O vereador Carlos Bolsonaro recebeu R$ 129,5 mil em depósitos em espécie entre os anos de 2005 e 2021, sendo que R$ 91 mil não tiveram origem identificada.
Um crédito de R$ 10 mil sem identificação foi efetuado dias antes de o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro fechar a compra de um imóvel no Rio de Janeiro, segundo laudo elaborado pelo Ministério Público do Rio de Janeiro.
A investigação contra o vereador, que ainda não terminou, começou em 2019, quando se descobriu o registro de uma “funcionária fantasma” em seu gabinete na Câmara Municipal.
Segundo laudo elaborado pelo Laboratório de Tecnologia de Combate à Corrupção e à Lavagem de Dinheiro do Ministério Público, o vereador recebeu oito depósitos em espécie ao longo de 16 anos de investigação.
O maior deles foi realizado em janeiro de 2010, quando Carlos Bolsonaro recebeu R$ 45 mil em espécie em um depósito não identificado.
Os depósitos em espécie mostram semelhanças com o esquema mantido pelo seu irmão, o senador Flávio Bolsonaro (PL), era deputado estadual no Rio de Janeiro. O caso foi arquivado por anulação das provas.
As informações são do jornal Folha de São Paulo
josue
6 de maio de 2023 3:15 amO presidente do Banco Central do Brasil está no cargo para favorecer os banqueiros. Ele foi colocado lá pelo Congressistas anteriores e parte da imprensa capitalista selvagem, foi o maior golpe contra o povo brasileiro principalmente os mais necessitados! Os juros nas alturas pros banqueiros se enriquecerem cada dia mais!
+almeida
6 de maio de 2023 12:11 pmA suspeita além de ser antiga também estava próxima de ser confirmada, ou não. Porém, depois de uma longa pausa, do nada o MP requenta a suspeita é recoloca os refletoresfa suspeita em Carlos Bolsonaro. A estranha coincidência é que a notícia surge após a divulgação da possível insatisfação dele com os seus praças.