5 de junho de 2026

Sem MP 579, reajustes de energia seriam maiores

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Jornal GGN – O secretário executivo do Ministério de Minas e Energia, Márcio Zimmermann, defendeu esta semana, durante a abertura do Energy Summit 2014, que se não fosse pela redução das tarifas promovida pela criticada Medida Provisória 579, a conta de luz estaria, hoje, de 80 a 90% maior.

A falta de chuvas afetou as distribuidoras, que tiveram que comprar a energia mais cara produzida pelas termelétricas. De acordo com Zimmermann, a redução da tarifa da MP 579 atenuou esse efeito.

Ele explicou que a Medida promoveu uma redução estrutural de 20% na conta de luz. E que isso foi possível graças ao vencimento das concessões. Ou seja, se não fosse a 579, teríamos o reajuste deste ano em função da seca e mais 20%. “Em valor presente, chegamos a uma economia de R$ 200 bilhões para a sociedade, hoje”, garante o secretário do MME.

O secretário destacou também o equilíbrio estrutural do setor elétrico, que garantiu a oferta de energia em todo o País, mesmo em um momento de crise. E elogiou a atenção do governo federal em assegurar o cumprimento dos contratos firmados com o setor privado.

“O setor elétrico brasileiro tem desafios. Mas o importante sempre é você ter um modelo que atraia investimentos, que cumpra os contratos e os respeite. E isso, eu tenho certeza, é um dos pontos fortes que nós temos”, disse.

Com informações do Ministério de Minas e Energia, por sugestão de Hildebrando Cândido Coelho

Redação

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3 Comentários
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  1. altamiro souza

    18 de setembro de 2014 7:45 pm

    essa preocupação com o bolso

    essa preocupação com o bolso dos consumidores

    os neonliberais certamente não teriam,

    pois os governos tucanos, por exemplo,

    depois dessa medid do governo federlal

    sugerindo baixa nas tarifas,

    resolverm fazer o contrário

    e tascar um aumento maior pra beneficiar os acionistas de suas companhias elétricas.

  2. anarquista sério

    18 de setembro de 2014 7:54 pm

    Boca de urna nas eleições na

    Boca de urna nas eleições na Escocia:

      Pesquisas de boca de urna na Escócia apontam vitória do ‘não’ com 53%

    Leia mais: http://cbn.globoradio.globo.com/editorias/internacional/2014/09/18/PESQUISAS-DE-BOCA-DE-URNA-NA-ESCOCIA-APONTAM-VITORIA-DO-NAO-COM-53.htm#ixzz3DhOGXxzq

       Levantamento mostra que a permanência do país no Reino Unido é defendida por 53% dos eleitores. Já os partidários da independência respondem por 47%.

    Leia mais: http://cbn.globoradio.globo.com/editorias/internacional/2014/09/18/PESQUISAS-DE-BOCA-DE-URNA-NA-ESCOCIA-APONTAM-VITORIA-DO-NAO-COM-53.htm#ixzz3DhOPqb4F

  3. BRAGA-BH

    18 de setembro de 2014 8:01 pm

    Estamos neste aperto todo

    Estamos neste aperto todo porque nosso sistema elétrico não é todo interligado. Temos interligações apenas no Sul-Sudeste. Como o país é continental, a estiagem que assola o Sul-Sudeste no mesmo tempo ocorrem vazoes extraordinárias dos rios amzônicos. Mas por causa de eco-bagristas, as usinas no rio Sto Antonio estão atrasadas em 3 anos e terão, infelizmente a sua produção reduzida para 1/3 devido a escolha do sistema de geração (turbinas a bulbo ou fio dagua). Com o sitema eletrico brasileiro interligado integralmente, com as novas usinas assumindo a potencia quando seus rios estiverem em cheia, deixando as represas mais decadentes para emergencias, teremos um sossego maior na comodidade de fornecimento de energia e modicidade tarifária.

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