Zelensky não quer negociar a paz, diz coordenador da UERJ

Tatiane Correia
Repórter do GGN desde 2019. Graduada em Comunicação Social - Habilitação em Jornalismo pela Universidade Municipal de São Caetano do Sul (USCS), MBA em Derivativos e Informações Econômico-Financeiras pela Fundação Instituto de Administração (FIA). Com passagens pela revista Executivos Financeiros e Agência Dinheiro Vivo.
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Em análise, Samuel Braun explica que “é preciso muita má vontade e má-fé” para manter admiração desavisada pelo presidente da Ucrânia

Foto: G7 Hiroshima Summit – via fotospublicas.com

É preciso “muita má-vontade e má-fé” para manter qualquer “admiração desavisada” pelo presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, e criticar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva na reunião do G7, realizada recentemente no Japão.

Samuel Braun, diretor do IFFD (Instituto de Finanças Funcionais para o Desenvolvimento) e coordenador de Integração e Desenvolvimento da UERJ, divulgou em suas redes uma análise a respeito do desencontro ocorrido – e lembra que o ucraniano rejeitou todos os horários de encontro propostos.

Outro ponto envolve o posicionamento em relação a outros conflitos em andamento que sequer foram abordados na reunião, como aqueles registrados no Iêmen, Síria, Israel e Sudão.

“Os fatos mostram que Zelensky agiu como moleque, cumprindo de má-vontade a ordem dos membros da OTAN e por fim caçoando do Brasil em declaração. O Brasil (Lula e o Itamaraty) percebeu a chicana e agiu com maturidade: deu todos os meios possíveis para o encontro e ignorou a provocação”.

“Com Rússia na guerra, África do Sul acusada de armar a Rússia, China e Índia se negando a condenar a operação, do BRICS o Brasil era o mais próximo da posição ocidental. A postura de Zelensky enterrou qqr chance do Sul Global entrar nas sanções contra a Rússia e apoiar Kiev”, finaliza.

Leia a íntegra da análise abaixo.

Tatiane Correia

Repórter do GGN desde 2019. Graduada em Comunicação Social - Habilitação em Jornalismo pela Universidade Municipal de São Caetano do Sul (USCS), MBA em Derivativos e Informações Econômico-Financeiras pela Fundação Instituto de Administração (FIA). Com passagens pela revista Executivos Financeiros e Agência Dinheiro Vivo.

2 Comentários

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  1. Ele, Zelensky, não foi contratado para fazer a paz; ele foi contratado ara azucrinar a Rússia, e se possível derrubar seu governo para que, com a anarquia instalada, os bando ocidentais lastreiem parte de seus estratosféricos créditos podres. E Lula sabe disso e não vai perder tempo com o sub do sub. É guerra pra dez anos. A menos que a ventania sopre sobre a enormidade de fumaça dita dólar e a espalhe.

  2. Zelensky não passa de um gerentão do EUA na batalha da Ucrânia, pois a guerra é muito mais ampla do que apregoam os ideólogos do ocidecadente.

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