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A celebração pela volta do emprego é fumaça, por Luis Nassif

O país, como um todo, teve queda de 4,3%, em relação ao 2o trimestre de 2015. No Nordeste, a queda foi de 12,2%; no Sudeste, de 3%. Cresceram apenas o Norte e o Centro-Oeste, provavelmente puxados pelo boom dos commodities.

A tragédia do mercado de trabalho, por Luis Nassif

No governo Temer foi criada a Carteira Verde e Amarela. Trata-se de uma forma de disfarçar o bico, o emprego precário

ABED: Os (des)caminhos da economia brasileira

Em 2020 o Produto Interno Brasileiro – PIB apresentou um desempenho negativo de -4,7%, interrompendo o já pífio crescimento observado nos anos mais recentes de 2015 a 2019

O desastre em L na economia em V de Paulo Guedes, por Luis Nassif

Se a comparação for em relação a 12 meses atrás, aí se desenha o mapa do inferno. Em 12 meses, a População Economicamente Ativa aumentou 4.618 mil, enquanto a Força de Trabalho diminuiu 4.618 mil e a população ocupada diminuiu 6.573 mil.

Novo PNAD estampa a tragédia do emprego no Brasil, por Luis Nassif

Para manter o mesmo percentual de empregados, os empregos deveriam crescer na mesma proporção.

Total de pessoas fora da força de trabalho sobe 16,2%, diz IBGE

PNAD Contínua indica que 76,4 milhões de pessoas não estavam nem ocupadas nem desocupadas no trimestre fechado em janeiro

Desemprego bate recorde em 20 estados em 2020, segundo IBGE

Jornal GGN – A taxa de desemprego atingiu níveis recordes em 20 estados do Brasil no ano de 2020, acompanhando a alta da média...

Mercado de trabalho não mostra sinais de recuperação, por Luis Nassif

Ontem saíram os indicadores da Pesquisa Nacional de Amostra de Domicílios referente ao período setembro-novembro de 2020.

O duro desafio de ser otimista com o emprego, por Luis Nassif

Segundo a Folha, a taxa de desemprego subiu de 13,8% para 14,3% - a maior para o período -, mas a mediana das previsões do mercado apontava para 14,7%.

PNAD Covid: Desemprego bate recorde e atinge 14% em setembro

Resultado é o maior da série histórica elaborada pelo IBGE; população desocupada também atinge nível recorde, chegando a 13,5 milhões

Massa de rendimentos das famílias encolhe R$ 61,4 bilhões desde janeiro, por Lauro Veiga Filho

Perdas de renda no mercado de trabalho têm sido muito mais severas agora do que durante a recessão de 2015 e 2016, sugerindo uma propensão ao consumo muito mais baixa daqui em diante

O desmonte de políticas públicas e o avanço da fome entre mais pobres, por Lauro...

Entre os “resultados” entregues pelo desmonte das políticas públicas, País retrocede praticamente uma década em cinco anos no combate à fome, gerando 10,3 milhões de famintos

População desocupada cresce e chega a 13,7 milhões de pessoas na pandemia

A população desocupada (13,7 milhões de pessoas) e a taxa de desocupação (14,3%) cresceram frente à semana anterior (12,6 milhões e 13,2%, respectivamente)

Os estragos da Covid-19 no mercado de trabalho, por Luis Nassif

Os dados sobre o mercado de trabalho, da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio Mensal e a Trimestral, mostram os efeitos da pandemia

O que há por trás da (falsa) estabilidade do desemprego, por Lauro Veiga Filho

A economia registrou no segundo trimestre deste ano o número mais baixo de pessoas empregadas ou exercendo alguma ocupação em toda a série histórica da PNADC, iniciada em 2012.

Número de trabalhadores afastados pela pandemia volta a cair

Levantamento do IBGE aponta retração pela oitava semana consecutiva; taxa de desocupação atingiu 13,1% na terceira semana de julho

Devastação no mercado de trabalho deverá frustrar fantasias do superministro, por Lauro Veiga Filho

As “estatísticas experimentais” do IBGE sugerem ainda que as maiores perdas ocorreram entre trabalhadores formais, ou seja, com carteira assinada ou registrados como donos de empresa

A economia, a imprensa e o ministro no mundo da fantasia, por Lauro Veiga Filho

No mercado de trabalho, segundo o IBGE, por meio da PNAD Covid-19, o total de ocupados manteve-se estagnado em 83,479 milhões de pessoas na semana entre os dias 7 e 13 de junho. Em três semanas, no entanto, foram perdidos 1,298 milhão de empregos, numa redução de 1,53%.

Mais pessoas voltaram ao trabalho na segunda semana de junho

Total de trabalhadores temporariamente afastados chegou a 12,4 milhões, segundo dados da PNAD Covid-19 divulgado pelo IBGE

Crise impõe “arrocho” de R$ 45,9 bilhões às famílias, por Lauro Veiga Filho

Além da perda de renda, os trabalhadores passaram a enfrentar taxas de desocupação equivalentes aos níveis registrados em meados de 2017, na saída da recessão de 2015/16.

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