O ministro da Fazenda Fernando Haddad anunciou, nesta quinta-feira (20), um conjunto de propostas acordadas com a companhia asiática de fast fashion Shein, entre elas um plano de conformidade que evitará a taxação de impostos aos consumidores.
A declaração foi dada por Haddad, durante coletiva de imprensa, após reunião com representantes da marca e o presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Josué Gomes.
Segundo o ministro, a Shein se comprometeu a aderir ao plano de conformidade da Receita Federal e “normalizar as relações com o ministério da Fazenda”, afirmou. “Se a regra valer para todo mundo, eles absorverão os custos dessa conformidade, não repassarão”, declarou.
O ministro explicou que o plano de conformidade vai seguir o exemplo “dos países desenvolvidos”. “É o que se chama no exterior de digital tax, um imposto digital. Ou seja, quando o consumidor comprar, ele está desonerado de qualquer recolhimento de tributo. A tributação terá sido feita pela empresa sem repassar para o consumidor nenhum custo adicional”, relatou.
As ações ocorrem em meio à repercussão negativa sobre a possibilidade de cobranças de imposto às encomendas internacionais em vendas de pessoa física a pessoa física de até US$ 50. No início do mês, o ministro anunciou o fim da isenção, mas acabou voltando atrás com a promessa de apresentar ainda em maio uma alternativa para a “distorção” .
“Nós queremos investimentos estrangeiros, nós apreciamos o comércio eletrônico, queremos condições competitivas para que nós não prejudiquemos empregos no Brasil e as lojas do varejo brasileiro”, destacou Haddad, no início da tarde.
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Investimento de R$ 750 milhões
Após as declarações do ministro, a Shein anunciou que vai investir R$ 750 milhões no Brasil nos próximos anos e que irá lançar um marketplace para produtos e vendedores nacionais.
A companhia asiática informou pretende fazer uma parceria com dois mil fabricantes do setor têxtil no país, com objetivo de gerar 100 mil empregos nos próximos três anos.
Com isso, a projeção é que 85% das vendas no Brasil devem corresponder a fabricantes e vendedores locais até 2026.
Com informações do G1
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AMBAR
20 de abril de 2023 6:23 pmPois é, Haddad caiu pra cima. O que uma boa relação diplomática não faz. Agora a gente sabe o que é Shein, quem já sabia pode continuar comprando com as mesmas vantagens, uma grande indústria será instalada por aqui, grandes investimentos são esperados e novas vagas de emprego serão criadas, reaquecendo a nossa economia. Boas novas.
Carlos Lima
21 de abril de 2023 1:27 amPois é Nassif, o Banco do Brasil, está negando crédito consignado, adiantamento de restituição do IR, para clientes consumidos pelo GOLPE, Veja que esses créditos alimentariam a economia e a instituição não correria risco algum, é uma humilhação para com o povo brasileiro e esses clientes, que foram defenestrado da economia pregressa. Por isso, as vezes defendo a privatização do Banco do Brasil, não serve mais aos propósitos do verdadeiro povo brasileiro. Quem preside esse banco, está dissonante de tudo ou desinformada da realidade, só Deus sabe quantos acreditaram no governo e ficaram doentes na quebradeira imposta depois do golpe.