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Jornalista, com passagens por diversos meios impressos e digitais ao longo de mais de 50 anos de carreira, pelo qual recebeu diversos reconhecimentos (Prêmio Esso 1987, Prêmio Comunique-se, Destaque Cofecon, entre outros). Diretor e fundador do Jornal GGN.

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12 Comentários
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  1. guilherme_ferraz

    17 de agosto de 2014 3:49 am

    Crise na USP

    http://cidadesparaquem.org/blog/2014/8/14/a-usp-no-problema-soluo

  2. Roberto São Paulo-SP 2014

    17 de agosto de 2014 7:37 am

    A decisão do PSB

    O presidente nacional da sigla, Roberto Amaral, negou qualquer possibilidade de a decisão ocorrer antes desse prazo.

    —-“É a Executiva Nacional que vai decidir o nosso candidato à Presidência e à vice. Nos reuniremos na quarta-feira, às 15h, na sede do partido, em Brasília. Antes disso, qualquer coisa é especulação. Não tomaremos nenhuma decisão antes de enterrar o Eduardo”, disse Amaral ao deixar a casa da família de Campos, no Recife.—-

    Presidente do PSB diz que decisão sobre chapa só sai na quarta-feira
    Agência Brasil—16/08/2014 19h01—Recife—Ivan Richard – Enviado Especial Edição: Lílian Beraldo

    A decisão do PSB sobre o candidato do partido à Presidência da República no lugar de Eduardo Campos, vítima de um acidente aéreo na última quarta-feira (13), será tomada apenas na próxima quarta-feira (20), em reunião da Executiva Nacional, em Brasília. O presidente nacional da sigla, Roberto Amaral, negou qualquer possibilidade de a decisão ocorrer antes desse prazo. Sobre o vice na chapa, Amaral não descartou o nome de Renata Campos, viúva do ex-governador de Pernambuco.

    “É a Executiva Nacional que vai decidir o nosso candidato à Presidência e à vice. Nos reuniremos na quarta-feira, às 15h, na sede do partido, em Brasília. Antes disso, qualquer coisa é especulação. Não tomaremos nenhuma decisão antes de enterrar o Eduardo”, disse Amaral ao deixar a casa da família de Campos, no Recife.

    Ele demonstrou irritação com a insistência sobre uma definição do partido. “Se vocês não sabem, o Eduardo morreu, sofreu um acidente. Nós éramos amigos dele, ele era presidente do partido, nosso líder. Estamos feridos, doídos. Qual conversa podemos ter nesse momento?”, indagou.

    O presidente do PSB disse que o papel dele até a próxima quarta-feira é “construir a unidade do partido”. Até o momento, destacou, não há outra opção para a cabeça de chapa, além da ex-ministra Marina Silva. Perguntado sobre as especulações acerca da indicação de Renata Campos para compor a chapa, Amaral não descartou a possibilidade e ressaltou que o vice será do PSB, que “tenha experiência administrativa”.

    Dentro do partido, o nome do deputado federal Beto Albuquerque (RS) surge com grande força para ocupar a vaga de vice, apesar do apelo em torno do nome da viúva. “A Renata pode ser candidata à vice, à Presidência, ela é um quadro excepcional. Vocês não fiquem vendo a Renata como a esposa de Eduardo. Ela é um quadro político da maior importância e uma fortaleza extraordinária. Se ela autorizar [o nome será considerado]”, frisou Amaral.

    O presidente do PSB informou ainda que o primeiro programa eleitoral do partido na TV e no rádio será uma homenagem a Eduardo Campos.

