28 de junho de 2026

A candidatura do serrista que aparelhou o Sebrae-SP

Jornal GGN – O Sebrae-SP acaba de confirmar que o então Diretor Superintendente, Bruno Caetano, irá se candidatar às eleições deste ano. O comunicado de que ele se licenciará, nos termos da Lei Complementar 64/90, confirma a denúncia divulgada pelo Jornal GGN, em dezembro de 2013, de que Bruno visava uma candidatura, ao utilizar os meios de comunicação do Sebrae para auto promoção e realizar contratações por critérios políticos.

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Bruno foi indicado para o cargo dentro de um acordo político entre Serra e o atual Secretário de Micro e Pequenas Empresas Guilherme Afif Domingos – empresário crítico do aparelhamento do Estado e do uso político de recursos públicos.

As campanhas indiretas ocorreram concomitantemente à demissão de cerca de 150 técnicos qualificados, entre fevereiro e agosto de 2013, sem motivo aparente. Ao ser denunciado de substituir os funcionários por assessores em cargos de confiança, os critérios políticos para admissões do então Superintendente foram questionados na Justiça. 

Um grupo de técnicos demitidos entrou com ação e conquistou na 81ª Vara do Trabalho de São Paulo uma liminar de reintegração imediata ao trabalho. A advogada Tatiana Modenesi, uma das responsáveis pelo caso, alegou que o próprio regulamento do Sebrae para justificar demissões não havia sido observado.

Ao passo em que os demitidos sofreram quebra do sistema interno de carreira, as novas contratações ocorreram diretamente para cargos de Gerentes, Coordenadores e Assessores, vagas que só se poderiam alcançar seguindo procedimentos técnicos. Dentre os protegidos existem pessoas intimamente ligadas a Serra. 

Leia também: Aparelhamento político no Sebrae-SP gera demissões

O Jornal GGN identificou três que se enquadravam no amplo aparelhamento do Sebrae-SP.

Eduardo Pugnali foi coordenador de Imprensa e Internet do Governo do Estado de São Paulo, entre outubro de 2008 a agosto de 2011. Foi o responsável pela inclusão do Governo do Estado nas redes sociais e tinha, além de outras, a função de acompanhar viagens e fazer a assessoria direta de José Serra.

Em setembro 2011, 8 meses depois da entrada de Bruno Caetano na Superintendência, Pugnali tornou-se Assessor da Superintendência. Três meses depois foi nomeado Gerente de Inteligência de Mercado do Sebrae São Paulo, com salário de R$ 22.398,60. 

Quando Eduardo Pugnali deixou o cargo, em dezembro de 2011, Bruno Caetano garantiu que outra pessoa de confiança assumisse sua assessoria: Luciana Motta Marin. Ela foi Assessora Técnica do Governo do Estado de São Paulo, de janeiro de 2007 a maio de 2010, também considerada com grandes ligações com José Serra.

Um assessor técnico do Estado de São Paulo recebe um salário entre R$ 4.000 e R$ 9.000, incluindo gratificações. Luciana Marin, ao lado de Bruno Caetano, atualmente está recebendo no mínimo R$ 16.045,40 – podendo esse valor chegar a R$ 22.395,80 mensais com as gratificações.

Outro personagem é Marcus Vinícius Sinval. Foi secretário-executivo de Comunicação de Gilberto Kassab (PSD), de 2006 a 2012. Em 2012, foi acusado de propaganda eleitoral antecipada em favor de Serra por meio da publicidade oficial da prefeitura.

Marcus Vinícius Sinval recebe hoje R$ 22.398,60, como Gerente da Unidade Relacionamento do Sebrae-SP, colocação que assumiu em agosto de 2013.

Além das contratações, Bruno Caetano também utilizou a comunicação institucional para autopromoção. De acordo com um ex-técnico que trabalhou por 13 anos na empresa e foi dispensado em junho de 2013, até os comunicados internos para os funcionários traziam a foto de Bruno no final do documento com mensagens laudatórias, algo inédito na história do Sebrae São Paulo.

