
Jornal GGN – Em mais uma entrevista com os presidenciáveis, William Bonner e Patrícia Poeta insistiram na imagem do Jornal Nacional como veículo independente, privilegiaram perguntas longas e repetitivas, tornando as propostas dos candidatos inconclusas e sem explorar variedade de assuntos que 15 minutos de televisão pode oferecer. Por outro lado, Marina Silva (PSB) teve que se pronunciar, pela primeira vez, sobre a investigação do jato que causou o acidente com Eduardo Campos.
Apesar de dedicar quase metade do tempo do programa para o assunto, o argumento utilizado por Marina foi o mesmo apresentado, até agora, por seu partido. “Nós tínhamos uma informação de que era um empréstimo, que seria feito um ressarcimento, num prazo legal, que pode ser feito, segundo a própria Justiça Eleitoral, até o encerramento da campanha. E que esse ressarcimento seria feito pelo comitê financeiro do candidato”, respondeu.
Mesmo afirmando que não tinha nenhuma informação quanto à ilegalidade das transações, feita, segundo as investigações, por meio de laranjas, a candidata à presidência pelo PSB confirmou que tinha conhecimento sobre a “forma legal de adquirir o provimento desse serviço”. Mais uma vez insistindo no assunto, Marina se atrapalhou ao afirmar que o discurso de que as irregularidades serão investigadas é “o discurso que eu tenho utilizado para todas as situações”.
Ao ser perguntada sobre o baixo desempenho no Acre, onde Marina fez carreira política, nas eleições de 2010, interrompida cinco vezes e, mais uma vez, repetida a pergunta por Patrícia Poeta, a candidata questionou se a jornalista conhecia bem a sua trajetória, deixando-a nervosa: “conheço, conheço, conheço, candidata. Nós estudamos bastante antes de fazer essa entrevista”, disse Patrícia, na defesa de que cumpriu o seu papel.
A superficialidade do Jornal Nacional não foi apontada somente nesse momento por Marina, que também dirigiu a nota à William Bonner, afirmando que o editor estava sendo parcial: “mais uma vez, William, eu quero dizer que você está trabalhando apenas com um lado da moeda”.
O discurso autoindulgente também esteve presente na entrevista. “Eu acho que você tem um certo desconhecimento do que significa ser senadora vindo da situação que eu vim. Eu não sou filha de político tradicional, não sou filha de nenhum empresário. (…) É culpa das circunstâncias”, disse a candidata.
“Eu já cheguei a ficar quatro anos sem poder andar na metade do meu estado. Sabe por quê? Porque queriam fazer uma estrada sem estudo de impacto ambiental, sem respeitar terras dos índios e as unidades de conservação”, continuou Marina Silva.
“Eu venho de uma trajetória política que, desde os meus 17 anos, eu tive que confrontar muitos interesses no meu estado do Acre ao lado de Chico Mendes, ao lado de pessoas que se posicionaram ao lado da Justiça, da defesa dos índios, dos seringueiros, da ética na política. Isso fez com que eu tivesse que seguir uma trajetória que não era o caminho mais fácil. Aliás, na minha vida, nunca é fácil, não é?”, afirmou em outro momento.
Nas palavras finais, Marina Silva reafirmou que seu objetivo é renovar a política. “Para mim, a política deve ser utilizada para unir as pessoas, para que, mesmo com interesses diferentes, a gente seja capaz de mediar os conflitos e fazer aquilo que é melhor para o benefício do povo brasileiro”, ao fazer referência às contradições apontadas na sua chapa presidencial, à qual levará Beto Albuquerque como vice.
drigoeira
28 de agosto de 2014 2:11 pmUnir as pessoas…
Só as de bem, as pessoas ruins vamos jogar na fogueira e limpar este país de uma vez por todas.
Até que enfim alguém vai resolver o problema do nosso país.
Mas como vamos separar as pessoas ruins das boas???
Será que o capeta vai subir e apontar as pessoas ruins???
CELSO ORRICO
28 de agosto de 2014 2:20 pmdrigoeira
esses se salvarão o resto vai para o fogo dos infernos..Aleluia irmão!!!rs
marcelo
28 de agosto de 2014 2:17 pmquem a conhece não a compra.
quem a conhece não a compra.
Assis Ribeiro
28 de agosto de 2014 2:19 pmToda a linha de Marina é na
Toda a linha de Marina é na base do coitadinha de mim.
Se achar vítima é um péssimo indicador para quem almeja o executivo.
Na sua entrevista, ao responder sobre o jatinho, se comprometeu juridicamente com crime eleitoral, passível de punição.
Sobre o jatinho, pelas informações divulgadas até agora, vários crimes foram praticados.
Nira
28 de agosto de 2014 6:26 pmCoitadismo é uma chatice,
Coitadismo é uma chatice, sim. E olha que ela ainda nem falou que a mãe nasceu analfabeta. Aí eu choro.
