 1ª página em letras garrafais com chamada interna para mais duas ou 3 páginas detalhando a pesquisa.

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