O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, afirmou neste domingo (23) que pode deixar o cargo por um acordo de fim da guerra contra a Rússia, além de garantir a entrada do país na Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan).
“Se for pela paz na Ucrânia e se realmente quiserem, que eu deixe meu cargo, estou pronto para isso. Em segundo lugar, posso trocar isso (a presidência) pela (entrada da Ucrânia na) Otan se houver essa oportunidade”, disse.
Em coletiva de imprensa, Zelensky também apontou que não deseja permanecer no poder por décadas e que está disposto a considerar a proposta dos Estados Unidos por um acordo de exploração de minerais no país, desde que as tropas americanas se juntem às ucranianas.
Os EUA e a Europa enviaram armas em diversas ocasiões para os ucranianos combaterem os russos, mas nunca enviaram tropas para atuar diretamente na guerra.
As declarações de Zelensky foram feitas um dia após um ataque recorde, em que mais de 260 drones foram lançados no território.
O presidente ucraniano se posicionou publicamente depois de uma semana de aproximação entre Donald Trump, presidente dos EUA, e
Vladimir Putin, presidente da Rússia. Ao longo da semana, o bilionário norte-americano descartou a participação da Europa nas negociações pelo fim do conflito, além de comentar que a presença de Zelensky na elaboração de um acordo também não é muito importante.
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AMBAR
23 de fevereiro de 2025 4:34 pmAí Zé, demorô!
Tú é um iludido mesmo, né?
Não era nem pra ter começado a guerra seu tonto!
JOSE OLIVEIRA DE ARAUJO
24 de fevereiro de 2025 8:00 amO palhaço Zerenski, não está em condições de exigir nada. Como diria o Mussum, ele tem é pedir lieceça para ir ao banheiro e se prirulitar. Ou ele acredita qu está sobrando ucranianos para serem sacrificados em prol da OTAN?
Rui Ribeiro
24 de fevereiro de 2025 9:30 amOra, a Rússia desencadeou sua Operação Especial na Ucrânia não para derrubar o Zé Laskem-se os Ucranianos, mas para impedir a entrada do mencionado País na Otan e para desnazificar o Batalhão de Azov.
O Zé Lenski pode ficar no governo. O problema é o neonazismo do batalhão de Azov e o encurralamento da Rússia se a Ucrânia entrar na Otan.