    URL:
    http://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2014-08/presidente-do-psb-diz-que-decisao-sobre-chapa-so-sai-na-quarta
     

  3. Roberto São Paulo-SP 2014

    17 de agosto de 2014 7:39 am

    Partido Socialista Brasileiro – PSB—-Executiva Nacional

    Presidente de Honra  Ariano Vilar Suassuna
    Presidente  Eduardo Henrique Accioly Campos
    Primeiro Vice-Presidente  Roberto Átila de Amaral Vieira
    Segundo Vice-Presidente Luiz Roberto de Albuquerque
    Terceiro Vice-Presidente João Alberto Rodrigues Capiberibe
    Quarto Vice-Presidente     Fernando Bezerra de Souza Coelho
    Quinto Vice-Presidente     Rubens José França Bomtempo

    Secretário-Geral   José Renato Casagrande
    Primeiro-Secretário Nacional   Carlos Roberto Siqueira de Barros
    Segundo-Secretário Nacional  Antônio Carlos Valadares

    Primeiro Secretário Nacional de Finanças  Márcio Luiz França Gomes
    Segundo Secretário Nacional de Finanças Severino Nunes de Araújo

    Secretários Especiais
    Luiza Erundina de Sousa
    Luciano Leitoa
    Sérgio Maurício Brito Gaudenzi
    Rodrigo Sobral Rollemberg
    Cássio Coelho Andrade
    Jonas Donizetti Ferreira
    Mari Elisabeth Trindade Machado
    Wilma Maria de Faria
    Milton Coelho da Silva Neto
    Wilson Nunes Martins
    Ricardo Vieira Coutinho
    Carlo Camilo Góes Capiberibe
    Aluísio Sérgio Novais Eleutério
    Júlio César Delgado
    Walfrido Silvino dos Mares Guia Neto
    Kátia Born Ribeiro

    Secretária Nacional de Mulheres   Auxiliadora Maria Pires Siqueira da Cunha (Dora Pires)
    Secretário Nacional de Juventude  Bruno da Mata e Souza Carvalho
    Secretário Nacional Sindical Joilson Antonio Cardoso do Nascimento
     

    Líder na Câmara dos Deputados  Beto Albuquerque
    Líder no Senado Federal  Rodrigo Rollemberg

    Coordenadora Nacional do Movimento Negro  Maria Cristina do Rosário Almeida Mendes

    Coordenadora Nacional do Movimento Popularn Maria de Jesus Matos (Natividade)

    URL:
    http://www.psb40.org.br/fixa.asp?det=7

     

  4. Webster Franklin

    17 de agosto de 2014 7:54 am

    A máquina abandonou Aécio?

    Do Tijolaço

     

     

    17 de agosto de 2014 | 03:19 Autor: Fernando Brito  

    aecioperplexo

    Há um surdo desespero  na campanha do PSDB.

    Assistem, sem outra reação que não a do sinceríssimo Reinaldo Azevedo, o movimento da imensa máquina de propaganda da mídia em favor de Marina Silva, tranformada em mater dolorosa de Eduardo Campos, com quem – todos sabem – mantinha uma relação de convivência eleitoral, ao ponto de, mês e meio atrás, ter mandando divulgar nota dizendo que a aliança PSB-Rede tinha data para acabar.

    Agora, porém, tudo mudou.

    Eduardo, morto, transformou-se em líder de Marina e ela, muito viva, em “continuadora” de sua trajetória, à qual há apenas 10 meses se juntou.

    A família – por ironia o “ponto fraco” que William Bonner e Patrícia Poeta apontavam no candidato, no Jornal Nacional, na véspera de sua morte – agora é erguida como símbolo da virtude de Campos e elevada à condição de foro político onde se decidem os rumos da campanha.

    O PSDB, acostumado a “surfar” os tsunamis de mídia, está perplexo diante de tudo.

    Despareceu dos jornais, com os quais podia, antes, dar-se ao luxo de  se relacionar com “notas oficiais”.

    É obrigado, constrangido, a ler até mesmo Merval Pereira dizer que, agora,  ”Marina seria a candidata das ruas, e tentarão fixar em Aécio Neves do PSDB a imagem de que é o candidato dos políticos.”

    Quem construiu a “não-política” como ideal de pureza – esquecendo que a política foi a evolução com que a democracia grega superou a transmissão hereditária do poder – agora se vê atropelado por ela.

    É que, talvez, na sua imensa vaidade, os tucanos não enxerguem que a direita brasileira quer que ocupe a Presidência qualquer um que se disponha a ser um “não-presidente” .