Fernando
28 de agosto de 2014 9:12 pmForças ocultas.
E olhe, Nira, que ela nem conheceu as forças ocultas das quais falava janop Quadros.
Quando conhecê-las haverá choro e ranger de dentes.
Nira
29 de agosto de 2014 12:48 amPode até ser, mas meu
Pode até ser, mas meu comentário foi também para lembrar que o discurso coitadista é mais disseminado do que a memória seletiva de alguns comentaristas deixa entrever.
Uns vêm da floresta, outros do semi-árido, todos batalham e, por mérito próprio ( ou não, depende de nossas simpatias ) chegam lá.
Nossos heróis superam as adversidades e não nos cansamos de ouvi-los contar isso. Já os mais recentes demônios são “coitadistas “.
Gardenal
28 de agosto de 2014 2:24 pmSe a Marina vencer (toc, toc,
Se a Marina vencer (toc, toc, toc.) o Beto vai à posse da Neca?
alexis
28 de agosto de 2014 4:43 pmNão
O Beto vai ter que contratar seguro de vida!
Maria Luisa
28 de agosto de 2014 2:28 pmA campanha do avião, aeroporto e helicoptero
Tenho a impressão de que Marina esta assumindo algo de que ela não sabia, que é o de dizer que tinha conhecimento de que o avião foi comprado através de um empréstimo, que poderia ser ressarcido até o final da campanha eleitoral. Não sei se Marina e a Rede sabiam de fato… Se sabiam, acho que so ficaram sabendo de metade da historia, muito por cima. Eh obvio que ela não tinha idéia de que esse avião foi comprado em nome de laranjas para burlar o fisco… E agora, tem que fazer de conta de que estava tudo certo antes, com o PSB e EC. Marina é, ou so parece, muito inocente ?
ljunior
28 de agosto de 2014 3:04 pmNem foi eleita…
Nem foi eleita e já vem com discurso de “Eu não sabia”?!
Maria Silva
28 de agosto de 2014 4:44 pmJatinho laranja
E diz que se cerca de gente honesta … Se ela mal entende os detalhes de sua campanha, imagine como governante
Sergio SS
28 de agosto de 2014 2:29 pm“Para mim, a política deve
“Para mim, a política deve ser utilizada para unir as pessoas, para que, mesmo com interesses diferentes, a gente seja capaz de mediar os conflitos e fazer aquilo que é melhor para o benefício do povo brasileiro”
Este foi o papel que Lula e o PT fizeram e estão fazendo. Mudar o Brasil sem quebrar contratos e sem confrontar escancaradamente os oligopólios midiáticos, ruralistas e financistas que historicamente governam o Brasil, mas arrancando lasquinhas deste poder a cada mandato.
Marina não conseguiu implantar seu discurso no MMA, no PV e agora no PSB. Ou seja, seu discurso é retórica pura, e isto me dá asco pois se iguala na velha política.
Portanto, nada de novo no front e sigamos com Dilma !!
Aroeira
28 de agosto de 2014 2:56 pmEm vídeo, Ciro Gomes diz que Marina deseduca o povo brasileiro
Esse vídeo precisa ser visto por João Santana e colocado no programa eleitoral gratuito da Dilma.
http://www.conversaafiada.com.br/tv-afiada/2014/08/28/ciro-blabla-e-picareta/
Cunha
28 de agosto de 2014 3:00 pmSeringueiro que trabalhou com
Seringueiro que trabalhou com Marina diz que ela privatizou a Amazônia
Seringueiro denuncia Marina Silva e declara apoio a Zé Maria
Osmarino Amâncio é uma liderança histórica dos seringueiros. De sua modesta casa na reserva extrativista Chico Mendes, em Brasileia (AC), ele conversou com a redação do Portal do PSTU
Como você conheceu a Marina Silva?
Conheci a Marina nas Comunidades Eclesiásticas de Base. Ela trabalhou como catequista, eu também comecei como catequista e nós trabalhamos juntos. As comunidades eram ligadas à Teologia da Libertação. Depois, ela se candidatou, foi eleita deputada eu fiquei de suplente. Mas aí, em 1993, eu saí do PT por divergir do programa do partido, porque estava vendendo todos os seus princípios. Na época, o PT expulsou algumas tendências como a Convergência Socialista. Eu saí do PT em solidariedade à expulsão destes companheiros.
A Marina fez parte dos empates [mobilizações de seringueiros contra o desmatamento da floresta]. No começo teve uma trajetória boa, mas depois se adaptou à legalidade burguesa, indo ocupar uma cadeira de deputada e, depois, de senadora e ministra. Então, fez a grande traição do movimento dos seringueiros.
O que você pensa sobre a candidatura de Marina Silva à presidência da República?
Eu acho que é um retrocesso total tanto pra questão campesina como pra questão da Amazônia. Ela nunca teve uma preocupação com a questão da educação. Ela foi senadora e nunca teve essa preocupação de fortalecer esse setor.
