22 de junho de 2026

ONU acusa Israel de genocídio e violência sexual em Gaza

Israel negou todas as acusações e acusou a ONU de estar em uma "tentativa sem vergonha de incriminar as Forças de Defesa de Israel"
RS/Fotos Públicas

Nesta quinta-feira (13), autoridades da Organização das Nações Unidas emitiram um novo relatório alegando que Israel teria realizado “atos genocidas” contra palestinos quando destruiu instalações de saúde sexual e reprodutiva, além de ter violentado sexualmente mulheres, como estratégia de guerra.

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“Autoridades israelenses destruíram em parte a capacidade reprodutiva dos palestinos em Gaza como um grupo, inclusive impondo medidas destinadas a impedir nascimentos, uma das categorias de atos genocidas no Estatuto de Roma e na Convenção sobre Genocídio”, declarou a Comissão Internacional Independente de Inquérito da ONU.

Ainda de acordo com a Comissão da ONU, Israel teria barrado de maneira intencional a entrada de medicação necessária para gravidez, parto e cuidados neonatais para o principal centro de fertilidade da região. Ações desse tipo, contribuem para o aumento do número de mortes dentro de maternidades, além de ser considerada como um crime de extermínio contra a humanidade.

O relatório também acusa as Forças de Segurança de Israel (FDI), de terem usado a violência sexual como um dos procedimentos operacionais na guerra, desde o inicio da guerra em 2023. Existem relatos de palestinas que afirmam que eram obrigadas a ficar sem roupas em ambientes públicos, além de sofrerem agressões sexuais, reprodutivas e de gênero.

Diante da série de acusações, Israel negou e “rejeitou categoricamente as alegações infundadas“, afirmando que a “FDI tem diretrizes concretas… e políticas que proíbem inequivocamente tal má conduta”, além de acusar a ONU de trabalhar com uma agenda política tendenciosa e pré-determinada (…) em uma tentativa sem vergonha de incriminar as Forças de Defesa de Israel”.

*Com informações da CNN Brasil.

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Milleny Ferreira

Milleny Ferreira é estudante de jornalismo, repórter no Jornal GGN e produtora na TV GGN.

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Carla Castanho é repórter no Jornal GGN e produtora no canal TVGGN

2 Comentários
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  1. MARTHA MASSAKO TANIZAKI

    14 de março de 2025 10:19 am

    É muita desgraça que a ONU não consegue fazer nada contra Israel! Espero que em um futuro próximo os BRICS consigam ser ,grande e forte o suficiente para se fazer respeitar

  2. Carlos

    14 de março de 2025 1:05 pm

    Mais que demonstrado que se trata de um estado genocida.
    Está turba israelense ensandecida tem sede de sangue e parece doidinha para curtir um resort junto com Trump.
    Mas como escrevi em outro comentário trata-se de uma terra ensanguentada, construirão este resort sobre mais corpos de inocentes que de culpados e o tempo, implacável e invencível, irá cobrar muito caro mais esta iniquidade desta dupla, eua e Israel.

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