O programa Momento Empreendedor Copa 2014, transmitido no Esporte Interativo, foi criado com a entrada de Bruno Caetano na Superintendência, no primeiro semestre de 2012. Contava sempre com a exposição de sua imagem.

Em um programa específico, para a Feira do Empreendedor de 2012, Bruno é acompanhado de José Serra (PSDB), do ex-prefeito Gilberto Kassab (PSD), do vice governador de São Paulo, Guilherme Afif Domingos (PSD), e do então presidente da Câmara dos Deputado de São Paulo, José Police Neto (PSD). A narração do vídeo deixava clara a relação: “a Feira do Empreendedor Sebrae contou com a presença de pessoas importantes, que reconhecem a relevância de um evento como esse para o Brasil”.

https://www.youtube.com/watch?v=Es9GexacRHY width:500 height:281

Outro programa semelhante era divulgado na Rede Globo, o Momento Sebrae, com duração de 1 minuto, apresentando casos de empreendimentos de sucesso, sempre com o fechamento na palavra do Diretor.

O alto investimento publicitário também pôde ser constatado nas contas no Sebrae-SP. Em novembro de 2011, foram investidos quase R$ 700 mil. De julho para agosto de 2012, o montante duplicou, sendo o maior aumento em televisão: de R$ 106.153 para R$ 570.512. Naquele mês, em que se gastou um total de mais de R$ 1,6 milhão em publicidade, a Globo Comunicação e Participações Ltda tinha se tornado fornecedora.

Em novembro, mês da Feira do Empreendedor 2012, o investimento publicitário chegou ao mais alto dos três anos: R$ 2.239.961,13.

O funcionário demitido, que não pôde divulgar o nome, disse ao GGN em dezembro de 2013 que as ações do Superintendente tinham justificativa na sua intenção de candidatura para deputado estadual nas próximas eleições.

“A partir do dia 04/06/14, o Diretor Superintendente do Sebrae-SP, Bruno Caetano, estará licenciado do cargo nos termos da Lei Complementar 64/90”, informa o comunicado de hoje, a seis dias para o início das convenções partidárias.

Patricia Faermann

Jornalista, pós-graduada em Estudos Internacionais pela Universidade do Chile. Coordenadora de Projetos. Repórter e documentarista de Política, Justiça e América Latina do GGN desde 2013.

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15 Comentários
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  1. Alexandre Weber - Santos -SP

    4 de junho de 2014 2:11 pm

    Extingue o Sebrae

    Esta porcaria não serve para nada que preste, é um sorvedouro de dinheiro sem contrapartidas.

    1. Lionel Rupaud

      4 de junho de 2014 2:38 pm

      Que nada, serve para muita gente

      especialemente os que vivem de dizer que o estado tem que ser mínimo!

  2. janes salete

    4 de junho de 2014 2:19 pm

    SP e seus atrasos. Como ainda

    SP e seus atrasos. Como ainda seguram um partido tão nefasto? A mídia e o seu partido, psdb, tem o curral ideal.

  3. Raí

    4 de junho de 2014 2:49 pm

    Cadê o Estado-mínimo ?

    Entre os maiores críticos do custo Brasil, e do alto custeio da máquina federal, está o PSDB, que não cumpre o que prega, e estes desperdícios do dinheiro público do Estado de São Paulo, neste “cabide de empr~ego, que é o Sebrae-SP, que se não existisse, não faria a menor diferença, dada a sua inutilidade junto ao pequeno e médio empreendedor. 

  4. CB

    4 de junho de 2014 3:22 pm

    A coisa é muito séria.