    Dócil por fraqueza, leniente por conveniência, fraco por definição e caráter.

    Ou tudo isso por transtorno próprio aos que se lambuzam no poder inesperado.

    O processo político, não obstante, prossegue, como a negativa de Galileu do movimento da Terra  se completa com aquele “entretanto, se move”.

    Até segunda ordem das pesquisas, a mídia sepultou Aécio Neves.

    E sem velório ou lágrimas.

    http://tijolaco.com.br/blog/?p=20084

     

  5. Assis Ribeiro

    17 de agosto de 2014 9:06 am

     Mídia mineira esconde

     Mídia mineira esconde aecioporto

    Olha só que notícia curiosa. Segundo o Datafolha, 64% dos mineiros não souberam da existência do aecioporto. A blindagem midiática em Minas continua funcionando em potência máxima!

    *
    MG: 64% desconhecem caso de pista em Cláudio

    Levantamento realizado pelo Datafolha sobre a construção do aeroporto de Cláudio por Aécio Neves, quando era governador de Minas, nas terras que pertenceram à sua família, aponta que 64% dos eleitores mineiros disseram desconhecer o caso; questionados se a população da região se beneficiou com a obra, 14% consideram que foi muito beneficiada, 18% que foi pouco e 18%, nada

    16 de Agosto de 2014 às 08:20

    247 – O instituto de pesquisa Datafolha testou o conhecimento dos eleitores sobre a construção do aeroporto de Cláudio por Aécio Neves, quando era governador de Minas, nas terras que pertenceram à sua família.

    Segundo levantamento realizado entre terça (12) e quinta-feira (14), após a divulgação da obra polêmica nos jornais, 64% dos eleitores mineiros disseram desconhecer o caso. Apenas 12% afirmaram estar bem informados e 9% disseram conhecer o caso, porém estão mal informados.

    Reportagem da Folha de S. Paulo acusou o hoje presidenciável tucano de gastar R$ 13,9 milhões da verba do Estado para fazer a obra em terreno desapropriado de um tio-avô de Aécio. Ainda não foi homologada pela Agência Nacional de Aviação Civil, o senador tucano reconheceu que já usou a pista em viagens à região.

    Questionados se a população da região de Cláudio se beneficiou com a obra, 14% consideram que foi muito beneficiada, 18% que foi pouco beneficiada e 18%, nada beneficiada. Metade dos consultados não soube responder.

    O Datafolha ouviu 1.238 eleitores em 50 cidades mineiras. A margem de erro da pesquisa é de três pontos percentuais, para mais ou para menos.

    http://tijolaco.com.br/blog/?p=20060

  6. Assis Ribeiro

    17 de agosto de 2014 9:08 am

    Bancos públicos tem

    Bancos públicos tem desempenho acima do esperado no primeiro semestre de 2014
     

    O Banco do Brasil e a Caixa Econômica Federal divulgaram seus balanços financeiros da primeira metade de 2014 e a notícia é boa. O lucro líquido do Banco do Brasil no segundo trimestre ficou 18% acima do esperado pelo ~~Mercado~~ e chegou a R$ 3 bilhões – o acumulado do primeiro semestre é de R$ 5,5 bilhões. A Caixa, por sua vez, teve lucro líquido de R$ 3,4 bilhões no primeiro semestre, alta de 7,9% em relação ao mesmo período do ano passado.

    Graças aos bons resultados dos bancos públicos não houve desaceleração no crédito (link is external). Apenas a Caixa injetou R$ 322,9 bilhões na economia brasileira no semestre, por meio de contratações de crédito, distribuição de benefícios sociais, investimentos em infraestrutura própria, remuneração de pessoal e destinação social das loterias.

