Jornal GGN – É destaque no portal da Rede Brasil Atual uma reportagem sobre os programas de Aécio Neves (PSDB) e Marina Silva (PSB) do ponto de vista econômico. Nos últimos dias, participando de eventos públicos, Armínio Fraga e Eduardo Giannetti, gurus do tucano e da socialista, respectivamente, demonstraram que têm pensamentos parecidos sobre os rumos do país. “A palavra mais comum [a ambos] é ‘ajuste’, que incluiria um ‘choque fiscal’, redução de tributos e a diminuição da presença do Estado”. Tudo isso com consequências sobre o emprego, mas que eles julgam necessárias para que o Brasil retome a rota do crescimento.
Na economia, Aécio e Marina repetem FHC e projetam ‘mudança mais do mesmo’
Mercado financeiro e pregadores da austeridade se agrupam em torno das candidaturas de PSDB e PSB, que falam em necessidade de ‘ajustes’ que no passado significaram desemprego e corte de investimentos

São Paulo – Embora o tema de suas campanhas seja a mudança, os princípios que guiam a política econômica defendida pelas candidaturas de Marina Silva (PSB) e Aécio Neves (PSDB) não chegam a ser novidade: já foram “testados”, ao menos em parte, a partir de 1998 e até o fim do segundo mandato do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB, 1995-2002). No intervalo de uma semana, neste mês, os principais pensadores econômicos de Marina e Aécio – Eduardo Giannetti e Armínio Fraga, respectivamente –, apresentaram pistas do que poderá ser feito a partir de 2015 em caso de vitória. A palavra mais comum é “ajuste”, que incluiria um “choque fiscal”, redução de tributos e a diminuição da presença do Estado.
Em debate em São Paulo no dia 18, Giannetti fez menção a uma “espiral intervencionista” do Estado, que, segundo ele, “mina a confiança do setor privado”. O economista defendeu a necessidade de elevar a capacidade de investimentos do país, observando que “não cabe ao Estado substituir o mercado”. Cinco dias antes, durante palestra também em São Paulo, Fraga identificava um “quadro de perda de confiança” e “expectativas deprimidas”, defendendo a necessidade de “mobilizar o capital privado” para suprir as deficiências de infraestrutura.
Ambos lembraram o período de “ajuste” no Brasil entre 1998 e 1999. “Viramos, terminamos rapidamente o capítulo”, comentou Giannetti. “Se nós formos realistas em relação ao que temos no cardápio no ano que vem, o ajuste é bom. Poderíamos ter um ano que não seria nenhuma maravilha, mas seria um esforço útil. Em 1999, foi feito um enorme ajuste fiscal. Dá para evitar uma recessão e construir, mudar a trajetória”, disse Fraga, lembrando que o ajuste daquele período equivaleu a uma perda de quatro pontos do PIB.
Àquela época, como consequência das ações do governo federal para manter a estabilidade da moeda e a paridade “1 para 1” com o dólar entre 1994 e 1997, somadas ao impacto no Brasil de crises nos mercados emergentes, o cenário era desolador. Em um contexto de pedido de ajuda ao Fundo Monetário Internacional (FMI), o país apertou a política de austeridade fiscal, adotou metas de inflação e implementou o chamado câmbio flutuante. O centro da meta da inflação para 1999 foi de 8%, com tolerância de dois pontos, para cima ou para baixo. O IPCA fechou em 8,94%.
Hoje, Fraga diz considerar excessiva a meta de 4,5%. Chegou a lamentar que o Banco Central considere 6%, perto do teto, “tão bom quanto 4,5%”. Recentemente, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, disse que é possível ir baixando os índices para chegar ao centro da meta em 2018 sem prejudicar investimentos e a criação de empregos. Fraga não chegou a sugerir um número, mas lembrou que “a maioria dos países está entre 2% e 3%”. Também é de 1999 a criação de uma medida que até hoje faz parte da pauta das centrais sindicais – que defendem sua eliminação. O governo implementou o fator previdenciário, que limitou os valores de aposentadorias por tempo de contribuição. Quanto menores idade e tempo de contribuição, maior o desconto no benefício, o que leva a que os representantes dos trabalhadores cobrem uma mudança no sistema, até aqui sem muitos ecos no Congresso por onde teria de passar a alteração.