    A coisa é muito séria. Diariamente os blogs e sites indenpendentes tem apresentado fatos que demonstram que o psdb, em São Paulo, foi muito mais longe do que maluf conseguiu chegar. Talvez pelo fato de que o psdb é uma espécie de partido malufista genérico, pois mudam os nomes, mas sempre dando prosseguimento ao mesmo tipo de práticas. Hoje mesmo o Viomundo tem a matéria sobre Robson Marinho, o escãndalo da Alstom-psdb é escabroso e junto com o Rodoanel já são vinte anos de coisas esquisitas. Será que o tapete da mídia é tão grande que dá pra indefinidademente empurrar pra debaixo dele tanta coisa que precisa ser apurada? E o resto da paulistada, até quando vai servir de curral eleitoral destes malufs-genéricos? Quando vai se dar conta da situação? É muita vontade de ser enganado, é muito esforço pra não enxergar o que está diante do nariz de todo mundo. No mínimo, a incompetência e o aparelhamento de tudo em benefício próprio. Todo mundo que em determinado momento dá uma forcxinha prta algum tucano acaba arrumando uma boquinha em algum lugar. Tá louco! Maluf é uma pessoa, o malufismo gira ao seu redor e está em decadência, pior, muito pior é o psdb que montou uma máquina que independe de nomes pra continuar funcionando.

    Tucanos se acham tão donos deste estado que é só a gente olhar por aí e ver como eles adoram batizar as coisas com os nomes das pessoas do partido. Não-sei-o-que Mario Covas, Não-sei-o-que Montoro, Não-sei-o-que Lucy Montoro, Não-sei-o-que Ruth Cardoso… Vai chegar o dia em que a avenida Paulista passará a se chamar avenida fhc e até alckmin e sua esposa virarão nomes de alguma coisa também.

    Tá louco, já encheu. Os paulistas conseguiram deixar de lado Maluf, Quércia e coisas assim, até quando darão carta branca para que os tucanos e seus parceiros da mídia tratem isto aqui como propriedade deles?

  5. Jorge Leite Pinto

    4 de junho de 2014 4:51 pm

    O legítimo

    O legítimo almofadinha/mauricinho. Retrato fiel da banda podre da elite de Pindorama…

  6. Sergio SS

    4 de junho de 2014 5:13 pm

    Engraçado, Nassif, que este

    Engraçado, Nassif, que este movimento de lotação de cargos públicos por padrinhos comissionados aconteceu, na mesma época, também na Secr. do Meio Ambiente de SP. Me parece que isto foi ordem do Governador, pois vários padrinhos eram de diretórios da região natal do Alckmin, o Vale do Paraíba.

    Diversos técnicos e gestores de unidades de conservação espalhados pelo Estado, alguns com mais de 25 anos de casa, deram lugar a integrantes de diretórios do PSDB e outros amigos.

    Uma matéria no Estadão denunciou o esquema, e nada aconteceu (alô MPE !!!).

    http://sustentabilidade.estadao.com.br/noticias/geral,ambientalistas-veem-aparelhamento-politico-em-ucs-de-sao-paulo,1067490

    O PT já havia denunciado o esquema em 2012 também.

    http://politica.estadao.com.br/noticias/geral,pt-denuncia-uso-de-estrutura-de-secretarias-por-pre-candidatos-tucanos,833656

    E aqui, mais uma para o atuante e probo MP paulista: Secretaria Estadual de Cultura usa Twiter para promover A. Matarazzo.

    http://www.estadao.com.br/noticias/nacional,twitter-da-secretaria-de-cultura-de-sp-publica-mensagem-favoravel-a-andrea-matarazzo,830508,0.htm

    Não tem um promotorzinho sequer para se debruçar sobre isto no MPE ??

  7. emerson57

    4 de junho de 2014 6:03 pm

    ÇERRA45 PRESIDENTE! (2038)

    Política padrão Çerra.

  8. lenita

    4 de junho de 2014 6:31 pm

    Estado mínimo: A TV pública

    Estado mínimo: A TV pública naufragando, a USP indo prô buraco, água indo prô ralo. Eles não gostam de cultura e educação, essas baboseiras de partido de esquerda e mt menos de saúde, onde muita coisas foi entregue ao “mercado”.

  9. JbMartins

    4 de junho de 2014 10:34 pm

    A Maquina de Tucanar

    A grande midia tucana, São paulo é a maquina de Tucanar, o Paulista que abra o Olho hoje falta agua amanha Faltara a USP, O Metro, O Trem, e no fim dignidade.