    E pensar que não muito tempo atrás houve quem quisesse entregar os bancos públicos – e muito mais – à iniciativa privada… Dilma e Lula, pelo contrário, investiram e valorizaram essas empresas – e hoje o Brasil colhe o fruto dessa política, com instituições fortalecidas rendendo lucro aos cofres públicos.

    http://www.mudamais.com/daqui-pra-melhor/bancos-publicos-tem-desempenho-acima-do-esperado-no-primeiro-semestre-de-2014

     

  7. Assis Ribeiro

    17 de agosto de 2014 9:11 am

    Datafolha: 46% dos

    Datafolha: 46% dos paulistanos tiveram interrupção de água em casa no último mês

    Dado relevante indica que a crise de escassez é conhecida por 99% da população do estado

    Pesquisa divulgada neste sábado (16) pelo instituto Datafolha mostra que 46% dos paulistanos sofreram em casa com a interrupção no fornecimento de água nos últimos 30 dias (28 % afirmaram interrupção por cinco dias ou mais). O percentual aponta crescimento em relação ao levantamento anterior, de maio, quando o número foi de 35%. Os 11 pontos a mais estão fora da margem de erro, que é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. Outro dado relevante indica que a crise de escassez é conhecida por 99% da população do estado, sendo que 57% se dizem bem informados sobre o tema e 34% mais ou menos informados.

    Em todo o estado de São Paulo, 28% dos entrevistados disseram que enfrentaram problemas com a falta de água. Em junho, foram 32%, variação dentro da margem de erro. Desde o início de 2014, quando a crise de escassez de água começou, os relatos de corte no fornecimento aumentam a cada mês. As interrupções ocorrem principalmente à noite.

    No entanto, de acordo com o Datafolha, é semelhante o percentual de entrevistados que aprova e desaprova a atuação do governador Geraldo Alckmin (PSDB) na atuação diante da crise. Os que consideram positiva a postura do tucano são 28%, enquanto os que a veem como negativa somam 27%. Alckmin lidera as pesquisas de intenção de voto ao governo estadual, com 55%, o que é suficiente para garantir a reeleição em primeiro turno.

    A pesquisa fez 2.045 entrevistas, em 56 municípios do estado, entre 12 e 13 de agosto.

    http://www.redebrasilatual.com.br/politica/2014/08/datafolha-46-dos-paulistanos-tiveram-interrupcao-de-agua-em-casa-no-ultimo-mes-7016.html

  8. Assis Ribeiro

    17 de agosto de 2014 9:13 am

    Pesquisa Datafolha deixa

    Pesquisa Datafolha deixa interrogações no ar

    Se houve levantamento para a Presidência, por que não divulgar?

    A ampla pesquisa Datafolha divulgada nesta sexta-feira (15) deixa algumas interrogações no ar. Apesar de o levantamento abranger números nacionais, ele não trouxe dados sobre a corrida presidencial e muito menos para senador, na qual há grande expectativa sobre o desempenho de José Serra (PSDB), em São Paulo, e Romário (PSB), no Rio.

    Se o levantamento para a corrida presidencial foi feito, e se ele teve início antes da trágica morte do candidato à Presidência pelo PSB, Eduardo Campos, na quarta-feira, pegando todos de surpresa, por que não divulgar? Seria importante saber os números das intenções de voto dos então três principais concorrentes (Campos, Aécio Neves – PSDB e Dilma Rousseff – PT) para ser ter noção do cenário e um balizamento para o futuro. 

    Uma análise dos números nos estados sugere que Dilma Rousseff esteja com melhores prognósticos e tenha subido um pouco. Em boa parte dos estados, governadores que se alinham com a esquerda aparecem com bons percentuais, indicando uma melhor avaliação em centros importantes do país.

    Em Minas Gerais, reduto do principal concorrente de Dilma, Fernando Pimentel, do PT, tem 29% das intenções de voto, contra 16% de Pimenta da Veiga, do PSDB. Uma diferença de 13 pontos percentuais.  E ainda há Tarcísio Delgado (PSB), com 4%.

    Em Pernambuco, Armando Monteiro Neto (PTB), também alinhado com Dilma, tem 47% das intenções de voto, contra 13% de Paulo Câmara (PSB).

    No Rio de Janeiro, Garotinho, Crivella e Lindberg apoiam Dilma. E no Paraná, apesar da liderança de Beto Richa (PSDB), com 39%, Roberto Requião (PMDB) – 33% – e Gleisi Hoffmann (PT) – 11% – somam 44%, os dois também com Dilma.

