5 de junho de 2026

Taxa de desemprego fecha novembro no menor nível da série histórica

Percentual de 6,1% representa 6,8 milhões de pessoas em busca de emprego, menor patamar desde dezembro de 2014
Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil

A taxa de desemprego brasileira recuou para 6,1% no trimestre móvel fechado em novembro, o menor percentual da série histórica iniciada no primeiro trimestre de 2012, segundo dados divulgados pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

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A taxa de 6,1% representa um total de 6,8 milhões em busca de emprego no país, menor contingente desde o trimestre fechado em dezembro de 2014. Em um trimestre, 510 mil pessoas deixaram o desemprego. Ante o mesmo trimestre de 2023, 1,4 milhão de pessoas saíram da população desocupada.

O total de pessoas ocupadas bateu recorde, chegando a 103,9 milhões – depois de atingir o menor contingente da série histórica (82,6 milhões) no trimestre fechado em agosto de 2020, durante a pandemia. De lá para cá, houve alta de 25,8%, o equivalente a 21,3 milhões de pessoas a mais no mercado de trabalho.

Com nova alta da ocupação no trimestre encerrado em novembro, o país tem recordes também entre os empregados no setor privado (53,5 milhões) e os trabalhadores com carteira assinada (39,1 milhões), além dos empregados no setor público (12,8 milhões).

O nível de ocupação, ou seja, a proporção de pessoas com 14 anos ou mais de idade que estavam trabalhando, foi recorde, novamente, chegando a 58,8%.

Já o número de empregados sem carteira assinada não teve variação significativa no trimestre, mantendo-se em 14,4 milhões, enquanto o total de trabalhadores por conta própria (25,9 milhões) cresceu 1,8% no trimestre e ficou estável no ano.

Com isso, a taxa de informalidade ficou em 38,7%, o equivalente a 40,3 milhões de trabalhadores informais, um pouco abaixo da registrada no trimestre anterior (38,8%) e foi menor que a do mesmo período de 2023 (39,2%).

Tatiane Correia

Jornalista, MBA em Derivativos e Informações Econômico-Financeiras pela Fundação Instituto de Administração (FIA). Com passagens pela revista Executivos Financeiros e Agência Dinheiro Vivo. Repórter do GGN desde 2019.

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2 Comentários
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  1. JOSE OLIVEIRA DE ARAUJO

    28 de dezembro de 2024 8:19 am

    Eis um motivo para deixar o clube da usura preocupado, pois pode ser uma sinalização de que a economia real pode rebaixar a importância do capital improdutivo para um segundo plano e por consequência perda de apoio político e jornalístico.

  2. Luiz Fernando

    28 de dezembro de 2024 10:06 am

    Óbvio.pesquisa de procura de emprego não sinaliza nada. O pessoal do bolsa familia nao procura emprego e qd quer ganhar mais,quer receber por fora

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