4 de junho de 2026

Aécio e os impactos de um possível efeito Thatcher, por Paulo Nogueira

O que vai acontecer no Brasil caso a receita de Thatcher seja reaplicada com Aécio

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Por Paulo Nogueira, do Diário do Centro do Mundo

 

O terrorismo econômico está aí.

Essencialmente, o que os conservadores estão dizendo é que a política econômica descarrilhou sob Dilma.

Só Aécio salva, é a mensagem.

O que a direita quer para a economia é, numa palavra, a receita thatcheriana.

Os pilares da doutrina consagrada nos anos 1980 por Margaret Thatcher podem ser resumidos assim: privatizar, desregulamentar e reduzir ao máximo as despesas sociais.

A busca, em suma, do Estado mínimo.

É o que o “mercado” quer por razões óbvias: as empresas, nacionais e internacionais, ganham barbaramente com isso.

Como em todo jogo alguém perde, os trabalhadores pagam a conta. A Inglaterra sob Thatcher regressou a níveis de desigualdade próximos do abismo que existia na era vitoriana.

Esqueça, por um momento, questões como ideologia ou mesmo justiça. A questão é: a receita funciona?

Ou sob outro ângulo: se o Brasil adotar os preceitos thatcherianos reivindicados pelos conservadores a economia vai deslanchar?

A resposta, se você olha a história, é: não.

Os mandamentos de Thatcher são bons apenas para o chamado 1%. Para os demais 99%, não.

Para o país como um todo, para a saúde da sociedade, menos ainda. Seguir Thatcher é uma calamidade nacional.

O thatcherismo está na raiz da crise econômica que castiga o mundo desde 2008.

Sob Reagan, os Estados Unidos abraçaram o thatcherismo. O mercado financeiro foi desregulamentado, para dar liberdade aos bancos e assim, alegadamente, promover a economia.

Depois de alguns anos, veio a hecatombe.

Na busca de lucros exorbitantes, os bancos americanos – livres de regulamentação – afrouxaram todos os controles para quem pedia empréstimo para comprar casa.

Até que começou a inadimplência.

Milhares, milhões de tomadores de empréstimo não tinham condições de honras as dívidas.

Os calotes se multiplicaram. Grandes bancos quebraram. E a crise econômica se espalhou rapidamente pelo mundo.

Nunca mais a economia mundial se recuperou. A locomotiva dela, os Estados Unidos, vem se arrastando desde então.

Em breve, graças à estagnação americana, a China deve se converter na maior economia do mundo.

Também a Inglaterra de Thatcher ainda hoje enfrenta as consequências econômicas e sociais da falsa revolução da Dama de Ferro.

A ressaca do thatcherismo tornou Thatcher tão detestada que os ingleses fizeram celebrações em praças públicas quando ela morreu.

Não existe uma única estátua dela na Inglaterra, sequer em sua cidade natal: ela seria derrubada em dias, talvez horas.

É esta mesma receita que os conservadores querem para o Brasil agora.

Suponha que ela seja adotada pela próxima presidência. Rapidamente, os suspeitos de sempre lucrarão – a plutocracia, ou o 1%.

Num país cujo maior desafio é mitigar a desigualdade social, seria uma tragédia.

O país avançou socialmente nos últimos anos. Menos do que poderia e deveria, é verdade. Mas avançou.

O thatcherismo faria o Brasil retroceder várias casas na questão social em pouco tempo.

Num momento de franqueza desconcertante, Aécio prometeu a empresários “medidas impopulares” caso se eleja.

Seu guru econômico, Armínio Fraga, um fundamentalista do thatcherismo, falou que o salário mínimo cresceu muito nos últimos anos.

Avisos do que vem por aí caso o thatcherismo seja posto em ação no Brasil não faltam, portanto.

Os thatcheristas prometem a você o paraíso. Mas entregam o inferno. Paraíso, só para eles mesmos.

