O anúncio da desistência do presidente Joe Biden à reeleição à presidência dos Estados Unidos neste domingo (21) abre portas aos democratas que tenham a aspiração de chegar à Casa Branca.
Kamala Harris, vice-presidente, é o nome mais forte à candidatura do Partido Democrata, especialmente após o endosso de Biden, publicado nas redes sociais, para que o partido se unifique em torno dela para derrotar Donald Trump.
Mas, de acordo com o jornal The New York Times, há outros nomes que podem ser indicados pelo partido para disputar a corrida presidencial.
Um deles é o de Josh Shapiro, governador e ex-procurador-geral da Pensilvânia, famoso por aprovar questões não ideológicas durante seu mandato, fato que lhe rendeu 64% de aprovação dos eleitores no estado de peso para vencer Trump na corrida eleitoral.
A governadora de Michigan e vice-presidente do Comitê Nacional Democrata, Gretchen Whitmer, também é um nome forte ao pleito, pois é uma das estrelas nacionais dos democratas e a maior antagonista de Trump, que se refere a ela como “aquela mulher de Michigan”.
JB Pritzker, governador de Illinois, também se tornou notável pelas críticas aos republicanos e pela aprovação de políticas progressistas no estado, como direito ao aborto e controle de armas em seus dois mandatos. Herdeiro da rede de hotéis Hyatt, Pritzker tem uma fortuna estimada em quase R$ 20 bilhões e usa parte dela para financiar suas campanhas políticas.
Outro nome que poderia se fortalecer entre os democratas é Gavin Newsom, governador da Califórnia e ex-prefeito de São Francisco. Ainda que desponte como crítico de Trump, a administração de Newsom poderia ser questionada, tendo em vista o aumento do número de pessoas em situação de rua no estado, além de altos impostos e de moradia.
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Paulo Dantas
21 de julho de 2024 6:45 pmCapitães do Titanic …
AMBAR
21 de julho de 2024 6:54 pmNem Kamala, nem Camela nem Camila. A Gretchen já está meio cansada depois de tantos casamentos(rsrs). Quem poderá aquecer o coração dos democratas americanos será a Michele Obama. Mas, as cartas estão na mesa e o jogo ainda está começando. Daqui de onde eu vejo, lugar escuro e pequinininho, a Michele, além de contar com a simpatia dos democratas não recebe a antipatia total dos republicanos. É uma questão de carisma e confiança instintiva, parece-me.