4 de junho de 2026

Ministros sinalizam estudos para mudar cidades de lugar na Grande Porto Alegre

Reconstrução das áreas afetadas pelas enchentes será objeto de estudo; diques na capital gaúcha devem ser trocados
Foto: Reprodução Redes Sociais

Estudos serão considerados para que algumas das cidades na região metropolitana de Porto Alegre mudem de lugar após as enchentes que afetaram a região.

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Tais informações foram transmitidas pelo ministro dos Transportes, Renan Filho, em live realizada por Paulo Pimenta, titular da Secretaria Extraordinária para Reconstrução do Rio Grande do Sul. A transmissão também contou com a presença do ministro do Desenvolvimento Regional, Waldez Góes.

O ministro Renan Filho destacou que serão encomendados projetos para ajudarem na tomada de decisão, e o titular da pasta lembrou que as cidades eram menores quando o sistema de diques foi construído, e cidades afetadas sequer existiam na época – como Eldorado do Sul.

Um dos projetos a serem examinados considera a construção de mecanismos de contenção de água nas montanhas, antes que cheguem a Porto Alegre, em um projeto que pode incluir a construção de barragens nas áreas altas e a ampliação de matas ciliares na base da serra.

Outra proposta considera acelerar o escoamento das águas do Guaíba rumo à Lagoa dos Patos e ao oceano. “Tudo ainda será objeto de estudo”, disse.

No curto prazo, as águas represadas na área metropolitana começarão a ser bombeadas nos próximos dias com equipamentos cedidos pelos estados do Ceará e São Paulo. Até o momento, nove das 23 bombas que atendem a cidade de Porto Alegre estão em funcionamento.

Os ministros destacaram que essas obras serão geridas em regime compartilhado após sua finalização, uma vez que o estado atual das barragens difere nos trechos localizados em cada município e não adiantaria uma cidade cuidar bem dos equipamentos e outra não, porque as duas sofrem no momento da enchente.

Tatiane Correia

Jornalista, MBA em Derivativos e Informações Econômico-Financeiras pela Fundação Instituto de Administração (FIA). Com passagens pela revista Executivos Financeiros e Agência Dinheiro Vivo. Repórter do GGN desde 2019.

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1 Comentário
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  1. Raul Mass

    16 de maio de 2024 8:40 pm

    E o Aeroporto Salgado Filho, quem vai pagar os estragos? Sendo a União, ou seja, nós, por que não devolver sua Administração à União? O que diz o ” contrato ” com a Fraport? De quem é a Fraport? De que país são os engenheiros chefes da Fraport?

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