5 de junho de 2026

Lula e Zelensky ficam frente a frente em reunião do G7

Embora reunião entre autoridades não tenha ocorrido, presidente brasileiro condena violação de integridade territorial ucraniana
Foto: G7 Hiroshima Summit - via fotospublicas.com

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o presidente da Ucrânia, Volodimir Zelensky, não realizaram uma reunião bilateral durante a cúpula do G7, mas ficaram frente a frente pela primeira vez durante sessão de trabalho realizada neste domingo na cidade de Hiroshima, no Japão.

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Ao lado do presidente dos EUA, Joe Biden, e do premiê canadense, Justin Trudeau, Lula afirmou que o Brasil condena a violação da integridade territorial ucraniana, mas deixou claro que “nenhuma solução será duradoura se não for baseada no diálogo”.

“Em linha com a Carta das Nações Unidas, repudiamos veementemente o uso da força como meio de resolver disputas”, disse, Lula, ressaltando a necessidade de se trabalhar para abrir um espaço de negociações.

“Ao mesmo tempo, a cada dia em que os combates prosseguem, aumentam o sofrimento humano, a perda de vidas e a destruição de lares, ressaltou o presidente brasileiro.

Já o primeiro-ministro japonês e anfitrião do G7, Fumio Kishida, ressaltou que todos os países emergentes presentes na reunião (entre eles Brasil e Índia) dizem que o confronto deve ser encerrado pacificamente e apoiam o princípio de soberania.

O encontro entre Lula e Zelensky chegou a ser anunciado, mas representantes das duas autoridades afirmaram que a reunião não aconteceu por problemas de agenda.

As informações são da Deutsche Welle

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Tatiane Correia

Jornalista, MBA em Derivativos e Informações Econômico-Financeiras pela Fundação Instituto de Administração (FIA). Com passagens pela revista Executivos Financeiros e Agência Dinheiro Vivo. Repórter do GGN desde 2019.

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2 Comentários
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  1. +almeida

    21 de maio de 2023 10:35 pm

    O que fariam EUA, França, Inglaterra, Alemanha, Itália, Japão, China, etc se o seu principal país rival em poderio bélico, financeiro, territorial e militar, iniciasse um forte e convincente trabalho com países vizinhos de fronteira, para convencê-los a ceder permissão para instalarem bases militares em seus territórios?

    O que fariam se o país vizinho se interessasse em se filiar a uma aliança de países que praticamente tem por grande maioria, alguns países que são fiéis a seu maior, digamos, concorrente?

    O que fariam se após vários alertas sobre a gravidade da intenção, que não apresenta justificativa plausível para a região dos países envolvidos, o acordo tivesse a simpatia total do país assediado?

    O que fariam se o país assediado já estivesse decidido a conceder a permissão, que nada mais seria uma provocação do interessado, que usa o país dono do território almejado como escada?

    Sem esquecer que, eu penso, o ponto mais chave da questão, além do efeito escada, é arrastar o país assediado para o grupo da aliança e, por conseguinte, conseguir o álibi da defesa e segurança territorial e populacional, que os membros da aliança recebem da força tarefa dos países membros, que são fiéis ao suposto país xerife, made in USA.

  2. Edgar lima filho

    22 de maio de 2023 4:16 am

    Pois, é : dito assim parece simples … mas, não é..! O território do donbass,a Criméia, por livre e expontanea vontade escolheram a mãe Rússia como nacionalidade: é lei : agora é a nova fronteira ocidental russa, será incluída a Odessa, a cereja 🍒 do bolo da costa sul ,no mar negro…o novo Reich vai perder , outra vez.

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