Na Amazônia, ela fez toda a logística para que o agronegócio e para que as multinacionais pudessem dizimar com todo esse potencial aqui da região.
Acho que estamos numa situação em que os candidatos que tão na frente [das pesquisas] não se diferenciam muito. A Dilma não propõe a reforma agrária, o PSDB e a Marina também não. Na questão ambiental, os três têm a mesma agenda que é a economia verde. Como eles vão sustentar isso? Propondo uma esmola pra classe trabalhadora. Vão propor o Bolsa Família. Aqui na Amazônia vão propor a Bolsa Verde, o Bolsa Floresta. Então, vão distribuir esmola e os bancos vão ser os grandes beneficiários pela política propostas por esses candidatos.
Esse pessoal não governa o Brasil. Eles obedecem a uma política econômica do grande empresariado deste país. A Marina sequer tem uma ideologia. A Marina se apresenta como sendo alguém que não é nem de esquerda, nem de direita. Ela não cumpriu com o seu compromisso quando foi ministra. Ela privatizou a Amazônia com a Lei de Concessão de Florestas Públicas, garantiu que o agronegócio se fortalecesse com a liberação dos transgênicos, não teve uma política dura contra a importação dos pneus usados da Europa e da China.
O que você acha da proposta de Marina a respeito do desenvolvimento sustentável pra Amazônia?
Isso aí é a mercantilização total dos recursos naturais que ela quer implementar aqui. Hoje aqui tudo virou mercado. Hoje se propõe vender toda a madeira como matéria-prima. Tem a proposta do mercado de carbono, que garante aos empresários de Las Vegas poluir lá e “compensar” aqui na Amazônia. Isso é a proposta da economia verde. Sustentável para as multinacionais e para o grande capital.
Isso afeta os seringueiros e os indígenas aqui. A proposta dessa economia verde vai querer expulsar essas populações de suas áreas. Eles não vão poder nem colocar o seu roçado. A Lei de Florestas Públicas vai entregar pra iniciativa privada a sua área de floresta.
O que você acha da escolha de um vice ligado ao agronegócio na chapa de Marina Silva?
Já era algo esperado. A Marina não tem uma proposta de reforma agrária, nunca teve essa preocupação. Com a escolha desse vice [Beto Albuquerque] ela combina a imagem de lutadora que teve no passado com esse setor que sempre foi o grande inimigo daqueles que defendem a reforma agrária e lutam contra a concentração da terra. Os seringueiros e os índios vão sofrer as consequências disso na Amazônia.
Marina sempre usou a história de Chico Mendes em sua trajetória política. O que você acha disso?
Esse pessoal tenta dizer que o Chico era um ambientalista. O Chico nunca foi um ambientalista. Ele foi um libertário, um sindicalista socialista. O que o Chico discutiu com os ambientalistas foi uma aliança em alguns pontos. Mas a reforma agrária adequada pra essa região foi a proposta que o Chico defendeu. Pouco ante de morrer ele já tava divergindo da Marina por conta da proposta apresentada no congresso do Conselho Nacional de Seringueiro, do uso múltiplo da floresta. Isso era fazer o seringueiro aceitar o corte de madeira [comercial] aqui nas Reservas Extrativistas. Hoje o Chico estaria totalmente contra essas políticas que tão sendo implementadas.
Porque você está apoiando a candidatura de Zé Maria?
Eu tô apoiando porque é o único candidato que tá propondo a reforma agrária, a estatização da Amazônia. Tá ligado à luta de classe, ao movimento sindical da CSP-Conlutas. É um cara que tem um passado de luta que nunca foi negado por ele. Continua hoje com as mesmas convicções, como lutar contra a concentração de terras nas mãos de poucas pessoas.
O Lula que foi a esperança da classe trabalhadora sai de lá dizendo que os usineiros são heróis. Mas ainda tem muita gente que ainda luta como Chico Mendes fazia. Eu tenho certeza que essa população que se mobilizou em junho vai ter consciência disso.
http://www.viomundo.com.br/voce-escreve/seringueiro-que-trabalhou-com-marina-diz-que-ela-privatizou-amazonia.html
Francy Lisboa
28 de agosto de 2014 3:09 pmEu nao critico Marina por ser
Eu nao critico Marina por ser candidata, a minha critica eh justamene porque ela surfa na onda do apartidarismo que eh SIM um mal para o pais porque renega a Politica. Prova? Claro, a todo momento usando as “Jornadas de Junho” como se ela fosse a lider. Um movimento que se caracterizou pelo odio aos partidos e a tudo que estah ai. Ai vem colegas do Blog dizendo que Marina na renega a Politica. Renega sim senhor, apesar de estar fazendo politica com as feicoes mais tradicionais.