A política de valorização do real ante o dólar atingiu a indústria e as exportações brasileiras – era o período do chamado “populismo cambial”, cunhado pelo jornalista Elio Gaspari. Curiosamente, em debate recente Armínio Fraga defendeu justamente o combate a essa prática, que estaria, em suas palavras, minando as contas externas brasileiras. De 1995 a 2000, o Brasil acumulou déficits comerciais.
Vieram as crises da Ásia (1997) e da Rússia (1998). O governo desvalorizou o real pouco depois da reeleição de FHC, em 1999. Logo em janeiro, Gustavo Franco pede demissão do Banco Central. Em março, seria nomeado Armínio Fraga.
A carga tributária, que andava na faixa dos 25% do PIB, aumentou para 30% em 2000 e chegaria ao final da gestão de Fernando Henrique perto dos 33%. Atualmente, está em torno de 36%. Segundo o Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação (IBPT), o governo FHC elevou a carga tributária em 4,03 pontos percentuais. Com Lula, o aumento foi de 1,58 ponto, e com Dilma, de 2,2 pontos.
O desarranjo de indicadores econômicos e sociais da segunda metade da década de 1990 é próximo daquilo que as campanhas de oposição à presidenta Dilma Rousseff (PT) projetam para 2015, ainda que seja uma tese que não encontra dados para confirmar que o Brasil esteja seguindo rumo similar.
Uma das características predominantes da política econômica liberal do governo tucano foi a redução do Estado. Os gastos com saúde, saneamento, educação, cultura, trabalho, assistência e previdência social, por exemplo, que em 1995 representavam 61,8% das receitas correntes, caíram para 53,9% em 2001. O setor de Educação foi o mais afetado, com uma redução de 15,5% no período, de R$ 14,1 bilhões (em 1995) para R$ 11,9 bilhões (em 2001). No mesmo período, o orçamento de saúde e saneamento ficou praticamente estagnado, oscilando em torno dos R$ 20 bilhões. Em 2013, os orçamentos dos ministérios da Educação e da Saúde foram de R$ 88,1 bilhões e R$ 99,8 bilhões, respectivamente.
As áreas de assistência e previdência social também sofreram estagnação. Em 1995 foram destinados para o setor 40% da receita, e, em 2001, 39%. O governo também reduziu o porcentual de gastos com a área social em relação ao Produto Interno Bruto (PIB). Enquanto em 1995 os recursos para saneamento corresponderam a 2,3% do PIB, em 2001 caíram para 2%. Aumento de gastos, apenas com o seguro-desemprego: em 1995, do total de R$ 5,7 bilhões do orçamento para a área do trabalho, 46% foram utilizados com os desempregados. Em 2001, a área tinha orçamento de R$ 7,4 bilhões, dos quais 65% foram para o seguro-desemprego.
A queda dos investimentos públicos se deu para atender a outra prioridade: garantir o superávit primário para pagar os juros da dívida interna, que saltou de 30% do PIB em 1995 para 60% da riqueza brasileira em 2002. Além do superávit, a alta taxa de juros (FHC terminou o mandato com juros a 25%, depois de alcançar pico de 40% em 1999; hoje, a Selic está em 11%) e o câmbio flutuante, encerrado por Lula em 2005, eram a base do “tripé macroeconômico” que, mais do que controlar a inflação, a “converteu” em dívida pública, a ser paga aos bancos privados nacionais e internacionais pelas contribuições dos brasileiros. O mercado financeiro, diferentemente dos demais setores da economia, foi beneficiado pelas opções da política econômica da época. Uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) chegou a investigar prejuízo do governo federal de até R$ 7 bilhões em programa de amparo financeiro aos bancos Marka e FonteCindam, que sucumbiram às mudanças cambiais da época.