Tatiane Correia

Jornalista, MBA em Derivativos e Informações Econômico-Financeiras pela Fundação Instituto de Administração (FIA). Com passagens pela revista Executivos Financeiros e Agência Dinheiro Vivo. Repórter do GGN desde 2019.

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23 Comentários
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  1. Zanchetta

    2 de agosto de 2014 7:51 pm

    Tem que demitir um sujeito

    Tem que demitir um sujeito que fala essas coisas… parece que trabalha no Santander?

    1. Ivan de Union

      2 de agosto de 2014 10:29 pm

      O do Satander estava

      O do Satander estava sobrio…

  2. Antônio Galantino

    2 de agosto de 2014 8:08 pm

    Um Aécio cheio dos mé (de cachaça)

    Veja este vídeo e veja quem pretende ser presidente da república: http://youtu.be/lHuo0zYCano

    No Nordeste nós dizemos que um cara balançando desse jeito está cheio dos mé  (de cachaça).

    Vocês já imaginaram o que nos espera, caso ele seja eleito presidente?

    No mínimo ele deve ter tomado umas 5  doses de black lable antes da entrevista.

    Cheio dos mé e dizendo um bocado de besteira.

    Que Deus tenha piedade do Brasil, amém!

    1. Ivan de Union

      2 de agosto de 2014 9:37 pm

      “O problema da economia nao

      “O problema da economia nao eh politico.  O problema eh da incapacidade do governo federal vem demonstrando (sic) (…)”…

      Bebadinho da silva.  Tre ba do ! ! !

    2. Ivan de Union

      2 de agosto de 2014 9:43 pm

      Tem mais.  Ele falou “diki”

      Tem mais.  Ele falou “diki” (entre varios outros pontos estranhissimos).  So que ninguem em Minas fala DIKI e nem o resto do Brasil.  Eh marca registrada dos paulistas.

      E nao eh parte de qualquer “fala”.  Eh maneirismo elitoide hemorroide.  Convence a paulistada, aparentemente.

    3. Sta. Catarina

      2 de agosto de 2014 11:13 pm

      Deu para sentir o bafo de mé saindo do meu notebook. Falando sério agora. Esse cidadão não tem a mínima competência para gerir um país como o Brasil. Fala em programas só no genérico. Não sabe a dimensão da complexidade que é administrar um país com tantas diferenças. É um iludido….

  3. lenita

    2 de agosto de 2014 8:10 pm

     Se eu não amasse tanto o meu

     Se eu não amasse tanto o meu país e os que aqui vivem, eu poderia dizer, caso isto acontecesse; BEM FEITO. Mas não digo, não, pois espero que o Armínio Fraga não “ganhe” as eleições. rsrsrs. Uma vez só, já foi demais.

  4. aliancaliberal

    2 de agosto de 2014 8:17 pm

    Besteirol que não avança em

    Besteirol que não avança em nada.

    Margaret Thatcher se elegeu pq a Inglaterra estava falida, o corporativismo dominava, o mesmo com  Reagan.

    hoje o estado brasileiro e servo tanto de interesses de uma elite atrasada como do corporativismo estatal.

    Todo brasileiro sonha e em estar nestes dois grupos, todos se vendem por interesses particulares. E um problema cultural, e moral.

     

     

  5. Antônio Galantino

    2 de agosto de 2014 8:28 pm

    O verdadeiro melô do Aécio Neves

    Eis o verdadeiro melô do Aécio Neves:   http://youtu.be/XwD4q8GYgUc

  6. Antonio Carlos Silva - RJ

    2 de agosto de 2014 8:36 pm

    Caso está tragédia aconteça,

    Caso está tragédia aconteça, JAMAIS perdoarei, e excomungarei até o meu ultimo suspiro a dª Dilma e a sua trinca de incompetentes (Helena Chagas, Bernardo Globo e Eduardo Cardozo Dantas) .

    Estragar , estraçalhar, pulverizar um dos países mais importantes do mundo será um crime imperdoável .

    Vocês sabiam, que até hoje várias pesoas acreditam que a Copa do Mundo causou um prejuízo enorme ao país, pois o goveverno federal teria desviado bilhões de reais para construir estádios ao invés de investir na saúde ?  .