    Nos demais estados, mesmo não estando na liderança, aliados da presidente aparecem com percentuais expressivos, ocupando as segundas colocações no Rio Grande do Sul, com Tarso Genro (PT) – 30%, e no Distrito Federal, com Agnelo Queiroz (PT) – 19%.

    http://www.jb.com.br/eleicoes-2014/noticias/2014/08/15/pesquisa-datafolha-deixa-interrogacoes-no-ar/

  9. Maria Luisa

    17 de agosto de 2014 9:19 am

    Só para lembrar: Marina Silva

    Só para lembrar: Marina Silva já tinha data marcada para abandonar Eduardo Campos

    DENER GIOVANINI

    Quinta-Feira 14/08/14

    O estilo desagregador, prepotente e arrogante de Marina Silva, que deixou um rastro de intrigas, desconfianças e desarmonia em suas passagens pelo PT e pelo Partido Verde, já tinha data para voltar a mostrar suas garras: em nota oficial publicada no dia 26 de junho, a Rede Sustentabilidade (o grupo que segue Marina) deixou clara as suas intenções:

    4. A filiação transitória democrática permite que, tão logo a Rede obtenha seu registro na Justiça Eleitoral, o que deve ocorrer nos próximos meses, seus militantes formalmente vinculados ao PSB poderão se transferir para a legenda de origem sem o risco de qualquer tipo de sanção partidária.

    5. Portanto, os militantes da Rede têm data para deixar o PSB, conforme o compromisso firmado entre os partidos no final do ano passado.

    Para ler a Nota da Rede na integra, CLIQUE AQUI.

    É óbvio que ninguém, até então, poderia imaginar a reviravolta que aconteceria no quadro sucessório presidencial com a tragédia que se abateu sobre a candidatura de Eduardo Campos. A morte do então candidato do PSB derrubou o tabuleiro do xadrez político no chão. O jogo vai recomeçar do zero a partir de agora.

    Marina Silva e sua “Rede” talvez tenha sido a pior jogada de Campos em toda a sua carreira política. Ele acreditou que Marina daria um grande impulso à sua candidatura, o que de fato não ocorreu. Talvez Eduardo, assim como tantas outras pessoas do mundo político, enxergasse nos quase 20 milhões de votos que Marina Silva obteve nas últimas eleições presidenciais um sólido patrimônio político. Foi um grande erro.

    O patrimônio político de Marina Silva era tão sólido como fumaça. Seus 20 milhões de votos não lhe credenciaram sequer para construir seu próprio partido. Ela não conseguiu o número de assinaturas necessárias para obter o registro da Rede junto ao Tribunal Superior Eleitoral e, tão pouco, conseguiu impulsionar o nome de Eduardo Campos para chegar pelo menos aos dois dígitos de intenção de voto para a eleição de outubro.

    Não bastasse tamanha desilusão, Marina Silva e sua Rede tiraram de Eduardo Campos apoios importantes, especialmente em colégios eleitorais fundamentais, como Rio de janeiro, São Paulo, Minas Gerais e Goiás. A intransigência e a incapacidade de articulação de Marina Silva subtraíram de Eduardo palanques e alianças que poderiam ajuda-lo a tentar chegar ao segundo turno. Obviamente ninguém do PSB admitirá publicamente esse equivoco que foi a escolha da Marina como vice. Mesmo no Partido Verde, onde ela deixou um rastro de intrigas e desarmonia, quase levando o partido a desintegração absoluta, ninguém fala publicamente sobre isso.

    Marina Silva quer um partido pra chamar de seu. Para mandar e impor seu messianismo “sonhático”. E o bote está se armando sobre o PSB.

    Caso o partido de Eduardo Campos decida pela substituição do nome dele pelo de Marina estará apenas repetindo os erros do PT e do PV. Entregar o comando do partido a uma candidata desagregadora e com um histórico tsunâmico será o caminho mais curto para enterrar a história do PSB. Os sonháticos de Marina farão cair sobre os dirigentes do Partido Socialista Brasileiro a escuridão dos pesadelos de uma noite sem fim.

