5 de junho de 2026

Economia deve avançar 0,33% em 2014, diz pesquisa

Jornal GGN – A economia brasileira deve encerrar o ano de 2014 com um crescimento de 0,33%, segundo dados do relatório Focus, elaborado semanalmente pelo Banco Central. A projeção foi reduzida pela décima sexta semana consecutiva – a variação estimada na semana passada era de 0,48%. Para 2015, a projeção caiu de 1,1% para 1,04%.

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Para a produção industrial, a estimativa de queda de 1,98% neste ano foi mantida, mas os dados apontam recuperação em 2015. Para o próximo ano, a projeção de expansão é 1,50%.

Quanto à taxa Selic, a projeção das instituições financeiras para a Selic, ao final deste ano, foi mantida no atual patamar de 11% ao ano pela décima quinta semana consecutiva, enquanto a média do período seguiu em 10,91% pelo mesmo período de tempo. Para o final de 2015, a projeção passou de 11,63% para 11,5% ao ano, terceira semana consecutiva de ajuste, enquanto a média do período passou de 11,52% para 11,36%.

A projeção para a cotação do dólar foi ajustada pela segunda semana consecutiva, passando de R$ 2,33 para R$ 2,30, ao passo que a média foi mantida em R$ 2,28%. Para 2015, a estimativa de fechamento foi reduzida pela segunda semana consecutiva,  de R$ 2,49 para R$ 2,45, e a média do período caiu de R$ 2,44 para R$ 2,41.

A estimativa dos analistas para o superávit comercial ao fim do ano foi reduzida de US$ 2,41 bilhões para US$ 2,40 bilhões, ao passo que a estimativa para 2015 subiu pela segunda semana, de US$ 8,50 bilhões para US$ 9 bilhões.

Segundo o levantamento, os dados para a dívida líquida do setor público em 2014 foram mantidos em 35% do PIB, e a variação pra 2015 foi ajustada pela segunda semana, de 35,04% para 35,30% do PIB.

O déficit em conta corrente ao fim do ano foi ajustado de -US$ 81,20 bilhões para -US$ 81,60 bilhões, ao passo que os dados para 2015 ficaram estáveis em -US$ 75 bilhões pela terceira semana consecutiva.

O volume de investimento estrangeiro direto para o ano ficou estável em US$ 60 bilhões, enquanto o total para o próximo ano subiu pela segunda semana consecutiva, de US$ 56 bilhões para US$ 57,70 bilhões.

O percentual dos preços administrados ao fim deste ano foi mantido em 5,10%, e a variação para 2015 ficou em 7% pela quinta semana seguida.

Tatiane Correia

Jornalista, MBA em Derivativos e Informações Econômico-Financeiras pela Fundação Instituto de Administração (FIA). Com passagens pela revista Executivos Financeiros e Agência Dinheiro Vivo. Repórter do GGN desde 2019.

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6 Comentários
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  1. anarquista sério

    15 de setembro de 2014 8:06 pm

    Esse ”deve” é subjetivo.O

    Esse ”deve” é subjetivo.O jornal GGN quer dizer no sentido otimista.

        E muitos acgam que val ficar DEVENDO mesmo.

         Uma questão das lentes do óculos.

  2. Sta. Catarina

    15 de setembro de 2014 10:52 pm

    2014

    Considero o ano de 2014 atípico. Copa do mundo, eleições. O povo parece meio anestesiado. Acredito que após o pleito em Outubro, com o novo governando já decidido, as coisas se encaixem aos poucos e bola pra frente. 

  3. Luis Sifer

    15 de setembro de 2014 11:51 pm

    É o resultado do desastrado

    É o resultado do desastrado governo Dilma.

    Crescimento praticamente zero. PQP.

    1. calma

      16 de setembro de 2014 6:03 am

      Para quem teve que única

      Para quem teve que única opção assumir o governo sem qualque experiência de grandes seriedadaes em governar, o resultado deve ser visto como uma benção dos deuses. De fato, tudo mostra o perigo terrível que seria cair nas mão de gente inexperiente agora, pois para o segundo mandato Dilma aprendeu tudo que precisava para ser um grande sucesso

  4. altamiro souza

    16 de setembro de 2014 4:01 am

    eu, na minha santa

    eu, na minha santa ignorancia, mas com a experiencia

    desses últimos doze anos observando

    as contradições entre o levantamento focus

    e o do governo, apostaria que o crescimento será maior.

     

  5. GODPLAYER

    16 de setembro de 2014 10:51 am

    Saturada

    É fato que a política de crescimento que funcionou a alguns anos atrás está saturada, só o Mantega não enxerga isso e fica socando mais dinheiro na economia para uma população que já está bem endividada.

     

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