4 de junho de 2026

Lula e Zelensky devem se encontrar nesta quarta-feira, diz Planalto

Presidente ucraniano tentou, durante duas semanas, articular o encontro para mostrar a realidade da guerra contra a Rússia.
Após o início da ofensiva de Israel contra a Faixa de Gaza, a Ucrânia se tornou problema de segunda ordem para potências ocidentais. Foto: Instagram/Zelensky

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que está em Nova York, nos Estados Unidos, para a Assembleia-Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), deve se encontrar pessoalmente com o presidente ucraniano Volodymyr Zelensky nesta quarta-feira (20), segundo o Palácio do Planalto.

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O encontro será realizado às 16h, após reunião de Lula com Joe Biden, presidente dos Estados Unidos, no hotel onde o presidente brasileiro está hospedado. A Embaixada da Ucrânia tenta conciliar as agendas dos chefes de Estado há duas semanas. Lula, porém, tem sido bastante requisitado. Ele recebeu 50 pedidos de encontros bilaterais.

Caso o encontro se confirme, será a primeira vez que Lula e Zelensky se encontram pessoalmente, após desencontros e polêmicas. Em maio, os dois deveriam se reunir no Japão, durante o encontro do G7, mas o encontro não aconteceu por incompatibilidade de agendas.

Polêmicas

A intenção de Zelensky ao propor o encontro seria a de mostrar ao líder brasileiro “a realidade do conflito”, tendo em vista que Lula defendeu, em diversos encontros bilaterais, uma articulação pelo fim da Guerra na Ucrânia.

O presidente brasileiro reiterou, diversas vezes, que não tomaria partido no conflito, mas que gostaria que a guerra acabasse o quanto antes. No entanto, Lula chegou a se envolver em polêmicas com algumas de suas declarações.

Em uma delas, o chefe do Executivo afirmou que os Estados Unidos e a União Europeia estavam prolongando o conflito por enviar armamentos para a resistência ucraniana contra a Rússia.

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Camila Bezerra

Graduada em Comunicação Social – Habilitação em Jornalismo pela Universidade. com passagem pelo Jornal da Tarde e veículos regionais. É repórter do GGN desde 2022.

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Repórter do GGN há 9 anos. Especializada em produção de conteúdo para as redes sociais.

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1 Comentário
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  1. José de Almeida Bispo

    18 de setembro de 2023 8:16 pm

    Esse realising permanente do Departamento de Estado americano, que a imprensa “brasileira” repete ad nauseam já está ficando ridículo. Pra começar, os boletins do Governo americano,dados como notícias pela grande mídia “nacional”, o bonequinho da banca londrino-novaiorquino já deveria ter se apossado de Moscou com tantas reações. É como essa torcida para que Lula se comprometa – E AO PAÍS – em alguma jogada, com o sub do sub.

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