Fraga e Giannetti são economistas de tendência liberal. O primeiro, formado na PUC do Rio de Janeiro e PhD pela Universidade de Princeton, e o segundo, na USP, com doutorado em Cambridge. O ex-presidente do BC vê urgência em uma reforma tributária, com simplificação da chamada tributação indireta, “facilitando imensamente a vida das empresas”. Assim, ICMS, IPI e PIS/Cofins seria unificado no IVA, Imposto sobre Valor Agregado. “As coisas na vida têm momento. Acho que o momento chegou para nós. Temos de declarar guerra ao Custo Brasil”, disse Fraga, ao pregar uma “linha de ação moderada, de mercado”.
Giannetti chegou até a comentar que havia diferenças entre os candidatos de oposição, mas nem tanto entre os economistas ligados a essas campanhas: as diferenças apontadas por ele se apresentam, principalmente, no motivo que leva os candidatos às posições atuais. Enquanto Aécio é alinhado ao liberalismo por tradição partidária, Marina estaria em sintonia com os objetivos neoliberais por conta de sua ideologia ambiental: a reforma do modelo econômico rumo à sustentabilidade proposto pela ex-senadora exige uma “freada” na economia similar à proposta pelos economistas ortodoxos.
Francy Lisboa
25 de agosto de 2014 9:46 pmMarina estaria em sintonia
Marina estaria em sintonia com os objetivos neoliberais por conta de sua ideologia ambiental: a reforma do modelo econômico rumo à sustentabilidade proposto pela ex-senadora exige uma “freada” na economia similar à proposta pelos economistas ortodoxos.
Cristo, chamem a Regina Duarte, pq eu to com medo!
aliancaliberal
25 de agosto de 2014 10:36 pm“neoliberais ” e “comunistas”
“neoliberais ” e “comunistas” estão la no mundo obscuro do proselitismo, deixa eles lá.
Luiz Antonio Antunes Machado
26 de agosto de 2014 12:09 amI wish
Olha , Aliança, até gostaria que estivessem mesmo. Não me agrada uma ditadura Estalinista e me horroriza os desastres provocados pelo neoliberalismo, dos quais o mundo tenta se recuperar até hoje. Mas as entrevistas de “entendidos economistas” gurus de aécio e Marina, provam que não estão no lado escuro do proselitismo, ao contrário, rede globo, e o resto da grande mídia os coloca cada vez mais nos refletores.
aliancaliberal
26 de agosto de 2014 1:28 amNunca houve redução do estado
Nunca houve redução do estado brasileiro, nunca houve redução do intervencionismo.
Talvez a redução do aumento mas nunca um retrocesso.
Então é falácioso o argumento “neoliberalismo”, seja lá o que fou neo liberalismo.
“Não me agrada uma ditadura Estalinista “, mas é exatamente que teremos, não com tanques nas ruas muito mais discreta mas não menos cruel.
aliancaliberal
26 de agosto de 2014 4:39 amNão existe “comunismo” nem
Não existe “comunismo” nem “neoliberalismo”.
Para a esquerda um é o paraiso a ser alcançado, eo outro e o inferno a ser evitado.
O purgatório para a esquerda é a realidade do mundo atual.
Henrique, O Outro
25 de agosto de 2014 10:13 pmMotivos para estar com medo.
Estou com medo pelos seguintes motivos:
* Será que terei a poupança sequestrada, pela segunda vez na vida, e me deixarão só R$ 50,00 reais na conta.
* Será que terei que assitir a dilapidação do patrimônio mais uma vez.
* Será que terei que ver a privatização da Petrobrás, Caixa, Banco do Brasil e BNDES.