    Por quê este factóide foi impregnado nas cabecinhas de milhões de brasileiros ? Pela incompetencia de Helena Chagas e inação de Dilma .

    Deste o fim da maldita ditadura eu dediquei a minha vida contra os malígnos que estão prestes a sequestrar o meu país, e não perdoarei ninguém que por inação, incompetencia ou leniencia tenha permitido esta tragédia .

    1. chico da dilma

      2 de agosto de 2014 10:06 pm

      Apoiado.

      Apoiado.

  7. peregrino

    2 de agosto de 2014 8:59 pm

    não acredito que a Dilma possa perder…

    para concorrentes que se guiam pela política que leva ao fracasso social

     

     

     

     

     

     

  8. aliancaliberal

    2 de agosto de 2014 9:02 pm

    (Sem título)

    [video:https://www.youtube.com/watch?v=ZZ52I4LT1Bw%5D

    1. raphaelm

      3 de agosto de 2014 3:15 am

      Esse pessoal é papagaio em

      Esse pessoal é papagaio em todo canto do mundo, a unica coisa que sabem fazer é qualificar quem discorda como socialista/comunista.

      1. aliancaliberal

        3 de agosto de 2014 4:53 pm

        Mas os deputados que a

        Mas os deputados que a inquiriram eram socialistas mesmo, não é qualificar, eles se declaram socialistas.

    2. HEZBOLLAH666

      3 de agosto de 2014 5:20 pm

      Aff…

      Esse povinho que defende Tia Tatá não aguenta dez minutos de porrada com qualquer morador de Liverpool e Manchester… patético…

  9. Assis Ribeiro

    2 de agosto de 2014 9:24 pm

    O que acontece
    É que os que

    O que acontece

    É que os que votarem em Aécio, caso ele ganhe as eleições, depois dos miserê administrativo dirão, tal como disseram com Collor

    – eu não votei nele.

    Diga-se de passagem, são os mesmos eleitores.

  10. Aroeira

    2 de agosto de 2014 10:12 pm

    É. Mas o que estará nas manchetes dos jornais amanhã, Edu?

    Classificação de risco do Brasil desmente “mercado”, oposição e mídia


    No Blog da Cidadania: http://www.blogdacidadania.com.br/2014/08/classificacao-de-risco-do-brasil-desmente-mercado-oposicao-e-midia/

     

    Em um momento em que o mercado financeiro, a oposição ao governo Dilma Rousseff e a mídia espalham pessimismo com divulgação incessante de prognósticos catastróficos sobre a economia brasileira, a prova maior do exagero desse discurso essencialmente político-eleitoral reside no que, em investimento, é chamado de “classificação de crédito” (rating).

    Essa classificação, levada ao pé da letra pelo mercado financeiro internacional, é feita por meio de notas representadas por letras e sinais aritméticos a partir de avaliações concedidas pelas três principais agências de classificação de risco. Quais sejam, a Fitch Ratings, a Moody’s e a Standard & Poor’s.

    No quadro abaixo, o sistema de notas de cada uma das agências

     

    Entre 2008 e 2009, o Brasil obteve a pontuação BBB no “rating” das três agências – a Fitch Ratings usa a nota Baa2, que corresponde à nota BBB das outras duas agências. Em março de 2014, a Standard & Poor’s reduziu a nota do Brasil para BBB – e as outras agências mantiveram a nota BBB.

    Contudo, tanto a nota BBB quanto a nota BBB – concedem ao país o que é chamado “grau de investimento”. As notas em azul no gráfico acima indicam aos investidores internacionais que aquele país apresenta boas condições de honrar suas dívidas.

    As três agências fizeram revisões recentíssimas da nota de risco do Brasil e em nenhuma dessas avaliações foi entendido por elas que exista qualquer tipo de risco de a economia brasileira naufragar.