  10. Ulisses s

    5 de junho de 2014 12:52 am

    Não esqueçam do Butatan

    A herpetologia e mais de 100 mil serpentes, um acervo desde Vital Brazil virou carvão. O nefasto diretor Isaias Raw sumiu com mais de 30 mihões e continua por aí, leve e solto. A fabrica de vacinas já começou a produzie? O ministério da saude investiu milhões e até recentemente nenhuma ampola tinha saído da fábrica. E o governo federal continua inchendo a tampa de grana de lá.

    1. Haroldo Cantanhede

      5 de junho de 2014 12:03 pm

      O Jornal da BAND fez “matéria” sobre isso ontem

      O Jornal da BAND fez uma “matéria” sobre o Butantan ontem e, fiel aos seus “princípios”, achou um jeitinho de colocar tantas culpas quanto pôde inventar no governo federal.  A mídia amiga não dá um pio sobre o escândalo (mais um, da sabe-se lá quantos milhões de reais e a perda incalculável do acervo de serpentes…) do Butantan.  É o ‘xoque de jestão’ do PSDB, onde só se vê descalabros.

  11. Ulisses s

    5 de junho de 2014 1:01 am

    Butantan

    O material jornalístico produzido pelo Estadão é protegido por lei. Para compartilhar este conteúdo, utilize o link:http://www.estadao.com.br/noticias/geral,crise-no-butanta-afasta-isaias-raw-da-presidencia-da-fundacao,437626O material jornalístico produzido pelo Estadão é protegido por lei. Para compartilhar este conteúdo, utilize o link:http://www.estadao.com.br/noticias/geral,crise-no-butanta-afasta-isaias-raw-da-presidencia-da-fundacao,437626O material jornalístico produzido pelo Estadão é protegido por lei. Para compartilhar este conteúdo, utilize o link:http://www.estadao.com.br/noticias/geral,crise-no-butanta-afasta-isaias-raw-da-presidencia-da-fundacao,437626O material jornalístico produzido pelo Estadão é protegido por lei. Para compartilhar este conteúdo, utilize o link:http://www.estadao.com.br/noticias/geral,crise-no-butanta-afasta-isaias-raw-da-presidencia-da-fundacao,437626http://www.estadao.com.br/noticias/geral,crise-no-butanta-afasta-isaias-raw-da-presidencia-da-fundacao,437626

    O material jornalístico produzido pelo Estadão é protegido por lei. Para compartilhar este conteúdo, utilize o link:http://www.estadao.com.br/noticias/geral,crise-no-butanta-afasta-isaias-raw-da-presidencia-da-fundacao,437626

    Desvio na Fundação Butantan passa de R$ 30 milhões, diz MP

    Funcionários foram demitidos por desviarem recursos. Presidente Isaías Raw foi afastado provisoriamente.

    O promotor de Justiça Airton Grazzioli, da Curadoria de Fundações do Ministério Público de São Paulo, afirmou nesta sexta-feira (18) que o desvio na Fundação Butantan, braço operacional do Instituto Butantan, pode ter passado de R$ 30 milhões. Sete ou oito funcionários foram demitidos por justa causa da fundação por terem recebido, segundo o Grazzioli, pagamentos do Ministério da Saúde que acabaram desviados. 

    Além disso, o promotor recomendou ao conselho da fundação o afastamento do diretor-presidente da entidade, Isaías Raw, e da superintendente-técnica. Mas, segundo ele, não há indícios de participação dos dirigentes no esquema. “Essas providências tomadas pelo promotoria foram fundamentadas pela má-gestão. O MP não tem indícios de desvio de recurso que sejam praticados pelo doutor Isaías. O que se atribui a eles é uma gestão que não foi zelosa o suficiente para evitar os desvios”, afirmou Grazzioli. 

    As investigações começaram há um ano após o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), do Ministério da Fazenda, ter detectado operações suspeitas. “O MP, há aproximadamente um ano, tomou conhecimento de informes do Coaf, órgão do Banco Central, de que havia uma operação suspeita ligando a Fundação Butantan e uma microempresa que fazia a manutenção de equipamentos de eletrodomésticos.”

