10 de junho de 2026

Luis Nassif apresenta o livro “A Conspiração da Lava Jato” na UnB

Nesta quinta (29), o debate acontece com a participação da Profa. Dra. Cleide Martins e moderação do Prof. Dr. José Geraldo de Sousa Júnior.

A Universidade de Brasília (UnB) sediará um debate sobre o livro “A conspiração da Lava Jato: o jogo político que comprometeu o futuro do país” nesta quinta-feira, 29 de agosto de 2024, às 14h. O evento ocorrerá no auditório do Centro de Estudos Avançados Multidisciplinares (CEAM) com a presença de seu autor, o jornalista Luis Nassif.

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O debate contará com a participação da Profa. Dra. Cleide Martins, Diretora da rede Lawfare Nunca Mais da OAB/DF e Membra da Coordenação do Núcleo da ABDJ no DF, e será moderado pelo Professor Dr. José Geraldo de Sousa Júnior.

O livro de Nassif explora diversos ângulos o emaranhado por trás do impeachment, com a Lava Jato sendo apenas um desfecho de um cenário mais amplo. O evento visa promover um diálogo sobre os múltiplos aspectos geopolíticos abordados na obra, incluindo o papel do crime organizado, do STF, da PGR, das Forças Armadas e de setores evangélicos, oferecendo uma visão abrangente da história recente do Brasil.

O debate conta com o apoio do Laboratório Redescobrir do IFB, do Centro de Estudos Avançados Multidisciplinares (CEAM/UnB), do Departamento de Música da Universidade de Brasília, do Grupo de Pesquisa LitCult da UnB e do Laboratório Redescobrir do IFB.

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Acompanhe a transmissão pelo GGN

Dolores Guerra

Dolores Guerra é formada em Letras pela USP, foi professora de idiomas e tradutora-intérprete entre Brasil e México por 10 anos, e atualmente transita de carreira, estudando Jornalismo em São Paulo. Colabora com veículos especializados em geopolítica, e é estagiária do Jornal GGN desde março de 2014.

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5 Comentários
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  1. fabricio coyote

    28 de agosto de 2024 10:29 pm

    Parabéns, Nassif. Desde 2011 que testemunho essa luta pelo verdadeiro Jornalismo.

  2. Fábio de Oliveira Ribeiro

    29 de agosto de 2024 8:56 am

    O lavajatismo está vivo, atuante, capilarizado e empoderado por IA. Ele conta com o discreto apoio do CNMP e do CNJ, porque de fato raramente um juiz ou promotor que comete abusos é punido. E não se enganem, os pequenos abusos cometidos em massa cotidianamente são os mais perigosos. Primeiro, porque os juízes e promotores ficam acostumados a acreditar que não são autoridades com a missão de cumprir e fazer cumprir fielmente a legislação mas fontes de qualquer legalidade alternativo que decidam impor nos casos concretos. Isso os prepara ideologicamente para invadir e colonizar o cenário político provocando ondas de destruição econômica, política e institucional (como, aliás, ocorreu durante o Mensalão e a Lava Jato). Segundo, porque atropelada pelo subjetivismo dos membros do MP e do Judiciário a população não percebe o mal que corre uma sociedade que deveria ser governada por Leis gerais e abstratas e não por versões pessoais delas vomitadas e colocadas em vigor por juízes e promotores. O estrato é tão grande que a autotutela se torna a única forma de obtenção de justiça. O crime organizado pelo MP/Judiciário fornece o paradigma indispensável que legitima tanto a violência policial quanto a violência dos criminosos comuns. Na prática não é possível mais distinguir entre lícito e ilícito quando o referencial para que isso ocorra (a aplicação impessoal de normas gerais e abstratas) é substituída pelo subjetivismo de autoridades que se sentem pessoalmente empoderadas e eternamente impunes. O lavajatismo, aliás, fornece o principal enquadramento para o fenômeno que denominei “predadores de toga” https://jornalggn.com.br/cidadania/predadores-de-toga-quem-sao-e-o-que-fazem-por-fabio-ribeiro/ .

    1. Jicxjo

      29 de agosto de 2024 12:55 pm

      “A população não percebe o mal que corre uma sociedade que deveria ser governada por Leis gerais e abstratas e não por versões pessoais delas vomitadas e colocadas em vigor por juízes e promotores”

      Exatamente. O Direito objetivo, geral e impessoal, como concebido pelos positivistas, está sendo escancaradamente substituído por um Direito medieval: subjetivo, fragmentário e personalizado por castas… É a conchavocracia privada triunfante.

  3. Anônimo

    29 de agosto de 2024 10:47 am

    Quando vai ter um debate em São Paulo ou na Grande São Paulo?

  4. Jose de Almeida Bispo

    29 de agosto de 2024 7:21 pm

    Chamavam os cafés de Viena, Paris, Budapeste… no século XIX, as universidades de centavos: baratas e extrememente eficiente.

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