    Para que se tenha uma ideia, a nota brasileira em ao menos duas das três agências equivale às notas de países como Itália ou Espanha. Já um país como a Argentina, que enfrenta graves problemas com sua dívida externa, teve recentemente sua nota rebaixada pela agência Standard & Poors para CCC – (vulnerável e dependente de condições favoráveis de mercado para pagar a dívida).

    Contudo, enquanto a S&P rebaixava a nota do Brasil para BBB – em março último – divergindo das outras duas grandes agências, que nos mantiveram em BBB –, a agência de classificação de risco chinesa Dagong subia em três posições a nota de nossa economia.

    Confira, abaixo, matéria do Estadão sobre o assunto.

     

     

    O Brasil mantém, oficialmente, contrato para classificação de seu crédito com as agências Standard & Poor´s (S&P), Fitch Ratings (Fitch) e Moody´s Investor Service. Contudo, outras agências internacionais monitoram o risco econômico do país: Dominion Bond Rating Service(Canadá), Japan Credit Rating Agency (Japão), Rating and Investment Information (Japão), NICE Investors Service (Coréia do Sul) e a chinesa Dagong Global Credit Rating.

    Seja qual for a agência de classificação de risco internacional, porém, o consenso é um só: a economia brasileira não sofre nenhum tipo de ameaça relevante. A S&P rebaixou um único nível a nossa nota e não foi acompanhada por nenhuma outra agência relevante. E, apesar da redução da nota, manteve-nos em “grau de investimento”.

    É nesse ponto que o leitor discordante – ou tendente a discordar – dirá que essas instituições que avaliam as condições econômicas dos países erraram ao mensurar o risco de empresas americanas, sobretudo o banco Lehman Brothers, que deu início ao derretimento da economia americana e mundial em 2008.

    Este Blog não faria restrições a esse argumento se essas agências de classificação de risco não fossem parte da ideologia do setor do “mercado” que faz propaganda eleitoral negativa contra Dilma Rousseff e que alardeia desastres econômicos próximos no Brasil. Para empresas como o Santander ou como certa consultoria Tabajara que espalha pânico para beneficiar Aécio Neves, essas agências têm que ser levadas muito a sério.

    Aliás, mesmo quem não confia muito nelas tem que lhes dar crédito por conta de seu poder de determinar que nível de custo financeiro (taxa de juros) um país paga no mercado financeiro internacional. Ou seja: acreditando ou não nessas agências, todo o sistema financeiro mundial acredita, apesar dos erros de 2008.

    Quanto aos erros das agências, vale comentar que elas se defendem dizendo que as instituições financeiras que avaliaram bem – como o próprio Lehman Brothers – ocultavam fatos, fraudando os analistas e até o Estado.

    Segundo as três grandes agências de classificação de risco soberano dos países, portanto, o Brasil é um dos lugares mais seguros do mundo para investir. Ao contrário do mercado financeiro e empresarial brasileiro, essas agências julgam que o favoritismo de que ainda desfruta a presidente Dilma em sua própria sucessão é um fator positivo para a economia.

    O fato é um só: toda a campanha oposicionista na eleição presidencial de 2014 está se sustentando não mais em “corrupção”, como em anos anteriores, mas na situação econômica do país. As “balas de prata” de 2006 e 2010” – denúncias de corrupção contra o governo federal – tendem a sumir em 2014, sendo substituídas pelo terrorismo econômico.

    Por que? Porque a direita midiática já entendeu que “É a economia, estúpido!”. Contudo, há muito o que dizer na campanha que se avizinha. Ao refrescar a memória dos brasileiros e ao mostrar fatos como o que este post menciona, o discurso catastrofista, na melhor das hipóteses, não ganhará credibilidade suficiente para eleger Aécio Neves.

    Confira, abaixo, alguns dos fatos que o brasileiro não sabe ou não lembra, mas dos quais será informado ou relembrado.

     

     

     

     

     

  11. altamiro souza

    2 de agosto de 2014 10:50 pm

    tatcherismo seria o fim de


    tatcherismo seria o fim de todas as esperanças e não acredito que qualquer política que só beneficie este 1 por cnto aguente por muito tempo.