Muitos criticam Dilma dizendo que o “Mercado” precisa de previsibilidade, mas nos sabemos que nos, a maioria da populacao, tambem precisamos de previsibilidade e Marina nao nos dah essa previsibilidade. Nao responde nada, se esquiva sobre temas sobre o Pre-Sal, a politica de valorizacao do salario minimo, dos programas de fomento ao ensino tecnico. Olha, eu sei que o Mercado estah se lixando pq nao eh essa a previsibilidade que interessa a essa parte da balanca que, infelizmente, parece ser a mais poderosa.
Qual eh o problema de ela, Marina, nos dar essa previsibilidade tambem? Nos soh queriamos saber o que ela vai fazer em vez de ficar falando em unir as pessoas. Ser presidente nao eh cantar em festival Hipie.
Clever Mendes de Oliveira
28 de agosto de 2014 4:46 pmDemonizar política é atraso, mas o resumo da entrevista nada diz
Francy Lisboa (quinta-feira, 28/08/2014 às 11:36),
Ontem (Na verdade na madrugada de hoje) no post “A isenção de William Bonner” de quarta-feira, 27/08/2014 às 21:09, aqui no blog de Luis Nassif com a opinião dele sobre o comportamento de William Bonner na entrevista com a candidata Marina Silva, eu enviei quinta-feira, 28/08/2014 às 02:11, um comentário para junto do comentário de IV AVATAR, enviado quinta-feira, 28082014 às 0048. Deixo o endereço do post na segunda página onde agora com 197 comentários está o meu comentário e o de IV Avatar.
https://jornalggn.com.br/noticia/a-isencao-de-william-bonner?page=1
Minha intenção em meu comentário era analisar quais seriam os valores que os comentaristas deveriam buscar nas considerações que são enviadas para posts aqui neste blog e em outros blogs. Em meu entendimento, o fundamental seria buscar pontos de obscurantismos nos comentários, nos posts, nos artigos, nas campanhas políticas e que tais. Embora, eu reconheça que a maioria de nós é leiga no assunto que tratamos e reconheça também que é muito raro alguém mudar de convencimento pela argumentação de outro, este trabalho de esclarecimento ainda que possamos estar errado – até cientistas erram no campo de atuação deles – é um imperativo.
A deixa para a minha argumentação com IV AVATAR foi a questão do avião de Eduardo Campos e os paralelos com o julgamento da Ação 470. Para mim a discussão sobre esse assunto entre leigos, como nós, é uma demonstração do atraso das discussões nos meios de comunicação e nas redes. Quem decide se a cessão do avião é crime de corrupção como foi decidido na sentença da Ação Penal 470 em relação ao recebimento de vantagem indevida é a justiça. É claro que como cientistas erram, a justiça pode errar também. Se temos prova do erro da justiça temos obrigação de divulgar embora no caso do julgamento da Ação Penal 470, eu considero que as pessoas não entenderam o que a justiça decidiu.
Não assisti a entrevista de William Bonner e a Marina Silva, mas a insistência com que ele, segundo os comentários, teria questionado a respeito do avião é representativo do que eu chamo atraso do nosso jornalismo. William Bonner não sabe nada sobre a legalidade do uso do avião e se houver alguma ilegalidade caberá à justiça dizer se realmente houve, qual seria o seu alcance e os efeitos e se caberia a alguém alguma penalidade.
Aliás, o título do post “A isenção de William Bonner” deu-me a sensação de uma ironia em outro sentido. Embora Luis Nassif goste muito deste termo para se autoqualificar, ultimamente parece que se optou por um termo mais adequado que seria o reconhecimento do caráter plural do blog. Sendo assim, o uso do termo isenção, já não seria mais um elogio. O uso do termo visava enfatizar ou a característica de máquina de leitura de perguntas que William Bonner estaria assumindo, ou, dito de outra forma, que o William Bonner é um cabeça de vento, pois só um cabeça oca pode ser isento.
Assim penso que não só nas discussões nos blogs, mas também nas entrevistas que visam o esclarecimento, o importante é volta-se para aquilo que se conhece. O que o William Bonner sabe, porque quase todo mundo de conhecimento médio sabe, é que, no mundo todo, os governos são formados por pessoas de bem. No Brasil, na União, nos estados membros e nos municípios não há nem um governo que não seja formado por homens de bem. Caso haja, seria necessário ser mencionado e então deixaria de haver pois quem não fosse homem de bem seria automaticamente demitido. Do mesmo modo pode-se dizer que no mundo todo assim são formados os governos: com homens de bem. Aliás, até no Estado Islâmico o governo é formado por homens de bem. Então um questionamento válido a Marina Silva seria saber como ela ia fazer uma nova política utilizando aquilo que na prática política do mundo inteiro é utilizado e que são os homens de bem.