    Foto: Patrícia Santos/AE

     

    http://blogs.estadao.com.br/dener-giovanini/so-para-lembrar-marina-silva-ja-tinha-marcado-data-para-abandonar-eduardo-campos/

     

  10. Assis Ribeiro

    17 de agosto de 2014 10:02 am

    O PSB vai engolir Marina

    O PSB vai engolir Marina Silva ou será Marina Silva que acabará engolindo o PSB?

    Benedito Tadeu César

    Marina Silva é uma inquilina instalada no condomínio político do PSB. Ingressou no partido porque não conseguiu reunir o número necessário de assinaturas para registrar a Rede Solidariedade, o partido que busca ainda criar. Desde o momento de sua filiação ao PSB, Marina Silva deixou claro que não abandonaria o empenho em fundar a Rede e que se transferiria para ela quando o registro do seu partido fosse, finalmente, concretizado.

    Coadjuvante do PT no governo federal e em vários governos estaduais durante muitos anos, há algum tempo o PSB vem tentando se viabilizar como a terceira força política no país, capaz de quebrar a polaridade atualmente existente entre PT e PSDB. A candidatura de Eduardo Campos era o início da concretização desse projeto. Com pouca chance de vitória em 2014, Eduardo Campos se qualificaria como uma alternativa real de poder em 2018, com grande chance de vencer as eleições daquele ano e levar o PSB à presidência da República.

    Sem outro nome com projeção e peso eleitoral para apresentar à disputa, em substituição a Eduardo Campos, o PSB está diante do impasse de lançar Marina Silva à presidência da República e ver crescerem as chances de vencer a eleição e, ao mesmo tempo, vencendo ou não a eleição, de ter de abandonar a meta de chegar, como partido, ao poder federal e se consolidar como a força política capaz de romper a hegemonia PT/PSDB.

    Marina Silva, por seu turno, beneficiada também pela comoção causada pela morte de Eduardo Campos, vê-se diante do impasse de se tornar uma candidata com chance real de vitória, caso assuma os compromissos e as alianças políticas estabelecidas por Eduardo Campos, e, ao mesmo tempo, se descaracterizar como uma “política nova” e “não ortodoxa”, que busca caminhos diferentes dos atualmente trilhados pelos políticos brasileiros. Se o fizer, poderá se descaracterizar diante de seus admiradores e, com isso, perder votos e apoios de suas antigas bases eleitorais e partidárias.

    Por fim, a grande mídia, com seu poder de influência, vem se empenhando em fazer com que o PSB consagre Marina Silva como candidata à presidência da República, por considerar que sua candidatura tem condições de garantir que a eleição seja levada ao segundo turno. Nesta posição, no entanto, a grande mídia poderá correr o risco de ser atropelada pelas decisões dos eleitores, os quais, optando em maior número por Marina Silva do que por Aécio Neves, podem fazer com que ela e não ele chegue ao segundo turno. O crescimento futuro de Marina Silva poderá, ainda, colocar as Organizações Globo e a Rede Record, em campos políticos opostos, já que Marina Silva, por ser evangélica, será a candidata preferencial da Rede Record, enquanto Aécio Neves já é o candidato preferido das Organizações Globo.

    http://www.sul21.com.br/jornal/o-psb-vai-engolir-marina-silva-ou-sera-marina-silva-que-acabara-engolindo-o-psb/

  11. alfeu

    17 de agosto de 2014 9:52 pm

    Portos e terminais movimentam mais de 460 milhões de toneladas n

    Portos e terminais movimentam mais de 460 milhões de toneladas no primeiro semestre de 2014

    ANTAQ

    http://www.antaq.gov.br/Portal/Noticias_Det.asp?DSTitulo=Portos%20e%20terminais%20movimentam%20mais%20de%20460%20milh%F5es%20de%20toneladas%20no%20primeiro%20semestre%20de%202014&IDNoticia=28733

     

    O setor portuário brasileiro movimentou 460,2 milhões de toneladas no primeiro semestre de 2014. O número representa um crescimento de 5,18% em comparação com igual período do ano passado. Nos primeiros seis meses de 2013, os portos organizados e os terminais de uso privado nacionais movimentaram 437,6 milhões de toneladas. As informações são da Gerência de Estudos e Desempenho Portuário da ANTAQ.