    Pagamento por vacinas 

    De acordo com o promotor, os funcionários usavam uma conta inativa da fundação, que não entrava na contabilidade oficial. Parte do dinheiro pago pelo Ministério da Saúde pela produção de vacinas e soros era depositada nessa conta e repassada para empresas que não tinham contrato com a fundação. “O Ministério da Saúde não sofreu qualquer tipo de prejuízo. Quem suportou o prejuízo foi a fundação, não há prejuízo para o patrimônio da União”, disse Grazzioli, explicando que toda o Ministério recebia os produtos pelos quais pagava. 

    A microempresa detectada nas operações teria recebido da fundação, mesmo sem ter um contrato com a entidade, aproximadamente R$ 24 milhões. O endereço declarado da empresa ficava em uma sobreloja na Vila Nova Cachoeirinha, na Zona Norte de São Paulo. Depois do início das investigações – o Departamento de Investigações Sobre o Crime Organizado (Deic) também apura o caso -, a empresa não foi mais localizada. 

    A investigação descobriu, segundo o promotor, repasses dessa empresa para contas de quatro funcionários, entre eles o gerente financeiro da fundação. O MP diz ter localizado na conta dele R$ 4,6 milhões que acredita terem sido desviados. O gerente recebia salário de R$ 10 mil mensais, de acordo com o promotor. O funcionário trabalhou cerca de oito anos na fundação. 

    Outras empresas também sem contrato com a fundação receberam dinheiro repassado a partir dessa conta inativa, segundo Grazzioli. O promotor diz que o gerente financeiro tinha a senha dos dirigentes da fundação para movimentar as contas – eram mais de 50 em apenas um banco no início das investigações. “Ele trabalhava há alguns anos na fundação e gozava de relativa confiança”, afirma. 

    Os dirigentes abriram as contas aos investigadores e, segundo o MP, não foi identificado nada que os relacionasse ao esquema. Grazzioli acrescenta que há comprovação de todos os funcionários demitidos receberam pagamentos desviados. Os desvios teriam começado em 2004. “Todos são funcionários demitidos por justa causa com comprovação que receberam indevidamente algum tipo de recurso”, afirmou. Segundo ele, a maioria nega o desvio. “Estão todos fechados. Os que foram ouvidos negam, no máximo apresentam uma justificativa incriminando aqueles que a gente não localiza.” 

    Afastamento 

    A Fundação Butantan comunicou na tarde desta sexta-feira (18), em nota à imprensa, que o presidente Isaías Raw foi afastado cautelarmente das funções. Em declaração ao G1, Isaías Raw disse que deixa o carga para facilitar as investigações. Erney Plesman de Camargo assume interinamente o cargo de diretor-presidente da fundação. 

    Raw afirmou ainda que dentro de 20 dias deve voltar ao cargo e ainda não contratou um advogado. “Eu não tenho culpa no cartório, posso garantir”, disse. “Tenho absoluta tranquilidade que tudo vai ser verificado e eu não tenho culpa nenhuma nesse processo.”

    Fábrica de vacinas

    http://www.estadao.com.br/noticias/geral,fabrica-de-vacina-contra-gripe-do-butanta-entra-em-funcionamento-imp-,675568

     

  12. Orlando Soares Vareda

    5 de junho de 2014 1:27 am

    A pouca vergonha reinante na

    A pouca vergonha reinante na Tukanolandia bate todos os recordes de safadeza, currupcao e ma fe. Os niveis da fedentina e do esgoto ultrapassam a altura da bunda do ministerio publico e demais organismos de combate ao crime organizado estatal.

    O curioso deste estado de calamidade publica, e o silencio obsequioso da grande imprensa nacional. Seria por envolvimento na bandalheira, ou se trata apenas de solidariedade de  classe?

    Orlando

     

  13. Porém

    5 de junho de 2014 2:04 am

    Fora Lula e Dilma, desconheço

    Fora Lula e Dilma, desconheço qual foi o político que não usou desses métodos safados e imorais para chegar onde chegoiu.

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