Enfim, um dos questionamentos que se deve fazer aos defensores da Marina Silva é exatamente este de negar à política e que você chamou de demonização da política no seu comentário que virou o post “Marina come do fruto da demonização da política, por Francy Lisboa” de terça-feira, 26/08/2014 às 08:26, e que pode ser visto no seguinte endereço:
https://jornalggn.com.br/blog/francy-lisboa/marina-come-do-fruto-da-demonizacao-da-politica-por-francy-lisboa
Agora este questionamento não pode ser feito do ponto de vista eleitoral. Se Marina Silva ganhar mais votos do que perde ao demonizar a política ela tem todo o direito de demonizar a política. Além disso é preciso reconhecer que ela pode fazer a demonização da política de dois modos. Ela pode fazer a demonização à maneira do PSDB (Quando o PSDB foi fundado dizendo que seria formado para combater o fisiologismo, a maioria dos grandes intelectuais que participaram da formação do partido sabiam que o fisiologismo é da essência da prática democrática), isto é, sabendo que está fazendo uma ação deseducadora, ou à maneira do PT de antigamente, à maneira dela mesmo, Marina da Silva, de sempre ou à maneira das manifestações de junho de 2013, isto é, sem saber que ensinam ao povo uma lição equivocada.
Aproveito para dizer aqui mais uma vez que lá no post “Marina come do fruto da demonização da política, por Francy Lisboa” você avalia que “Marina não está interessada em melhorar o Brasil”. Em meu entendimento essa sua análise está incorreta. A Marina Silva tem interesse em melhorar o Brasil. O problema é que ela não sabe que escolheu o caminho dos homens de bens (Aqui mais no sentido de ingênuos), mas que não sabem que estão equivocados.
PS. As idéias de Bryan Caplan não são boas para serem seguidas. No post “O mito do eleitor racional, um artigo de Bryan Caplan”, ele defende, em artigo de 2006, com este título “O mito do eleitor racional”, formas de retirar da arena política o eleitor irracional. É argumento em defesa de interesse próprio. Duvido que ele defendesse por exemplo que não se deixasse o povo opinar sobre a inflação porque a crítica do povo a inflação é irracional tendo em vista os benefícios que a inflação traz a um país. O endereço do post “O mito do eleitor racional, um artigo de Bryan Caplan” é:
https://jornalggn.com.br/noticia/o-mito-do-eleitor-racional-um-artigo-de-bryan-caplan
Lembrei de mencionar o post “O mito do eleitor racional, um artigo de Bryan Caplan”, porque embora eu não lógica em considerar a voz da maioria como a voz correta, e eu admita restrições à vontade da maioria (Por exemplo, sou contra que se abaixe a maioridade penal) não sou favorável ao modelo europeu em que se cria um arcabouço muito rígido em que a vontade da maioria tenha pouco espaço de atuação (Na Europa a inflação não pode ser superior a 3%, a dívida pública não pode ser superior a 100% do PIB, o déficit público não pode ser superior a 3% do PIB, etc.). E lembrei-me do post “O mito do eleitor racional, um artigo de Bryan Caplan” porque lá há um comentário seu que embora não diga nada, até pelo cansaço que o texto longo do artigo deve ter lhe causado, não faz jus a você. Tanto o seu comentário enviado quinta-feira, 28/08/2014 às 10:05 como o de IV AVATAR, enviado quinta-feira, 28/08/2014 às 10:00, aproximam-lhes de Bryan Caplan que não me parece que vale a pena. As idéias ali são dos que se chamam libertários, que o texto mostra que não são tão libertários assim e que não daria nenhum bom fruto em países como o Brasil.
Clever Mendes de Oliveira
BH, 28/09/2014
Eliane Ribeiro
28 de agosto de 2014 3:24 pmPra mim só fizeram
Pra mim só fizeram media,aquele papo das razões de votar na marina por que ela se cerca de gente Honesta,
foi uma clara alusão da pergunta do bonner para Dilma referente ao seus ministros.
Emersonrj
28 de agosto de 2014 3:30 pmAtenção pernambucanos, ela
Atenção pernambucanos, ela falou que quer reunir os melhores e citou o Jarbas Vasconcelos (esta é a nova política)
Grazie
28 de agosto de 2014 3:46 pmNota do STTR de Xapuri/ Acre sobre Marina e Chico Mendes
Nota de esclarecimento sobre a declaração da candidata Marina Silva no debate da Rede Bandeirantes
Sindicato dos Trabalhadores e Trabalhadoras rurais de Xapuri/Acre
No site: http://www.pstu.org.br/node/20949
Diante da declaração da candidata à Presidência da República para as próximas eleições, Marina Silva, onde esta coloca o companheiro Chico Mendes junto a representantes da elite nacional, o Sindicato dos Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais de Xapuri (Acre), legítimo representante do legado classista do companheiro Chico, vem a público manifestar-se nos seguintes termos:
Primeiramente, o companheiro Chico foi um sindicalista e não ambientalista, isso o coloca num ponto específico da luta de classes que compreendia a união dos Povos Tradicionais (Extrativistas, Indígenas, Ribeirinhos) contra a expansão pecuária e madeireira e a conseqüente devastação da Floresta. Essa visão distorcida do Chico Mendes Ambientalista foi levada para o Brasil e a outros países como forma de desqualificar e descaracterizar a classe trabalhadora do campo e fortalecer a temática capitalista ambiental que surgia.