* Será que terei que ver engenheiros concorrendo por uma vaga de garis novamente.
* Será que terei que ver a reforma trabalhista e o fim da CLT.
* Será que viverei mais uma ditadura pelo consenso.
*Será que terei que ver mais uma vez o Exército sendo usado contra trabalhadores petroleiros.
*Teremos mais uma reforma da previdência tipo o fator previdenciário.
* Será que terei que ver o Brasil nas mãos do FMi e mais uma vez quebrado.
*Será que terei que ver o pensamento único dominando o país.
*Será que terei que ver mais uma vez a corrupção escondida e achar que não tem corrupção no país.
*Será que terei que ver os funcionários públicos com os vencimentos congelados.
*Será que terei que mais uma vez a perseguição aos Sindicatos.
*Será que terei que ver a imprensa e a mídia mais uma vez puxando o saco do governo federal.
*Será que terei que ver mais uma vez covardes não assumirem em quem votaram.
*Será que o país terá que viver mais uma vez sob obscurantismo.
*Será que terei que ver mais uma América Latina quintal dos EUA.
*Será que terei que ver que o Instituto Milenium vai atingir seus objetivos.
*Será que verei aposentados serem chamados de “vagabundos” mais uma vez pelo presidente da república.
JoãoPaulo
26 de agosto de 2014 12:07 pmNão se preocupe… mais uma
Não se preocupe… mais uma vez a esperança (Marina) vai vencer o medo (PT).
PAULO R D SILVA
26 de agosto de 2014 8:17 pmResposta.
Caro Henrique.
Infelizmente as pessoas esquecem o passado e repetem o erro.
Vamos divulgar o passado a fim de orientá-los.
Valeu os seus questionamentos.
aliancaliberal
25 de agosto de 2014 10:25 pmO Brasil deve adotar o plano
O Brasil deve adotar o plano economico e politico da Venezuela, lá o socialismo esta dando certo.
aliancaliberal
25 de agosto de 2014 10:33 pm(Sem título)
[video:https://www.youtube.com/watch?v=3fIGOn9z1Vk%5D
Fabio Passos
25 de agosto de 2014 10:33 pmausteridade? marina e aécio são os candidatos do PiG!
Na verdade aécio e marina propõe arrocho para milhões de trabalhadores pobres… e uma farra para meia dúzia de especuladores miliardários.
Os rabos de aécio marina repousam nas mãos das oligarquias financeiras.
Não é por outro motivo que contam com apoio do PiG…
João de Deus
26 de agosto de 2014 12:03 amUm jatinho sem dono
Dilma e o jatinho: tem
que explicar! Se puder …
Bláblárina nao espera pela imaterialidade dos fatos. Que bom !
Fonte: Conversa Afiada —- http://www.conversaafiada.com.br/politica/2014/08/25/dilma-e-o-jatinho-tem-que-explicar-se-puder/
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Sobre o jatinho sem dono, na noite dessa segunda-feira (25), numa entrevista coletiva em Brasília, a Presidenta Dilma disse que todos têm que se explicar:
“… nós que somos candidatos inexoravelmente temos de dar explicação de tudo … Candidato a qualquer cargo eletivo , principalmente a Presidente da República, está sujeito a ser perguntado sobre qualquer questão e deve responder, se puder, é ?”
A Presidenta Dilma voltou a criticar a falta de divulgação, por meio da imprensa, dos feitos de sua gestão. “Muitos dos programas não são conhecidos pela população”, disse.
A candidata à reeleição já havia dito, na coletiva do último domingo (24), em referência a matéria publicada do jornal O Estado de S. Paulo que “tem hora que as afirmações nossas não chegam ao leitor”.
Na entrevista concedida no Palácio da Alvarada, Dilma comentou o caso de uma senhora que teria recebido uma dentadura dias antes de sua viagem à comunidade do Batatinha, em Paulo Afonso, na Bahia. “Ela já deveria ter recebido”, comentou antes de destacar o Programa Brasil Sorridente.
