O Supremo Tribunal Federal (STF) retirou o sigilo de operação policial envolvendo a falsificação da carteira de vacinação do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e de outras 15 pessoas.
Seis prisões preventivas foram decretadas, entre elas a do ex-ajudante de ordens de Bolsonaro, o tenente-coronel Mauro Barbosa Cid.
De acordo com comunicado do STF, “a investigação da PF identificou a atuação de suposta associação criminosa voltada para prática dos crimes de inserção de dados falsos de vacinação contra a covid-19 nos sistemas informatizados do Ministério da Saúde”.
A competência para processar e julgar o caso é do STF, por conta dos indícios envolvendo a participação do deputado federal Gutemberg Reis (MDB-RJ) na inserção de dados de vacinação no sistema ConecteSUS.
A representação da Polícia Federal para que fosse autorizada a cumprir os mandados teve concordância parcial do Ministério Público Federal (MPF), que se colocou contrário à medida cautelar de busca e apreensão contra Bolsonaro, sua esposa Michelle Bolsonaro e o deputado federal Gutemberg Reis.
O ministro Alexandre de Moraes indeferiu o pedido de busca e apreensão em relação a ex-primeira dama Michelle Bolsonaro.
Leia abaixo a íntegra da decisão do ministro Alexandre de Moraes.
Leia abaixo a íntegra da representação da Polícia Federal.
Leia abaixo a íntegra do parecer do Ministério Público Federal.
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