Em segundo, os trabalhadores rurais da base territorial do Sindicato de Xapuri (Acre), não concordam com a atual política ambiental em curso no Brasil idealizada pela candidata Marina Silva enquanto Ministra do Meio Ambiente, refém de um modelo santuarista e de grandes Ong’s internacionais. Essa política prejudica a manutenção da cultura tradicional de manejo da floresta e a subsistência, e favorece empresários que, devido ao alto grau de burocratização, conseguem legalmente devastar, enquanto os habitantes das florestas cometem crimes ambientais.
Terceiro, os candidatos que compareceram ao debate estão claramente vinculados com o agronegócio e pouco preocupados com a Reforma Agrária e Conflitos Fundiários que se espalham pelo Brasil, tanto isso é verdade, que o assunto foi tratado de forma superficial. Até o momento, segundo dados da CPT, 23 lideranças camponesas foram assassinadas somente neste ano de 2014. Como também não adentraram na temática do genocídio dos povos indígenas em situação alarmante e de repercussão internacional.
Por fim, os pontos elencados, são os legados do companheiro Chico Mendes: Reforma Agrária que garanta a cultura e produção dos Trabalhadores Tradicionais e a União dos Povos da Floresta.
Xapuri, 27 de agosto de 2014
José Alves – Presidente
Waldemir Soares – Assessor Jurídico
Marroni
28 de agosto de 2014 4:07 pmPerfeito.
Marina tenta usurpar a memória das lutas e da morte de Chico Mendes assim como as de Eduardo Campos. É uma necrófaga porque, pior do que os vampiros, que se alimentam do sangue dos vivos, alimenta-se dos mortos que não podem se defender.
Nira
28 de agosto de 2014 6:20 pmO primeiro parágrafo da nota
O primeiro parágrafo da nota já dá o tom de todo o restante. Mais uma vez vemos a confusão entre a acepção ampla do termo elite, que pode e deve ser entendido como o melhor de um grupo, uma sociedade, e não necessariamente a definição restritiva e meio bitolada que nos últimos tempos passou a restringir o termo à classe economicamente privilegiada .
Afinal, até quem se aproveita do discurso contra a zelite branca de zóio azul sabe bem a diferença,
Jorge Rebolla
28 de agosto de 2014 3:55 pmNassif à marinera?
Marina fala sobre jato e questiona superficialidade do Jornal Nacional…
Receita da chef Neca, do Brésilienne Misérable
O prato deve ser marinado em local fresco. Não utilizar geladeira para evitar emissões de CO2:
1 garrafa de tokai Global Soros
1 copo de bourbon Green Gore
1 bulbo de erva-sem-vergonha
1 copo de suco de laranja Nassau
Raspas de Windsor Balmoral
1 colher de sal Itaú
1 fio de azeite Setúbal
Limpe a peça retirando toda a soberania nacional, não faça furos que podem atingir a camada do pré-sal, esta região deve se manter insossa. Coloque-a numa tigela de mogno da marca Fábio Lima e despeje todos os ingredientes. A mistura deve ficar com uma tonalidade preta apocalipse esverdeada.
Para servir deve ser polvilhado com crescimento econômico triturado e prosperidade moída, em jantares internacionais.
Sergio Saraiva
28 de agosto de 2014 8:26 pmDoce recordação.
Grande Rebolla,
fez-me lembrar a juventude. Onde eu morava havia muita maria-sem-vergonha. Achava-as muito bonitas e gostava muito delas. Na verdade, ainda gosto.
Interessante, minha esposa, não.
Creio que é assim mesmo. Gosto não se discute, enfim.
Marroni
28 de agosto de 2014 4:33 pmQuem pedala a bicicleta???
Fábio de Oliveira Ribeiro
28 de agosto de 2014 4:53 pmSe não votarem em Dilma
Se não votarem em Dilma Rousseff no 1º turno, os eleitores anti-evangélicos de Aécio Neves terão que aguentar Marina Silva no 2º turno! Há, há, há… candidatura tucana minguando em 4,3,2,1…
MarFig
28 de agosto de 2014 8:11 pmMeu sogro e minha sogra. Mas
Meu sogro e minha sogra. Mas no segundo turno se der Marina acho que eles nem vão votar.
Juliano Santos
28 de agosto de 2014 4:59 pmA bomba semiótica enfrenta a artilharia Bonner na TV
Se a Marina é superficial em qualquer lugar que vá para explanar sobre suas “propostas”, imagina no pinga-fogo do Bonner e da Poeta. É semiologia pura. Chamem o Wilson Ferreira para analisar a performance da Osmarina no JN.