  12. João de Deus

    2 de agosto de 2014 10:51 pm

    Qual será a situação na Bahia, Pernambuco e Ceará?

    Ibope coloca candidatura de Aécio na UTI: déficit de 3,5 milhões de votos em Minas.

    Obs: No blog os Amigos do Presidente Lula:  http://osamigosdopresidentelula.blogspot.com.br/2014/08/ibope-coloca-candidatura-de-aecio-na.html

     Nas contas dos tucanos, o senador Aécio Neves (PSDB) precisa arrancar uma diferença a seu favor de 5 milhões de votos em Minas Gerais para compensar a vantagem que projetam para Dilma na região Nordeste, de forma a conseguir ir ao segundo turno.

    Sabe quanto a última pesquisa Ibope em Minas está dando para ele? Apenas 1,5 milhão de votos na frente.

    Segundo os planos dos próprios tucanos faltam 3,5 milhões de votos em Minas para Aécio se viabilizar.

    Segundo o Ibope Aécio está 41% (cerca de 6,2 milhões de votos em MG) contra 31% de Dilma (4,7 milhões de votos).

    Detalhe: a pesquisa foi feita antes da notícia do aeroporto do titio se espalhar.

    Mas se Aécio ainda tem um vitória sem muita folga em Minas, perde por 2,4 milhões de votos no Rio e 1,6 milhões de votos em São Paulo.

    Como se vê não é só nordeste que a Dilma dá uma surra. Nos três maiores colégios eleitorais do Sudeste também.

    Quem está com sérios problemas para decolar é Aécio, mas o jornalão Folha de São Paulo inventa esse título para dar a notícia “Ibope mostra Dilma com dificuldade em São Paulo e Minas”. Como gosta de mentir esse jornal. 

     

  13. jura

    2 de agosto de 2014 11:01 pm

    Musa do Bresser

    A musa do Bresser-Pereira.

    Cada um tem a musa que merece.

  14. LC

    3 de agosto de 2014 5:08 am

    Mais um texto sem nexo para a arquibancada

    Essencialmente, o que os conservadores estão dizendo é que a política econômica descarrilhou sob Dilma.

    É, os conservadores acham isso. Além deles, o Nassif, o Beluzzo, o Delfim, a torcida do Flamengo, de todos os outros times, todas as formigas da África equatorial, todas as partículas do Universo… Basicamente tudo o que existe, com exceção da Dilma, do Inacreditável e de quem tem fé religiosa nesta patética equipe econômica acha que a política econômica descarrilhou.

    Só Aécio salva, é a mensagem.

    Não, se o Campos chegar, também serve. Se o Lula fosse candidato, tb serviria. Neste momento qualquer coisa é melhor que esse governo desastroso.

    O que a direita quer para a economia é, numa palavra, a receita thatcheriana.

    Ninguém disse isso, o articulista acha que teve essa grande essa grande sacada. Pena que é uma bobagem. Se a receita “Thatcheriana” é ter algum controle de gastos e uma política econômica coerente, então o Lula era “Thatcheriano”.

    Num momento de franqueza desconcertante, Aécio prometeu a empresários “medidas impopulares” caso se eleja.

    Por fraqueza desconsertante, entendo que ele falou de corrigir os preços dos combustíveis e da energia elétrica, que esse governo incompetente e inepto não fez. Se for reeleita, vai fazer um tarifaço em 2015 ou 2016. Ou então vai ter a coerência dos imbecis, deixando a situação se distorcer até que tais setores entrem em colapso.

    O Gunter já tinha falado isso aqui, essa tática “Regina Duarte” não só não funciona, como acho até que tira voto de indeciso. Como eles não tem nada p/falar de bom desse governo, tem que ficar demonizando a oposição…

  15. Roberta Varela

    3 de agosto de 2014 3:58 pm

    Texto vazio, sem maiores

    Texto vazio, sem maiores explicações com dados e números sobre por que tudo o que foi citado no governo de Thatcher não deu certo.

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