É preciso “muita má-vontade e má-fé” para manter qualquer “admiração desavisada” pelo presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, e criticar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva na reunião do G7, realizada recentemente no Japão.
Samuel Braun, diretor do IFFD (Instituto de Finanças Funcionais para o Desenvolvimento) e coordenador de Integração e Desenvolvimento da UERJ, divulgou em suas redes uma análise a respeito do desencontro ocorrido – e lembra que o ucraniano rejeitou todos os horários de encontro propostos.
Outro ponto envolve o posicionamento em relação a outros conflitos em andamento que sequer foram abordados na reunião, como aqueles registrados no Iêmen, Síria, Israel e Sudão.
“Os fatos mostram que Zelensky agiu como moleque, cumprindo de má-vontade a ordem dos membros da OTAN e por fim caçoando do Brasil em declaração. O Brasil (Lula e o Itamaraty) percebeu a chicana e agiu com maturidade: deu todos os meios possíveis para o encontro e ignorou a provocação”.
“Com Rússia na guerra, África do Sul acusada de armar a Rússia, China e Índia se negando a condenar a operação, do BRICS o Brasil era o mais próximo da posição ocidental. A postura de Zelensky enterrou qqr chance do Sul Global entrar nas sanções contra a Rússia e apoiar Kiev”, finaliza.
Leia a íntegra da análise abaixo.
José de Almeida Bispo
24 de maio de 2023 4:25 pmEle, Zelensky, não foi contratado para fazer a paz; ele foi contratado ara azucrinar a Rússia, e se possível derrubar seu governo para que, com a anarquia instalada, os bando ocidentais lastreiem parte de seus estratosféricos créditos podres. E Lula sabe disso e não vai perder tempo com o sub do sub. É guerra pra dez anos. A menos que a ventania sopre sobre a enormidade de fumaça dita dólar e a espalhe.
josé Oliveira de Araújo
25 de maio de 2023 8:33 amZelensky não passa de um gerentão do EUA na batalha da Ucrânia, pois a guerra é muito mais ampla do que apregoam os ideólogos do ocidecadente.