“O erro não estar em ter dado, mas ter dado tão tarde”, enfatizou após lembrar que a região ganhou um laboratório de prótese.
Clique aqui para ler “Fel-lha decreta abaixo a dentadura !”.
A Presidenta voltou a defender uma reforma política. “A última reforma política que tivemos foi em 1988. É hora de uma nova reforma, com participação popular” ressaltou.
Por fim, afirmou que o debate de presidenciáveis na Rede Bandeirantes dessa terça-feira (26) é importante por ser “uma oportunidade de prestar contas à sociedade”.
E o que diz a Bláblárina sobre o jatinho sem dono ?
Muito esclarecedor: ela espera a materialidade dos fatos.
Melhor do que esperar a “imaterialidade”…
Disse ela (será que ela viajou no jatinho sem dono ?):
— Nós queremos que sejam dadas as explicações de acordo com a materialidade dos fatos. E para termos a materialidade dos fatos é preciso que se tenha o tempo necessário para que essas explicações tenham a devida base legal — disse Marina ao ser questionada se estava preocupada com a demora do partido para prestar esclarecimentos sobre o caso, durante visita a Bienal do Livro, em São Paulo.
A ex-senadora adotou o discurso do PSB de que esclarecer as causas do acidente é tão importante quanto saber a situação legal do avião.
— Nós temos a preocupação de que todos os esclarecimentos sejam dados. Tanto quanto das razões do acidente, quanto do ponto de vista legal. Esse é um esforço que o partido está fazendo com senso de responsabilidade que temos que ter numa questão como essa. O partido está juntando as informações e, no momento oportuno, entre hoje e amanhã, estará dando as explicações para a sociedade.
ruyacquaviva
26 de agosto de 2014 12:06 amQuem quiser o retrocesso…
Quem quiser voltar à situação de 2002 (de joelhos para o FMI, com arrocho salarial, alto desemprego, inflação de doisdígitos e em alta, etc) é só votar em Aécio ou Marina. Tanto faz qual dos dois for.
aliancaliberal
26 de agosto de 2014 4:29 amO medo de perder a
O medo de perder a boquinha.
Não se preocupe você vai achar algum emprego, senão tem o bolsa familia.
O Brasil assim como em 2002 é completamente dependente da conjuntura externa, se favorável anda de lado do contrário para.
Ai que esta o problema tiveram 12 anos apra mudar esta dependencia e se preocuparam em manter o poder.
JoãoPaulo
26 de agosto de 2014 12:11 pmDesespero patético…
Desespero patético…
Ricardo Santos
26 de agosto de 2014 12:52 amPenso que o termo Liberal
Penso que o termo Liberal remonta-nos aos séculos 19 e começo do século 20 – tinham como base o Estado de Bem Estar – Plataforma Econômica Keynesiana… ( verefiquem o clima na europa antes da primeira querra Mundial)
Já o termo Neo-Liberal ou neoliberalismo(que é o mal de nossa ERA) surgiu na escola austríaca(como diz Constantino) em contra posição ao Estado Keynesiano!
Atualmente o Estado Keynesiano é adotado pelo trabalhista (exceto aquele que assaltam o jogo. (falsos trabalhistas)
Estado Neo-liberal são organizados pelos alunos diplomados lá no Estadunidense e lá nas ilhas britânicas. não se confunda com o paraíso fiscal do Serra – falo da-tal-da Inglaterra, uma ilha do continente europeu. Todos estes phdezinhos foram reeducados para reduzirem ao máximo seus estados de origem.
