Pesquisa Ipec divulgada nesta sexta (14) mostra queda na confiança, na avaliação de governo e na aprovação do presidente Lula. Segundo o estudo, 41% dos brasileiros avaliam a administração de Lula como ruim ou péssima, outros 55% desaprovam a maneira de Lula governar e 58% disseram que não confiam no presidente.
Os gráficos ilustram a piora na aprovação de Lula. O salto na avaliação ruim/péssima foi de 34% em dezembro de 2024 para 41% em março de 2025 – alta de 7 pontos percentuais. Enquanto isso, a aprovação caiu também 7 pontos, de 34% no final do ano passado para 27% agora.

O estudo também perguntou se o entrevistado aprova ou desaprova a maneira do presidente Lula governar. A maioria, 55%, disse que desaprova, ante 40% que aprovam e 4% que não souberam responder.

Quando questionados sobre a confiança no presidente, 58% disseram que não confiam em Lula, 40% disseram que confiam no petista, e 2% não souberam responder.
Observa-se, portanto, um aumento no percentual dos que declaram não confiar no chefe do Executivo, visto que representavam 52% em dezembro de 2024, e queda daqueles que dizem confiar em Lula, já que totalizavam 45% na pesquisa anterior. Eram 3% os que não opinaram.

Foram realizadas 2000 entrevistas em 131 municípios. O nível de confiança utilizado é de 95%. A margem de erro estimada é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos.
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Bernardo
14 de março de 2025 12:40 pmPreocupante essa pesquisa, não pelo resultado em si, mas porque indica que a questão dos preços dos alimentos está refletida diretamente nos percentuais. É essa a única explicação plausível de vez que o país está com indicadores econômicos e sociais bons. A propósito a linguagem utilizada pelos jornalistas experts em catástrofes econômicas tem um peso relevante na percepção das; a adjetivação negativa de qualquer indicador é elevada à enésima potência, a positiva nem é comentada. Enfim a comunicação ainda está aquém.
Carlos
14 de março de 2025 4:45 pmSão pesquisas em cima de um mesmo momento ruim, todas apontam a mesma queda.
Se desconsiderar da avaliação negativa de 41% os 30% ligados umbilicalmente a extrema direita (militares,policiais, e similares) que numa análise de um “campo de forças(*)” seriam aqueles radicalmente contra, restam 11% na faixa do contra, porémmenos radicais. Mesmo que dentro destes 11% esteja contido um público de seitas evangélicas e outras ligadas ao mercado religioso, ações positivas do governo (neste momento atacar a inflação dos alimentos) possuem potencial para migra-los em grande parte do contra para o neutro.
Por fim, o trabalho de migrar para os que aprovam os 30% que consideram regular (neutro no campo de forças*), será facilitado pelas ações positivas.
Lembrando a famosa frase que “Povo não come PIB”, que eu complemento com “nem teorias econômicas, sejam simples ou complexas”, vale adotar medidas fortes, se necessário fora da curva, para baratear a cesta básica.
(*) Campos de Forças
Radicalmente Contra > Contra > Neutro > a Favor > Fortemente a Favor.
O trabalho é migrar do menos para o mais favorável com o menor desperdício de energia possível. Portanto é trabalhar na migração a partir do Contra, neste caso aquele 11%.
JOSE OLIVEIRA DE ARAUJO
15 de março de 2025 8:38 amO festival de pesquisas que assola o Brasil, continua bombando. O índice de aprovação/rejeição de \lula, tornou-se a pauta mais importante da nossa aleijada democracia. No quadro atual atual, falta pouco para Lula ser jogado na fogueira da nossa imprensa livre de isenção. Eu só quero ver, quando os índices de aprovação do governo começarem a subir, se as pesquisorreia continuará sua infestação.
José de Almeida Bispo
15 de março de 2025 9:30 amComentário perfeito.
Existe uma onda arquitetada para isso provocar.