Alessandre de Argolo
28 de agosto de 2014 6:57 pmA lógica lulodilmista do cinismo e da hipocrisia
Os petistas, que agora se aliam a tucanos e à grande imprensa, por eles chamada de “PIG”, os mesmos que compraram apoio político na Câmara dos Deputados ao pagarem MILHÕES DE REAIS a líderes dos partidos da base governista de Lula, por meio do esquema chamado “mensalão”, crime que foi confessado como sendo, no mínimo, CAIXA 2 de campanha eleitoral, mesmo quando muitos pagamentos foram feitos em período não eleitoral, agora querem criticar Marina Silva porque Eduardo Campos e asseclas supostamente usaram laranjas para comprar um jato no qual ele viajaria.
É a “lógica” lulodilmista da falta de vergonha na cara, da hipocrisia e do cinismo.
Eles podem pagar milhões de reais a líderes dos partidos políticos da base aliada do Governo Lula, que eles consideram “caixa 2” de campanha, mas Marina tem que ser acusada como desonesta porque o ex-candidato a presidente, Eduardo Campos, e seu grupo político, supostamente usaram “laranjas” para comprar um jato que serviria de meio de transporte aéreo da candidatura do PSB e, ainda, teriam se valido do serviço de forma que supostamente contraria a legislação eleitoral brasileira. Quanto a este último ponto, segundo o tendencioso e não digno de credibilidade Tijolaço, a “ilegalidade” eleitoral residiria no fato do jato ter sido fornecido por uma empresa que não presta serviço de taxi aéreo e, ainda, não teria havido a prestação de contas, mesmo quando o prazo para prestar contas perante a Justiça Eleitoral está em pleno andamento.
Quer dizer, quando confrontados com um autêntico e inegável escandaloso esquema de corrupção como o mensalão, os lulodilmistas confessam expressamente caixa 2 de campanha. No entanto, agora, os lulodilmistas querem sacrificar Marina por fatos acerca dos quais ela não têm qualquer eventual responsabilidade, responsabilidade essa sequer comprovada, pois até aqui não restou caracterizada nenhuma ilegalidade eleitoral no uso do jato por parte da candidatura de Eduardo Campos.
Pode isso, eleitor brasileiro, esses argumentos completamente absurdos, incoerentes, sem pé nem cabeça, vindos de quem, no mínimo, confessou caixa 2 de campanha numa situação muito mais grave?
A presidenta da república, Sra. Dilma Rousseff, integrante do PT, comparece ao Jornal Nacional da Rede Globo e, exibindo condescendência e omissão com um escandaloso esquema de corrupção, silencia sobre a pergunta que falava da reação do partido dela em relação aos condenados pelo mensalão que são do PT, mas agora, os seus correligionários, apoiadores e eleitores, os lulodilmistas, querem atacar Marina por fatos que, no máximo, estão vinculados às pessoas que transitavam ao redor de Eduardo Campos e com ela não possuem qualquer relação?
Pode isso, eleitor brasileiro?
Sergio Saraiva
28 de agosto de 2014 7:46 pmMeu ódio será tua herança.
Com Marina Silva é possível odiar o PT sem descer ao nível do calão de mandar a presidente da República tomar no cu.
Alessandre de Argolo
28 de agosto de 2014 9:49 pmDilma não merece ouvir um “vtnc” (nada contra quem gosta)
Já os que afundam sua candidatura…O único risco é gostarem rsrs.
hugo1
28 de agosto de 2014 7:56 pmO cinísmo não vem de Lula e
O cinísmo não vem de Lula e Dilma vem de Marina.
Ninguem defende o Mensalão do PT por aqui e se Marina tem alguma coisa a ver com o avião ou outra irregularidade não gostaria que ela passasse pelo enxovalhanmento que passaram os petistas.
O discurso de se aliar ao bons e nova política não resistiu a 15 minutos dadupla do JN. Mais 5 minutos a candidatura dela vai por água a baixo. Porque esse discurso é uma peça de ficção, só isso.
Daytona
28 de agosto de 2014 8:42 pmSó mimimi
Alessandre
Só mimimi
Alessandre “Revolução Democrática de 1964” e “Anistia para os estupradores, torturadores e assassinos da ditadura” Argola, tão indgnado com o caixa dois do PT(que ele considera o “maior escândalo de corrupção na história do Brasil”) não vê problema algum com o jatinho fantasma da Marina.
Incoerência, a gente se vê por aqui!
Alessandre de Argolo
28 de agosto de 2014 9:57 pmDaytona, zé mané amador, toma que o filho é teu
Daytona, o fake que não sabe a diferença ente substantivo e verbo (ele escreve “perca de tempo” hehehe, semi-analfabeto do cacete), não vê nada demais no mensalão, mas quer jogar a questão do jato no colo de Marina, algo praticado por empresários de Recife ligados a Eduardo Campos.