    Analisando apenas os portos organizados, a movimentação no primeiro semestre de 2014 foi de 167,3 milhões de toneladas. Já nos primeiros seis meses de 2013, esse número havia sido de 157,8 milhões de toneladas. Isso representou um crescimento de 6,02%.

    Em relação aos TUPs, a movimentação no primeiro semestre de 2014 alcançou os 292,9 milhões de toneladas. Em 2013, esse número foi de 279,7 milhões de toneladas. Um aumento de 4,7%.

    No primeiro semestre de 2014, o produto mais movimentado no setor portuário brasileiro foi o minério de ferro, com 160,7 milhões de toneladas. Em seguida, estão os combustíveis, óleos minerais e produtos (99,8 milhões de toneladas) e contêineres (46,7 milhões de toneladas).

    No primeiro semestre de 2014, o porto que mais movimentou carga foi o de Santos (SP), com 44,1 milhões de toneladas. Em segundo, aparece o Porto de Itaguaí (RJ), que movimentou 30,3 milhões de toneladas. Em terceiro, está Paranaguá (PR), com 20,9 milhões de toneladas.

    Navegação marítima

    Os dados da navegação de longo curso no primeiro semestre de 2014 indicam crescimento na corrente de comércio exterior do país. A comparação dos primeiros semestres dos últimos cinco anos registra um aumento de 17,3% na tonelagem transportada.

    Na navegação de cabotagem, o levantamento aponta que foram transportados, no primeiro semestre de 2014, 70 milhões de toneladas. Esse número representa um crescimento de 1,7% em relação ao mesmo período de 2013.

    Navegação interior

    De acordo com o levantamento, foram transportados 38 milhões de toneladas nas vias interiores brasileiras no primeiro semestre de 2014. Nos primeiros meses de 2013, esse número foi de 39,1 milhões de toneladas.

     

  12. alfeu

    17 de agosto de 2014 10:22 pm

    NANOSSATÉLITE NACIONAL COMPLETA 56 DIAS EM ÓRBITA

    NANOSSATÉLITE NACIONAL COMPLETA 56 DIAS EM ÓRBITA

    AEB

    http://www.aeb.gov.br/nanossatelite-nacional-completa-56-dias-em-orbita/

    Brasília, 15 de agosto de 2014 – O primeiro CubeSat brasileiro, o NanosatC-Br1, completa hoje (15) 56 dias em órbita. Segundo técnicos envolvidos no projeto, na semana passada o nanossatélite apresentou falhas em uma das duas formas de transmissão de dados, problema que foi identificado e reestabelecido.

    A partir desta semana os dados coletados pelas estações de Santa Maria (RS) e do Instituto de Aeronáutica e Espaço (ITA), em São José dos Campos (SP), serão exportados para um banco de dados no Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) aos quais os responsáveis pelos experimentos terão acesso via área restrita do site do projeto, por meio de senha, para fazer transferência dos arquivos de seus interesses.

    A primeira falha apresentada foi detectada no último dia 2. Verificou-se que a memória flash de bordo aparentemente não realizava sua lógica de esvaziamento por software ficando saturada. De acordo com os técnicos, este comportamento já havia sido notado, mas como não afetava os dados das cargas úteis enviados não havia sodo tratado na operação.

    No dia 9, após alguns procedimentos a falha foi sanada e a memória flash voltar a operação como programada, sendo que dois dias depois todo o problema estava resolvido. Até hoje, o NanosatC-Br1 já deu mais de 1600 voltas ao redor do planeta, continuando a ser monitorado por vários rádio amadores em diversos países.

    Coordenação de Comunicação Social (CCS-AEB)

    Foto: Divulgação/AEB – O Cubesat nacional quanto esteve em testes na Holanda.

     

    *****

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