Ala da PRTB, partido de Pablo Marçal, desconfia que as recentes ações do coach e candidato à Prefeitura de São Paulo sejam apenas estratégias para a autopromoção pessoal nas redes sociais, ganhar mais dinheiro e se consolidar no cenário político para disputar a presidência em 2026.
A desconfiança existe desde o início de campanha, mas ganhou ainda mais força na reta final, quando Marçal divulgou um laudo médico falso acusando Guilherme Boulos (PSOL) de usar cocaína na última sexta-feira (4) no Instagram.
Em resposta, a Justiça Eleitoral derrubou a postagem por conteúdo difamatório sem provas. Já no sábado, o perfil de Marçal no Instagram foi suspenso.
Para os colegas de partido, a atitude de Marçal foi ridícula e deve resultar em um “processo criminal pesado”, além de não angariar votos.
Parte dos filiados do PRTB consideram ainda que o coach não precisava de tal medida para chegar ao segundo turno, o que evidencia a intenção de furar a bolha das redes sociais para se tornar conhecido por pessoas que não o acompanhavam na internet.
*Com informações do Metrópoles.
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jura
7 de outubro de 2024 10:54 pmNão há dúvidas a esse respeito: Marçal foi contratado para cercar Boulos pela direita, enquanto Nunes atacava pela esquerda. O problema é que ele avançou tanto que passou a ameaçar Nunes.
A promoção pessoal foi só um bônus por desempenho.