Quanto ao PSB, sua única obrigação é prestar contas dos gastos de campanha, o que será feito em relação ao uso do jato em que morreu o ex-candidato Eduardo Campos.
Quem responde por eventuais e supostas ilegalidades na aquisição do jato são as pessoas, físicas ou jurídicas, que constam como proprietárias.
Simples assim.
Daytona
28 de agosto de 2014 10:39 pmO nazista
O nazista gramatical…
defensor da “Revolução Democrática de 64” e da Anistia para estupradores, torturadores e assassinos continua com seu semi-analfabetismo político. Incapaz de resolver as incoerências de seus comentários, fica com picuinhas formalistas, exigindo rigor gramatical em conversas informais do blog, típico do bacharel provinciano que é.
Melissandre, claro que há problema no caixa 2 do PT, assim como no da Marina, não estou aqui defendendo que a Marina seja condenada sem provas em um julgamento de exceção por isso, isso é coisa de reacionário doente, defensor da “Revolução Democrática de 64”, opositor de nossas liberdades civis e políticas, como você.
O curioso é que, enquanto você defende julgamento de exceção para casos de caixa 2 do PT, não quer nenhuma responsabilização(na verdade, não admite nem críticas)no caso das irregularidades na campanha do PSB, partido da Marina.
Vamos aguardar a prestação de contas do PSB, com os recibos da peixaria para explicar os gastos com o jatinho rsrsrsrsr
Enfim, falta de vergonha na cara, a gente se vê por aqui!
José Ricardo Romero
28 de agosto de 2014 7:18 pm“…e porque não es quente
“…e porque não es quente nem fria, cuspo-te da minha boca”. Apocalipse de S. João
altamiro souza
28 de agosto de 2014 9:02 pmmarina até pode ter tido uma
marina até pode ter tido uma história interessantre e importante, mas o que importa é o que ela será como presidente, se for eleita.
mas ela repete chavões de unidade de todos, como se fosse possível unir assim de supetão o grande sindicalista chico mendes com a neca do itau, o financeirizador-mor armínio nauFraga com o seringueiro extativista do acre. são interesses opostos, divergentes.
e outras parcerias impossíveis, só poss[iveis no antigo e saudoso projeto pixinguinha, onde uniam-se artistas de estilos diferentes, isso é arte para poucos.
a sociedade é obviamente mais complexa e marina tem que falar linguagem comum das pessoas para que elas saibam o que vão ganhar ou perder, isto no fundo é o que importa a elas.
mas ela está sozinha no deserrto da não política prestes a ser engolida por ferozes animais gananciosos, cobiçosos, do mercado financeiro.
assim, a questão não é saber se ela é boazinha, santa e coisa tal e o escambau, mas saber politicamente o que faria do brasil caso se elegesse.
digo caso se elegesse porque duvido muito que isso ocorra.
questão de oráculo particular.
alfredo sternheim
28 de agosto de 2014 9:52 pmEntrevistador rude e sem síntese
Independente de discordar das idéias de Marina, ela merece respeito. Como Lula, é de origem humilde e teve uma brilhante ascensão na política brasileira. Não se formaram em sociologia ou outras áreas, e assim mesmo, brilharam. Marina não merecia a habitual descortesia de Bonner que não tem síntese para fazer perguntas (seus questionamentos são atrapalhados e repetitivos). A deescortesia ficou evidente nas constantes (cinco ou seis) interrupções que, em qualquer situação, atrrapalha o raciocinio mental do entrevistado. Mania de querer aparecer mais. Levasse as perguntas por escrito e fizesse questionamentos que revelassem os eventuais programas de governo da condidata.
Nira
29 de agosto de 2014 12:53 amPerfeito.
Perfeito.
Daytona
29 de agosto de 2014 1:55 amMarina não precisa de
Marina não precisa de interrupções para atrapalhar seu raciocínio mental, basta apontar suas incoerências.
Sua trajetória em nada se assemelha à do Lula, Marina não passa de uma oportunista sem-vergonha, facilmente cooptada pelos saqueadores do mercado financeiro.
Tiago Bevilaqua
29 de agosto de 2014 12:55 amA coitada e angelical …. tamos ferrados se…
Marina Silva repete, angelical, e diariamente que vai governar com os melhores – e parece que isso está “pegando” muita gente. Essa senhora conseguiu inventar uma coisa realmente nova, governar – não com partidos – mas com pessoas. Isso é nada mais nada menos que enganar. Mas, ela tem de dizer isso já que nega a política. O país não tem interesses, conflitos, contradições, tem gente de bem e capaz que nos levará a um futuro brilhante. Ela criou um país e um estado imaginários. E mais, conseguirá realizar o estado da meritocracia, em 4 anos, pois ela repete, por pureza e desapego ao poder (palavra que ela não usa, naturalmente) que só governará por 4 anos. Ela realmente é capaz de produzir milagres, Santa Marina! Essa senhora é um ENORME perigo, mas tem muita gente caindo no “conto Marina”.