Tal forma de estado é o mais queridinho do Mercado(Mídia) financeiro sua tendência é socorrer esse mercado( Tem aquela coisa de expectativa( ordem subliminar para o gestor do banco central aumentar os juros e, consequentemente, o ministro da fazenda reduzir os gastos públicos (educação, saúde e Justiça Sociais) para comprovar que vai pagar tamanha elevação nos juros)
Seu Mantra é Juros altos/causa Inflação Baixa
Seus Discípulos : Fraga e Giannett
Desta forma: creio que há um equivoco classificar Fraga e Gianeett como Liberais…
aliancaliberal
26 de agosto de 2014 1:38 amO estado tem somente uma
O estado tem somente uma fonte de custéio , o confisco a força da poupança nacional.
Como ele gasta muito mais que arrecada necessita de outras fontes de custeio são elas basicamente.
1- obter recursos de poupança externa, já que a interna já foi exaurida pelo estado, dai atribui se juros para atrair recursos que estão concorrendo com outros paises.
2- imposto inflacionário que é obtido quando se cria moeda, e ao absover a produtivida da economia, a produtividade naturalmente reduziria os preços, o governo absorve esta diferença.
Dai temos o menos estado mais salário.
Testemunha de VEJAiova"
26 de agosto de 2014 11:22 aminflacao nos eua,
EUA maior
inflacao nos eua,
EUA maior potentecia economica e industrial É MAIOR EMISSOR DE MOEDA DO MUNDO, por essa tese estaria com inflacao sem controle????
argumento chulo liberal
Fernando Zarakauskas
26 de agosto de 2014 2:50 amEQUILÍBRIO
Não sou economista, político um aventureiro com respeito ao futuro do Brasil, mas vendo os comentários, tirei a seguinte conclusão:
O Brasil não país é de estadistas, tá na cara, caso contrário não teria chegado a uma situação como a atual;
O Brasil não possui lidramnças nesse sentido;
O Brasil tem um povo infantilóide que vive sob as asas do estado totalitário da política partidária;
O Brasil vai crescer quando o povão crescer neste aspecto da maturidade cultural da percepção adulta;
O Brasil convive e sofre a estagnaflação periodicamente em razão da indiferença para com o seu futuro ;
O Brasil não é um país sério como observou De Gaulle, presidente francês;
O Brasil é refém do ditado ” me engana que eu gosto “;
O Brasil não conseguiu até hoje se libertar do analfabetismo convencional conveniente aos malandros formais;
O Brasil não tem jeito como Jânui Quadros queria, pelo menos neste século 21;
O Brasil não te rumo certo;
O povo brasileiro prefere ser dirigido do que ser conduzido pela necessidade de aprender;
O povo é vítima da ignorância e sujeito a submissão do capital corrupto da exploração intensa;
O Brasil não tem jeito de virar senão provedor de dor e miséria resultante de toda esta situação.
altamiro souza
26 de agosto de 2014 4:33 ameles freaiam de repenter –
eles freaiam de repenter – reduzem a economia, o emprego eo salário 0 e a gente capota.
quero só ver no que vai dar….
Testemunha de VEJAiova"
26 de agosto de 2014 10:55 amfato: acoes dos bancos foram
fato: acoes dos bancos foram as mais valorizadas na bovespa, e principalmente do grupo itau, com entrada de marina na disputa,,,,
Testemunha de VEJAiova"
26 de agosto de 2014 10:59 amfato: brasil do pt/dilma
fato: brasil do pt/dilma destina cerca de 30B anuais subsidiado, alem de compras nas escolas, da agricultura familiar, dando renda e segurando familias no campo com estraestrutura, neoliberales dos BANQUEIROS determinas que MERCADO resolva isso, ou traduzindo inviabilize os pequenos vedendo suas propriedades ao grandes e virando mao de obra barata nas cidades,,,,
João Mac-Cormick
26 de agosto de 2014 12:48 pmEntendi
Aécio = liberal = privatização dos lucros e socialização dos prejuízos (Sabesb)
Marina = neoliberal = aprofundamento do liberal, como trensalão, contra Belo Monte, conrta a transposição do São Francisco e contra Darwin.